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	<channel>
		<title>Fenicia Imóveis</title>
		<link>http://www.fenicia.net/</link>
		<pubDate>		Tue, 07 Sep 2010 20:24:58 +0000</pubDate>
		<language>pt-BR</language>
	
			<item>
			<title>Nossas construções, do ecológico ao sustentável</title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=50</link>
			<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=50</guid>
			<description><![CDATA[ No come&ccedil;o, o termo era &quot;ecol&oacute;gico&quot;. Agora, tudo ficou &quot;sustent&aacute;vel&quot;. E muitos, infelizmente, usam a palavra apenas por causa do seu apelo de marketing. Por&eacute;m, n&atilde;o podemos negar que a preocupa&ccedil;&atilde;o em construir respeitando o meio ambiente j&aacute; existe h&aacute; alguns anos entre n&oacute;s.  
 
Em agosto de 2001, o Edif&iacute;cio Maria Paula, no n&uacute;mero 161 da rua com o mesmo nome, se tomou o primeiro do Centro da cidade de S&atilde;o Paulo a ser totalmente reciclado n&atilde;o apenas em termos de uso, mas tamb&eacute;m porque o entulho gerado foi triturado e transformado para ser reutilizado.  
 
Constru&iacute;do na d&eacute;cada de 1950, o pr&eacute;dio teve seus 11 apartamentos de luxo, de 250 metros quadrados cada, transformados em 75 unidades de 40 metros quadrados para uma popula&ccedil;&atilde;o com renda de at&eacute; R$ 800 mensais da &eacute;poca.  
 
O entulho, depois de triturado e transformado, teve tr&ecirc;s destinos: a pr&oacute;pria obra, um aterro de estacionamento e obras de pavimenta&ccedil;&atilde;o da Prefeitura. A tecnologia para reuso do entulho veio da Holanda, onde, dizia-se, 95% de todos os restos de constru&ccedil;&atilde;o eram transformados para reutiliza&ccedil;&atilde;o.  
 
CASA &quot;PR&Eacute;-HIST&Oacute;RICA&quot; DO FUTURO. Chegou-se a falar at&eacute; na casa do futuro, que s&oacute; usaria materiais que preservam a natureza. Elas seriam constru&iacute;das com materiais &quot;pr&eacute;-hist&oacute;ricos&quot; como o barro e a madeira que, al&eacute;m de serem fontes inesgot&aacute;veis, n&atilde;o agrediam a natureza. Isso pelo menos &eacute; o que havia sido apresentado durante o F&oacute;rum de Debates 2001 - Caminhos do III Mil&eacute;nio, realizado no audit&oacute;rio do Sebrae, na Ilha do Retiro, em Recife, PE. Tamb&eacute;m surgiram o cimento verde e a constru&ccedil;&atilde;o com garrafas PET.  
 
Em 2003, foi erguida em Limeira, SP, &quot;ap&oacute;s an&aacute;lises de mercado&quot;, uma f&aacute;brica de &quot;tijolos ecossociais&quot;, perfurados, produzidos com alta tecnologia e pre&ccedil;o competitivo. Era uma parceria da TRWAutomotive Ltda., multinacional fornecedora de pe&ccedil;as automotivas, Comunidade Terap&ecirc;utica MaisVida; que oferece tratamento para dependentes qu&iacute;micos, e Universidade de Campinas (Unicamp).  
 
A produ&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria inicial de mil tijolos atendia a um duplo objetivo: servia como laborterapia aos dependentes qu&iacute;micos em fase de desintoxica&ccedil;&atilde;o e gerava recursos para a entidade.  
 
Em 2004, saiu o livro &quot;Utiliza&ccedil;&atilde;o de Res&iacute;duos na Constru&ccedil;&atilde;o Habitacional&quot;, sobre pesquisas para recupera&ccedil;&atilde;o e valoriza&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos.  
 
CONSTRUTORAS EM A&Ccedil;&Atilde;O. Claro que n&atilde;o demorou nada para as construtoras descobrirem os produtos ecologicamente corretos e lan&ccedil;arem seus pr&eacute;dios. Em decorr&ecirc;ncia disso, o Instituto Akatu, que prega o consumo consciente, resolveu, no final do ano passado, alertar que &quot;muito se fala sobre constru&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel, mas ainda &eacute; dif&iacute;cil encontrar empreendimentos ambientalmente corretos&quot;.  
 
&quot;Quem abre os cadernos de classificados dos grandes jornais em busca de im&oacute;veis ambientalmente corretos vai encontrar um grande volume de ofertas de &aacute;reas verdes e parques pr&oacute;ximos ao condom&iacute;nio, e uma enorme variedade de &aacute;reas de lazer e servi&ccedil;os. Mas ser&aacute; que isso representa, de fato, cuidado com o meio ambiente e preocupa&ccedil;&atilde;o com a sustentabilidade? Na verdade, muito pouco ou quase nada. A proximidade de parques facilita o contato com a natureza, mas isso n&atilde;o quer dizer que a constru&ccedil;&atilde;o e o funcionamento dos edif&iacute;cios levem em considera&ccedil;&atilde;o crit&eacute;rios ambientais. Para ser, de fato, um &quot;edif&iacute;cio verde&quot; &eacute; preciso muito mais&quot;, dizia o boletim do Akatu (12/12/07).  
 
Segundo o instituto, somente o selo Green Building da LEED, sigla em ingl&ecirc;s para Lideran&ccedil;a em Design Ambiental e Energ&eacute;tico (Leadership in Energy and Environmental Design), realmente atesta se o edif&iacute;cio &eacute; uma constru&ccedil;&atilde;o verde. O selo tornou-se norma reconhecida internacionalmente a partir de 2004 e come&ccedil;a a aparecer tamb&eacute;m por aqui. Em toda Am&eacute;rica Latina existe apenas uma constru&ccedil;&atilde;o contemplada com ele: a ag&ecirc;ncia do Banco Real da Granja Viana, em S&atilde;o Paulo, certificada em junho de 2007.  
 
S&atilde;o in&uacute;meros os itens que t&ecirc;m de ser observados para se ganhar o selo, entre eles energia, &aacute;gua, lixo, ventila&ccedil;&atilde;o e diversos quesitos relativos &agrave; constru&ccedil;&atilde;o. Claro que tudo isso implica em custo. Mas, se existe quem pode pagar, quem sabe isso n&atilde;o vai tornar tais constru&ccedil;&otilde;es mais acess&iacute;veis a nossos netos ou bisnetos? 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Jornal do Commercio em: 25/07/2008      
   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Engel Paschoal     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>No come&ccedil;o, o termo era &quot;ecol&oacute;gico&quot;. Agora, tudo ficou &quot;sustent&aacute;vel&quot;. E muitos, infelizmente, usam a palavra apenas por causa do seu apelo de marketing. Por&eacute;m, n&atilde;o podemos negar que a preocupa&ccedil;&atilde;o em construir respeitando o meio ambiente j&aacute; existe h&aacute; alguns anos entre n&oacute;s. <br />
<br />
Em agosto de 2001, o Edif&iacute;cio Maria Paula, no n&uacute;mero 161 da rua com o mesmo nome, se tomou o primeiro do Centro da cidade de S&atilde;o Paulo a ser totalmente reciclado n&atilde;o apenas em termos de uso, mas tamb&eacute;m porque o entulho gerado foi triturado e transformado para ser reutilizado. <br />
<br />
Constru&iacute;do na d&eacute;cada de 1950, o pr&eacute;dio teve seus 11 apartamentos de luxo, de 250 metros quadrados cada, transformados em 75 unidades de 40 metros quadrados para uma popula&ccedil;&atilde;o com renda de at&eacute; R$ 800 mensais da &eacute;poca. <br />
<br />
O entulho, depois de triturado e transformado, teve tr&ecirc;s destinos: a pr&oacute;pria obra, um aterro de estacionamento e obras de pavimenta&ccedil;&atilde;o da Prefeitura. A tecnologia para reuso do entulho veio da Holanda, onde, dizia-se, 95% de todos os restos de constru&ccedil;&atilde;o eram transformados para reutiliza&ccedil;&atilde;o. <br />
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CASA &quot;PR&Eacute;-HIST&Oacute;RICA&quot; DO FUTURO. Chegou-se a falar at&eacute; na casa do futuro, que s&oacute; usaria materiais que preservam a natureza. Elas seriam constru&iacute;das com materiais &quot;pr&eacute;-hist&oacute;ricos&quot; como o barro e a madeira que, al&eacute;m de serem fontes inesgot&aacute;veis, n&atilde;o agrediam a natureza. Isso pelo menos &eacute; o que havia sido apresentado durante o F&oacute;rum de Debates 2001 - Caminhos do III Mil&eacute;nio, realizado no audit&oacute;rio do Sebrae, na Ilha do Retiro, em Recife, PE. Tamb&eacute;m surgiram o cimento verde e a constru&ccedil;&atilde;o com garrafas PET. <br />
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Em 2003, foi erguida em Limeira, SP, &quot;ap&oacute;s an&aacute;lises de mercado&quot;, uma f&aacute;brica de &quot;tijolos ecossociais&quot;, perfurados, produzidos com alta tecnologia e pre&ccedil;o competitivo. Era uma parceria da TRWAutomotive Ltda., multinacional fornecedora de pe&ccedil;as automotivas, Comunidade Terap&ecirc;utica MaisVida; que oferece tratamento para dependentes qu&iacute;micos, e Universidade de Campinas (Unicamp). <br />
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A produ&ccedil;&atilde;o di&aacute;ria inicial de mil tijolos atendia a um duplo objetivo: servia como laborterapia aos dependentes qu&iacute;micos em fase de desintoxica&ccedil;&atilde;o e gerava recursos para a entidade. <br />
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Em 2004, saiu o livro &quot;Utiliza&ccedil;&atilde;o de Res&iacute;duos na Constru&ccedil;&atilde;o Habitacional&quot;, sobre pesquisas para recupera&ccedil;&atilde;o e valoriza&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos. <br />
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CONSTRUTORAS EM A&Ccedil;&Atilde;O. Claro que n&atilde;o demorou nada para as construtoras descobrirem os produtos ecologicamente corretos e lan&ccedil;arem seus pr&eacute;dios. Em decorr&ecirc;ncia disso, o Instituto Akatu, que prega o consumo consciente, resolveu, no final do ano passado, alertar que &quot;muito se fala sobre constru&ccedil;&atilde;o sustent&aacute;vel, mas ainda &eacute; dif&iacute;cil encontrar empreendimentos ambientalmente corretos&quot;. <br />
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&quot;Quem abre os cadernos de classificados dos grandes jornais em busca de im&oacute;veis ambientalmente corretos vai encontrar um grande volume de ofertas de &aacute;reas verdes e parques pr&oacute;ximos ao condom&iacute;nio, e uma enorme variedade de &aacute;reas de lazer e servi&ccedil;os. Mas ser&aacute; que isso representa, de fato, cuidado com o meio ambiente e preocupa&ccedil;&atilde;o com a sustentabilidade? Na verdade, muito pouco ou quase nada. A proximidade de parques facilita o contato com a natureza, mas isso n&atilde;o quer dizer que a constru&ccedil;&atilde;o e o funcionamento dos edif&iacute;cios levem em considera&ccedil;&atilde;o crit&eacute;rios ambientais. Para ser, de fato, um &quot;edif&iacute;cio verde&quot; &eacute; preciso muito mais&quot;, dizia o boletim do Akatu (12/12/07). <br />
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Segundo o instituto, somente o selo Green Building da LEED, sigla em ingl&ecirc;s para Lideran&ccedil;a em Design Ambiental e Energ&eacute;tico (Leadership in Energy and Environmental Design), realmente atesta se o edif&iacute;cio &eacute; uma constru&ccedil;&atilde;o verde. O selo tornou-se norma reconhecida internacionalmente a partir de 2004 e come&ccedil;a a aparecer tamb&eacute;m por aqui. Em toda Am&eacute;rica Latina existe apenas uma constru&ccedil;&atilde;o contemplada com ele: a ag&ecirc;ncia do Banco Real da Granja Viana, em S&atilde;o Paulo, certificada em junho de 2007. <br />
<br />
S&atilde;o in&uacute;meros os itens que t&ecirc;m de ser observados para se ganhar o selo, entre eles energia, &aacute;gua, lixo, ventila&ccedil;&atilde;o e diversos quesitos relativos &agrave; constru&ccedil;&atilde;o. Claro que tudo isso implica em custo. Mas, se existe quem pode pagar, quem sabe isso n&atilde;o vai tornar tais constru&ccedil;&otilde;es mais acess&iacute;veis a nossos netos ou bisnetos?</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Jornal do Commercio em: 25/07/2008 </strong></font></strong></font></p>
<p><strong><font face=\"Verdana\" size=\"1\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\">Engel Paschoal </font></font></strong></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Financiamento habitacional da Caixa bate recorde </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=51</link>
			<pubDate>Fri, 25 Jul 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=51</guid>
			<description><![CDATA[ Foram financiadas 178.098 unidades, beneficiando mais de 425 mil pessoas  
 
A Caixa Econ&ocirc;mica Federal divulgou nesta quinta-feira que o primeiro semestre deste ano registrou novo recorde de contrata&ccedil;&otilde;es habitacionais. O valor contratado (R$ 9,1 bilh&otilde;es) &eacute; 34% superior ao do mesmo per&iacute;odo do ano passado, de R$ 6,8 bilh&otilde;es.  
 
Foram financiadas 178.098 unidades habitacionais, beneficiando mais de 425 mil pessoas. A poupan&ccedil;a financiou im&oacute;veis no valor de R$ 3,4 bilh&otilde;es, alta de 33% na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado.  
 
Quase R$ 5 bilh&otilde;es do FGTS foram usados nos financiamentos. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   O Dia em: 25/07/2008      ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Foram financiadas 178.098 unidades, beneficiando mais de 425 mil pessoas <br />
<br />
A Caixa Econ&ocirc;mica Federal divulgou nesta quinta-feira que o primeiro semestre deste ano registrou novo recorde de contrata&ccedil;&otilde;es habitacionais. O valor contratado (R$ 9,1 bilh&otilde;es) &eacute; 34% superior ao do mesmo per&iacute;odo do ano passado, de R$ 6,8 bilh&otilde;es. <br />
<br />
Foram financiadas 178.098 unidades habitacionais, beneficiando mais de 425 mil pessoas. A poupan&ccedil;a financiou im&oacute;veis no valor de R$ 3,4 bilh&otilde;es, alta de 33% na compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado. <br />
<br />
Quase R$ 5 bilh&otilde;es do FGTS foram usados nos financiamentos.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>O Dia em: 25/07/2008 </strong></font></strong></font></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Copom aumenta taxa de juros em 0,75 ponto percentual, para 13% ao ano</title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=48</link>
			<pubDate>Thu, 24 Jul 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=48</guid>
			<description><![CDATA[ O Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom), em reuni&atilde;o que durou menos de tr&ecirc;s horas, decidiu elevar a taxa b&aacute;sica de juros Selic de 12,25%, para 13% ao ano. A decis&atilde;o foi un&acirc;nime e representa a terceira alta consecutiva dos juros.  
 
A alta de 0,75 ponto percentual &eacute; a segunda maior realizada no governo Luiz In&aacute;cio Lula da Silva. Antes do aumento desta quarta-feira, a maior eleva&ccedil;&atilde;o tinha sido em fevereiro de 2003, quando os juros subiram de 25,50%, para 26,50% ao ano.  
 
A taxa de 13% voltou ao patamar de janeiro de 2007. Em comunicado, o Banco Central informou que a decis&atilde;o tem o objetivo de controlar a infla&ccedil;&atilde;o.  
 
&quot;Avaliando o cen&aacute;rio macroecon&ocirc;mico e com vistas a promover tempestivamente a converg&ecirc;ncia da infla&ccedil;&atilde;o para a trajet&oacute;ria de metas, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 13,00% ao ano, sem vi&eacute;s&quot;, afirmou o Copom em nota divulgada &agrave; Imprensa.  
 
Segundo a &uacute;ltima pesquisa semanal do Banco Central, os analistas do mercado prev&ecirc;em que a infla&ccedil;&atilde;o de 2008 supere o teto da meta do governo, de 6,5% .  
 
A maior parte do mercado, segundo a &uacute;ltima pesquisa semanal do Banco Central junto aos analistas, apostava em eleva&ccedil;&atilde;o de 0,5 ponto percentual. Mas, nos &uacute;ltimos dias, algumas institui&ccedil;&otilde;es reviram suas proje&ccedil;&otilde;es, avaliando que o cen&aacute;rio justificava um aumento maior, de 0,75 ponto percentual. O pr&oacute;ximo encontro do Copom ser&aacute; nos dias 9 e 10 de setembro.  
 
Lula disse para Meirelles fazer o necess&aacute;rio para conter pre&ccedil;os  
 
Apesar de impopular, a decis&atilde;o do Copom de acelerar o ritmo de alta dos juros foi estimulada pelo Pal&aacute;cio do Planalto. Segundo reportagem de Gerson Camarotti e Chico de Gois, publicada nesta quinta-feira no jornal O Globo, em conversa recente, o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva deu sinal verde para o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, fazer o que for preciso para conter a escalada dos pre&ccedil;os .  
 
Antes do an&uacute;ncio do Copom, Lula voltou a afirmar que o combate &agrave; infla&ccedil;&atilde;o &eacute; uma das prioridades do governo . Segundo Lula, o governo n&atilde;o pretende frear o consumo no pa&iacute;s, mas sim garantir que o \'pobre\' possa consumir mais.  
 
- N&atilde;o vou diminuir o consumo no pa&iacute;s. Vamos garantir custe o que custar. T&aacute; na hora dos pobres ocuparem um lugar de destaque - disse o presidente.  
 
Lula garantiu que o drag&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o n&atilde;o vai atormentar os brasileiros como antigamente:  
 
- Combater a infla&ccedil;&atilde;o &eacute; quase uma quest&atilde;o de honra do governo. Se algu&eacute;m acha que a infla&ccedil;&atilde;o vai voltar, que nem j&aacute; aconteceu, pode tirar o cavalo da chuva. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   O Globo Online em: 24/07/2008      
 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>O Comit&ecirc; de Pol&iacute;tica Monet&aacute;ria (Copom), em reuni&atilde;o que durou menos de tr&ecirc;s horas, decidiu elevar a taxa b&aacute;sica de juros Selic de 12,25%, para 13% ao ano. A decis&atilde;o foi un&acirc;nime e representa a terceira alta consecutiva dos juros. <br />
<br />
A alta de 0,75 ponto percentual &eacute; a segunda maior realizada no governo Luiz In&aacute;cio Lula da Silva. Antes do aumento desta quarta-feira, a maior eleva&ccedil;&atilde;o tinha sido em fevereiro de 2003, quando os juros subiram de 25,50%, para 26,50% ao ano. <br />
<br />
A taxa de 13% voltou ao patamar de janeiro de 2007. Em comunicado, o Banco Central informou que a decis&atilde;o tem o objetivo de controlar a infla&ccedil;&atilde;o. <br />
<br />
&quot;Avaliando o cen&aacute;rio macroecon&ocirc;mico e com vistas a promover tempestivamente a converg&ecirc;ncia da infla&ccedil;&atilde;o para a trajet&oacute;ria de metas, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic para 13,00% ao ano, sem vi&eacute;s&quot;, afirmou o Copom em nota divulgada &agrave; Imprensa. <br />
<br />
Segundo a &uacute;ltima pesquisa semanal do Banco Central, os analistas do mercado prev&ecirc;em que a infla&ccedil;&atilde;o de 2008 supere o teto da meta do governo, de 6,5% . <br />
<br />
A maior parte do mercado, segundo a &uacute;ltima pesquisa semanal do Banco Central junto aos analistas, apostava em eleva&ccedil;&atilde;o de 0,5 ponto percentual. Mas, nos &uacute;ltimos dias, algumas institui&ccedil;&otilde;es reviram suas proje&ccedil;&otilde;es, avaliando que o cen&aacute;rio justificava um aumento maior, de 0,75 ponto percentual. O pr&oacute;ximo encontro do Copom ser&aacute; nos dias 9 e 10 de setembro. <br />
<br />
Lula disse para Meirelles fazer o necess&aacute;rio para conter pre&ccedil;os <br />
<br />
Apesar de impopular, a decis&atilde;o do Copom de acelerar o ritmo de alta dos juros foi estimulada pelo Pal&aacute;cio do Planalto. Segundo reportagem de Gerson Camarotti e Chico de Gois, publicada nesta quinta-feira no jornal O Globo, em conversa recente, o presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva deu sinal verde para o presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, fazer o que for preciso para conter a escalada dos pre&ccedil;os . <br />
<br />
Antes do an&uacute;ncio do Copom, Lula voltou a afirmar que o combate &agrave; infla&ccedil;&atilde;o &eacute; uma das prioridades do governo . Segundo Lula, o governo n&atilde;o pretende frear o consumo no pa&iacute;s, mas sim garantir que o \'pobre\' possa consumir mais. <br />
<br />
- N&atilde;o vou diminuir o consumo no pa&iacute;s. Vamos garantir custe o que custar. T&aacute; na hora dos pobres ocuparem um lugar de destaque - disse o presidente. <br />
<br />
Lula garantiu que o drag&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o n&atilde;o vai atormentar os brasileiros como antigamente: <br />
<br />
- Combater a infla&ccedil;&atilde;o &eacute; quase uma quest&atilde;o de honra do governo. Se algu&eacute;m acha que a infla&ccedil;&atilde;o vai voltar, que nem j&aacute; aconteceu, pode tirar o cavalo da chuva.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>O Globo Online em: 24/07/2008 </strong></font></strong></font><br />
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			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Entra em vigor em SP lei contra condômino inadimplente </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=49</link>
			<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=49</guid>
			<description><![CDATA[ Entrou em vigor ontem, em S&atilde;o Paulo, a lei que permite incluir o nome dos moradores que n&atilde;o pagam a taxa de condom&iacute;nio ou aluguel no Servi&ccedil;o de Prote&ccedil;&atilde;o ao Cr&eacute;dito (SPC) e na Serasa. Sancionado anteontem pelo governador Jos&eacute; Serra (PSDB), o texto permite aos s&iacute;ndicos e administradoras protestar em cart&oacute;rio os inadimplentes no dia seguinte ao vencimento da cobran&ccedil;a.  
 
Especialistas recomendam, no entanto, que o protesto seja efetivado ap&oacute;s o terceiro m&ecirc;s de atraso. Foi a orienta&ccedil;&atilde;o dada pelo Sindicato da Habita&ccedil;&atilde;o (Secovi-SP), que representa administradoras e s&iacute;ndicos no Estado - dos 11 milh&otilde;es de habitantes da capital, 6 milh&otilde;es vivem ou trabalham em condom&iacute;nios e no Estado existem hoje 40 mil condom&iacute;nios. Em comunicado distribu&iacute;do aos associados, discriminou a documenta&ccedil;&atilde;o e procedimentos para protestar os inadimplentes e fez a ressalva de que isso s&oacute; dever&aacute; ser feito ap&oacute;s total &quot;esgotamento da negocia&ccedil;&atilde;o, para evitar conflitos desnecess&aacute;rios e desgastantes&quot;.  
 
&quot;&Eacute; uma arma que n&atilde;o pode ser usada de qualquer jeito, mas muito boa porque os maus pagadores agora sabem que ela existe. O protesto n&atilde;o vai resolver o problema da inadimpl&ecirc;ncia, mas vai criar preocupa&ccedil;&atilde;o em boa parte dos que n&atilde;o pagam&quot;, disse o vice-presidente do Secovi-SP, Hubert Gebara. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   O Estado de S&atilde;o Paulo em: 23/07/2008      
   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Rodrigo Pereira     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Entrou em vigor ontem, em S&atilde;o Paulo, a lei que permite incluir o nome dos moradores que n&atilde;o pagam a taxa de condom&iacute;nio ou aluguel no Servi&ccedil;o de Prote&ccedil;&atilde;o ao Cr&eacute;dito (SPC) e na Serasa. Sancionado anteontem pelo governador Jos&eacute; Serra (PSDB), o texto permite aos s&iacute;ndicos e administradoras protestar em cart&oacute;rio os inadimplentes no dia seguinte ao vencimento da cobran&ccedil;a. <br />
<br />
Especialistas recomendam, no entanto, que o protesto seja efetivado ap&oacute;s o terceiro m&ecirc;s de atraso. Foi a orienta&ccedil;&atilde;o dada pelo Sindicato da Habita&ccedil;&atilde;o (Secovi-SP), que representa administradoras e s&iacute;ndicos no Estado - dos 11 milh&otilde;es de habitantes da capital, 6 milh&otilde;es vivem ou trabalham em condom&iacute;nios e no Estado existem hoje 40 mil condom&iacute;nios. Em comunicado distribu&iacute;do aos associados, discriminou a documenta&ccedil;&atilde;o e procedimentos para protestar os inadimplentes e fez a ressalva de que isso s&oacute; dever&aacute; ser feito ap&oacute;s total &quot;esgotamento da negocia&ccedil;&atilde;o, para evitar conflitos desnecess&aacute;rios e desgastantes&quot;. <br />
<br />
&quot;&Eacute; uma arma que n&atilde;o pode ser usada de qualquer jeito, mas muito boa porque os maus pagadores agora sabem que ela existe. O protesto n&atilde;o vai resolver o problema da inadimpl&ecirc;ncia, mas vai criar preocupa&ccedil;&atilde;o em boa parte dos que n&atilde;o pagam&quot;, disse o vice-presidente do Secovi-SP, Hubert Gebara.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>O Estado de S&atilde;o Paulo em: 23/07/2008 </strong></font></strong></font></p>
<p><strong><font face=\"Verdana\" size=\"1\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\">Rodrigo Pereira </font></font></strong></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Economia forte aquece setor imobiliário no Brasil, diz jornal </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=47</link>
			<pubDate>Wed, 16 Jul 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=47</guid>
			<description><![CDATA[ A urbaniza&ccedil;&atilde;o, o crescimento da classe m&eacute;dia e a maior oferta de empr&eacute;stimos est&atilde;o impulsionando o mercado imobili&aacute;rio nas economias emergentes, enquanto o resto do mundo permanece estagnado, afirma uma reportagem publicada na edi&ccedil;&atilde;o desta ter&ccedil;a-feira do di&aacute;rio financeiro brit&acirc;nico Financial Times.  
 
De acordo com uma pesquisa citada pelo jornal, o volume de neg&oacute;cios nos pa&iacute;ses industrializados caiu 54% no primeiro trimestre de 2008 em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado.  
 
Em contrapartida, diz o estudo feito pela Real Capital Analytics e reproduzido pelo FT, o n&uacute;mero de transa&ccedil;&otilde;es nos mercados emergentes subiu 43% nos primeiros tr&ecirc;s meses do ano.  
 
&quot;Um dos mercados emergentes que mais atrai fluxo de investimento de capital &eacute; o Brasil&quot;, afirma o jornal. &quot;Com mais de US$ 1 bilh&atilde;o de neg&oacute;cios fechados a cada trimestre em transa&ccedil;&otilde;es imobili&aacute;rias, o pa&iacute;s sai &agrave; frente de outros rivais da regi&atilde;o, como Argentina, M&eacute;xico e Chile&quot;.  
 
Sal&aacute;rios em alta, infla&ccedil;&atilde;o em baixa e moeda est&aacute;vel estimularam o setor da constru&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s, dizem analistas ouvidos pelo FT.  
 
&quot;O Brasil &eacute; um bom lugar para se estar atualmente. A combina&ccedil;&atilde;o de crescimento econ&ocirc;mico forte e condi&ccedil;&otilde;es financeiras favor&aacute;veis fazem do pa&iacute;s um lugar sedutor&quot;, afirma ao jornal Sam Lieber, presidente de um fundo de investimentos imobili&aacute;rios nos Estados Unidos.  
 
Centro econ&ocirc;mico  
 
O jornal americano Christian Science Monitor destacou em reportagem nesta ter&ccedil;a-feira o bom momento da economia brasileira, que est&aacute; &quot;captando um leque de investimentos estrangeiros em setores variados como o da constru&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria e de m&aacute;quinas para agricultura&quot;.  
 
&quot;&Eacute; uma reviravolta fora do comum para um pa&iacute;s acostumado ao avan&ccedil;o e ao fracasso, e refor&ccedil;a o lugar do Brasil como o centro de poder da Am&eacute;rica Latina&quot;, afirma o jornal.  
 
&quot;Apesar de muitos pa&iacute;ses estarem se saindo bem na regi&atilde;o - a Am&eacute;rica Latina est&aacute; desfrutando de um dos melhores per&iacute;odos de crescimento econ&ocirc;mico em 40 anos, as Na&ccedil;&otilde;es Unidas lan&ccedil;aram um relat&oacute;rio no m&ecirc;s passado que confirma: o Brasil est&aacute; ultrapassando seus vizinhos&quot;, afirma o Christian Science.  
 
Ainda segundo o jornal, os bons ventos parecem ter chegado para ficar.  
 
&quot;Enquanto o resto do mundo aperta o cinto com medo de recess&atilde;o, os brasileiros est&atilde;o colocando as m&atilde;os no bolso e tirando dinheiro.&quot;  
 
Para mais not&iacute;cias, visite o site da BBC Brasil  
 
&copy; British Broadcasting Corporation 2006. Todos os direitos reservados. &Eacute; proibido todo tipo de reprodu&ccedil;&atilde;o sem a autoriza&ccedil;&atilde;o por escrito da BBC BRASIL. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   O Globo Online em: 16/07/2008      ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>A urbaniza&ccedil;&atilde;o, o crescimento da classe m&eacute;dia e a maior oferta de empr&eacute;stimos est&atilde;o impulsionando o mercado imobili&aacute;rio nas economias emergentes, enquanto o resto do mundo permanece estagnado, afirma uma reportagem publicada na edi&ccedil;&atilde;o desta ter&ccedil;a-feira do di&aacute;rio financeiro brit&acirc;nico Financial Times. <br />
<br />
De acordo com uma pesquisa citada pelo jornal, o volume de neg&oacute;cios nos pa&iacute;ses industrializados caiu 54% no primeiro trimestre de 2008 em compara&ccedil;&atilde;o com o mesmo per&iacute;odo do ano passado. <br />
<br />
Em contrapartida, diz o estudo feito pela Real Capital Analytics e reproduzido pelo FT, o n&uacute;mero de transa&ccedil;&otilde;es nos mercados emergentes subiu 43% nos primeiros tr&ecirc;s meses do ano. <br />
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&quot;Um dos mercados emergentes que mais atrai fluxo de investimento de capital &eacute; o Brasil&quot;, afirma o jornal. &quot;Com mais de US$ 1 bilh&atilde;o de neg&oacute;cios fechados a cada trimestre em transa&ccedil;&otilde;es imobili&aacute;rias, o pa&iacute;s sai &agrave; frente de outros rivais da regi&atilde;o, como Argentina, M&eacute;xico e Chile&quot;. <br />
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Sal&aacute;rios em alta, infla&ccedil;&atilde;o em baixa e moeda est&aacute;vel estimularam o setor da constru&ccedil;&atilde;o no pa&iacute;s, dizem analistas ouvidos pelo FT. <br />
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&quot;O Brasil &eacute; um bom lugar para se estar atualmente. A combina&ccedil;&atilde;o de crescimento econ&ocirc;mico forte e condi&ccedil;&otilde;es financeiras favor&aacute;veis fazem do pa&iacute;s um lugar sedutor&quot;, afirma ao jornal Sam Lieber, presidente de um fundo de investimentos imobili&aacute;rios nos Estados Unidos. <br />
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Centro econ&ocirc;mico <br />
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O jornal americano Christian Science Monitor destacou em reportagem nesta ter&ccedil;a-feira o bom momento da economia brasileira, que est&aacute; &quot;captando um leque de investimentos estrangeiros em setores variados como o da constru&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria e de m&aacute;quinas para agricultura&quot;. <br />
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&quot;&Eacute; uma reviravolta fora do comum para um pa&iacute;s acostumado ao avan&ccedil;o e ao fracasso, e refor&ccedil;a o lugar do Brasil como o centro de poder da Am&eacute;rica Latina&quot;, afirma o jornal. <br />
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&quot;Apesar de muitos pa&iacute;ses estarem se saindo bem na regi&atilde;o - a Am&eacute;rica Latina est&aacute; desfrutando de um dos melhores per&iacute;odos de crescimento econ&ocirc;mico em 40 anos, as Na&ccedil;&otilde;es Unidas lan&ccedil;aram um relat&oacute;rio no m&ecirc;s passado que confirma: o Brasil est&aacute; ultrapassando seus vizinhos&quot;, afirma o Christian Science. <br />
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Ainda segundo o jornal, os bons ventos parecem ter chegado para ficar. <br />
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&quot;Enquanto o resto do mundo aperta o cinto com medo de recess&atilde;o, os brasileiros est&atilde;o colocando as m&atilde;os no bolso e tirando dinheiro.&quot; <br />
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Para mais not&iacute;cias, visite o site da BBC Brasil <br />
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&copy; British Broadcasting Corporation 2006. Todos os direitos reservados. &Eacute; proibido todo tipo de reprodu&ccedil;&atilde;o sem a autoriza&ccedil;&atilde;o por escrito da BBC BRASIL.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>O Globo Online em: 16/07/2008 </strong></font></strong></font></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Paulistas investem R$ 200 milhões em Chapecó </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=46</link>
			<pubDate>Thu, 10 Jul 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=46</guid>
			<description><![CDATA[ A Bemviver Incorpora&ccedil;&otilde;es, criada por tr&ecirc;s executivos paulistas, investe R$ 200 milh&otilde;es em um condom&iacute;nio fechado para baixa renda (entre tr&ecirc;s e sete sal&aacute;rios m&iacute;nimos), em Chapec&oacute;, no Oeste de Santa Catarina. Os apartamentos t&ecirc;m de 42 m&sup2; a 46 m&sup2; e custam de R$ 56 mil a R$ 62 mil. O presidente da Bemviver, Marcus Macedo, afirma que este &eacute; um nicho pouco explorado e com imenso potencial de crescimento, visto o d&eacute;ficit habitacional de 7,5 milh&otilde;es de moradias no Brasil.  
 
A Bemviver, que j&aacute; construiu casas para a classe m&eacute;dia em Florian&oacute;polis e tem projetos em Indaiatuba (SP) e Guarulhos (SP), &eacute; administrada por executivos com experi&ecirc;ncia em grandes empresas. Est&aacute; h&aacute; pouco mais de um ano no mercado e j&aacute; registrou faturamento de R$ 6 milh&otilde;es em 2007. Para 2008 espera R$ 100 milh&otilde;es em vendas. Macedo afirma que a meta at&eacute; 2012 &eacute; obter R$ 1 bilh&atilde;o de receita. O agressivo plano estrat&eacute;gico para os pr&oacute;ximos quatro anos prev&ecirc; a constru&ccedil;&atilde;o de 16 mil unidades, tamb&eacute;m em outras regi&otilde;es do Brasil como Rio Grande do Sul, Paran&aacute;, Minas Gerais, Rio de Janeiro e S&atilde;o Paulo. &quot;Estamos sempre atr&aacute;s de oportunidades em v&aacute;rias cidades brasileiras&quot;, diz Macedo.  
 
Para viabilizar as constru&ccedil;&otilde;es, a empresa forma parcerias com Fundos de Investimentos Imobili&aacute;rios. No caso do condom&iacute;nio Benviver IV, em Chapec&oacute;, o parceiro &eacute; o Conc&oacute;rdia Banco, bra&ccedil;o financeiro da Sadia. &quot;A Sadia tem f&aacute;brica na cidade e conhece bem o mercado&quot;, diz Macedo.  
 
Segundo ele, com o boom imobili&aacute;rio veio a disparada dos pre&ccedil;os dos terrenos. &quot;Em Indaiatuba (SP), a oferta &eacute; escassa e as poucas &aacute;reas existentes dobraram de pre&ccedil;os. Em Chapec&oacute; a valoriza&ccedil;&atilde;o foi de 25% a 30% nos &uacute;ltimos 24 meses&quot;, afirma.  
 
Embora focado na baixa renda, o projeto arquitet&ocirc;nico de Chapec&oacute; adotou o conceito de bairro inspirado nas &quot;townhouses&quot; americanas. &quot;Nosso diferencial est&aacute; no projeto de urbaniza&ccedil;&atilde;o&quot;, afirma Macedo. Os apartamentos ter&atilde;o dois dormit&oacute;rios e uma vaga de estacionamento. O condom&iacute;nio ter&aacute; centro comercial e &aacute;rea com equipamentos de lazer. A previs&atilde;o &eacute; de iniciar as obras em agosto de 2008 e de entregar o im&oacute;vel em novembro de 2009.  
 
O empreendimento ser&aacute; erguido no bairro Semin&aacute;rio, numa &aacute;rea de 97 mil m&sup2;, onde ser&atilde;o constru&iacute;dos 856 apartamentos que totalizar&atilde;o mais de 39 mil m&sup2; de &aacute;rea constru&iacute;da. O empreendimento &eacute; in&eacute;dito em Chapec&oacute;. A &aacute;rea &eacute; cercada com amplas &aacute;reas verdes e ter&aacute; sete quadras poliesportivas, 44 churrasqueiras, 10 &quot;playgrounds&quot;, dois sal&otilde;es comunit&aacute;rios, um minishopping, uma escola que ser&aacute; doada ao munic&iacute;pio, al&eacute;m de 25 mil m&sup2; de ruas internas pavimentadas e 3 mil m&sup2; de vias externas.  
 
Os estabelecimentos comerciais do minishopping ser&atilde;o viabilizados por interm&eacute;dio de venda dos espa&ccedil;os. Tamb&eacute;m foram projetadas &aacute;reas para supermercado, farm&aacute;cia, lot&eacute;rica e sal&atilde;o de beleza. Com a entrega das 856 unidades, a expectativa &eacute; de uma popula&ccedil;&atilde;o residente de 3.400 pessoas e circula&ccedil;&atilde;o adicional de outras mil diariamente.  
 
Para viabilizar o projeto, a empresa realizou estudo de &aacute;rea em Chapec&oacute; e escolheu o bairro Semin&aacute;rio porque o Plano Diretor da cidade aponta expans&atilde;o em dire&ccedil;&atilde;o ao terreno adquirido. Pesquisa foi desenvolvida com 19 mil habitantes, o que comprovou a demanda habitacional. Caracterizado como um empreendimento social, as unidades do residencial Bemviver IV poder&atilde;o ser adquiridas atrav&eacute;s de financiamento. O objetivo da incorporadora &eacute; a aprova&ccedil;&atilde;o da Caixa Econ&ocirc;mica Federal para oferecer prazos de at&eacute; 25 anos com parcelas abaixo de R$ 500,00. &quot;Por este motivo, pretendemos cadastrar, sem compromisso, todas as pessoas que tiverem interesse em adquirir uma unidade no empreendimento&quot; afirma Macedo. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Gazeta Mercantil em: 10/07/2008      
   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Juliana Wilke     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>A Bemviver Incorpora&ccedil;&otilde;es, criada por tr&ecirc;s executivos paulistas, investe R$ 200 milh&otilde;es em um condom&iacute;nio fechado para baixa renda (entre tr&ecirc;s e sete sal&aacute;rios m&iacute;nimos), em Chapec&oacute;, no Oeste de Santa Catarina. Os apartamentos t&ecirc;m de 42 m&sup2; a 46 m&sup2; e custam de R$ 56 mil a R$ 62 mil. O presidente da Bemviver, Marcus Macedo, afirma que este &eacute; um nicho pouco explorado e com imenso potencial de crescimento, visto o d&eacute;ficit habitacional de 7,5 milh&otilde;es de moradias no Brasil. <br />
<br />
A Bemviver, que j&aacute; construiu casas para a classe m&eacute;dia em Florian&oacute;polis e tem projetos em Indaiatuba (SP) e Guarulhos (SP), &eacute; administrada por executivos com experi&ecirc;ncia em grandes empresas. Est&aacute; h&aacute; pouco mais de um ano no mercado e j&aacute; registrou faturamento de R$ 6 milh&otilde;es em 2007. Para 2008 espera R$ 100 milh&otilde;es em vendas. Macedo afirma que a meta at&eacute; 2012 &eacute; obter R$ 1 bilh&atilde;o de receita. O agressivo plano estrat&eacute;gico para os pr&oacute;ximos quatro anos prev&ecirc; a constru&ccedil;&atilde;o de 16 mil unidades, tamb&eacute;m em outras regi&otilde;es do Brasil como Rio Grande do Sul, Paran&aacute;, Minas Gerais, Rio de Janeiro e S&atilde;o Paulo. &quot;Estamos sempre atr&aacute;s de oportunidades em v&aacute;rias cidades brasileiras&quot;, diz Macedo. <br />
<br />
Para viabilizar as constru&ccedil;&otilde;es, a empresa forma parcerias com Fundos de Investimentos Imobili&aacute;rios. No caso do condom&iacute;nio Benviver IV, em Chapec&oacute;, o parceiro &eacute; o Conc&oacute;rdia Banco, bra&ccedil;o financeiro da Sadia. &quot;A Sadia tem f&aacute;brica na cidade e conhece bem o mercado&quot;, diz Macedo. <br />
<br />
Segundo ele, com o boom imobili&aacute;rio veio a disparada dos pre&ccedil;os dos terrenos. &quot;Em Indaiatuba (SP), a oferta &eacute; escassa e as poucas &aacute;reas existentes dobraram de pre&ccedil;os. Em Chapec&oacute; a valoriza&ccedil;&atilde;o foi de 25% a 30% nos &uacute;ltimos 24 meses&quot;, afirma. <br />
<br />
Embora focado na baixa renda, o projeto arquitet&ocirc;nico de Chapec&oacute; adotou o conceito de bairro inspirado nas &quot;townhouses&quot; americanas. &quot;Nosso diferencial est&aacute; no projeto de urbaniza&ccedil;&atilde;o&quot;, afirma Macedo. Os apartamentos ter&atilde;o dois dormit&oacute;rios e uma vaga de estacionamento. O condom&iacute;nio ter&aacute; centro comercial e &aacute;rea com equipamentos de lazer. A previs&atilde;o &eacute; de iniciar as obras em agosto de 2008 e de entregar o im&oacute;vel em novembro de 2009. <br />
<br />
O empreendimento ser&aacute; erguido no bairro Semin&aacute;rio, numa &aacute;rea de 97 mil m&sup2;, onde ser&atilde;o constru&iacute;dos 856 apartamentos que totalizar&atilde;o mais de 39 mil m&sup2; de &aacute;rea constru&iacute;da. O empreendimento &eacute; in&eacute;dito em Chapec&oacute;. A &aacute;rea &eacute; cercada com amplas &aacute;reas verdes e ter&aacute; sete quadras poliesportivas, 44 churrasqueiras, 10 &quot;playgrounds&quot;, dois sal&otilde;es comunit&aacute;rios, um minishopping, uma escola que ser&aacute; doada ao munic&iacute;pio, al&eacute;m de 25 mil m&sup2; de ruas internas pavimentadas e 3 mil m&sup2; de vias externas. <br />
<br />
Os estabelecimentos comerciais do minishopping ser&atilde;o viabilizados por interm&eacute;dio de venda dos espa&ccedil;os. Tamb&eacute;m foram projetadas &aacute;reas para supermercado, farm&aacute;cia, lot&eacute;rica e sal&atilde;o de beleza. Com a entrega das 856 unidades, a expectativa &eacute; de uma popula&ccedil;&atilde;o residente de 3.400 pessoas e circula&ccedil;&atilde;o adicional de outras mil diariamente. <br />
<br />
Para viabilizar o projeto, a empresa realizou estudo de &aacute;rea em Chapec&oacute; e escolheu o bairro Semin&aacute;rio porque o Plano Diretor da cidade aponta expans&atilde;o em dire&ccedil;&atilde;o ao terreno adquirido. Pesquisa foi desenvolvida com 19 mil habitantes, o que comprovou a demanda habitacional. Caracterizado como um empreendimento social, as unidades do residencial Bemviver IV poder&atilde;o ser adquiridas atrav&eacute;s de financiamento. O objetivo da incorporadora &eacute; a aprova&ccedil;&atilde;o da Caixa Econ&ocirc;mica Federal para oferecer prazos de at&eacute; 25 anos com parcelas abaixo de R$ 500,00. &quot;Por este motivo, pretendemos cadastrar, sem compromisso, todas as pessoas que tiverem interesse em adquirir uma unidade no empreendimento&quot; afirma Macedo.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Gazeta Mercantil em: 10/07/2008 </strong></font></strong></font></p>
<p><strong><font face=\"Verdana\" size=\"1\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\">Juliana Wilke </font></font></strong></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Seguro-fiança: procura aumenta mais de 100% </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=45</link>
			<pubDate>Tue, 08 Jul 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=45</guid>
			<description><![CDATA[ Dificuldade de encontrar fiadores leva muitos inquilinos a utilizar o servi&ccedil;o oferecido. Garantia &eacute; dada por seguradoras contratadas 
 
A dificuldade de encontrar pessoas dispostas a ser fiadoras em contratos de loca&ccedil;&atilde;o est&aacute; fazendo disparar a procura pelo seguro-f&iacute;an&ccedil;a. O crescimento anual do produto &eacute; da ordem de 100% ao ano, segundo o vice-presidente do Sindicato da Habita&ccedil;&atilde;o (Secovi- Rio), Manoel Maia: 
 
- Muita gente est&aacute; preferindo diante da falta de outra op&ccedil;&atilde;o de garantia locat&iacute;cia. 
 
Com o seguro-f&iacute;an&ccedil;a, o inquilino paga o servi&ccedil;o a uma seguradora ao longo de um ano. Caso o pagamento do aluguel atrase, ap&oacute;s um m&ecirc;s, a seguradora &eacute; acionada e o propriet&aacute;rio passa a receber por ela. O inadimplente, por sua vez, precisa fazer um acordo com a empresa, caso queira continuar morando no local. Se n&atilde;o, &eacute; movida uma a&ccedil;&atilde;o de despejo. 
 
O valor da ap&oacute;lice &eacute; o equivalente a 1,2 aluguel por ano, parcelado em at&eacute; 12 vezes. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Extra em: 08/07/2008     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Dificuldade de encontrar fiadores leva muitos inquilinos a utilizar o servi&ccedil;o oferecido. Garantia &eacute; dada por seguradoras contratadas<br />
<br />
A dificuldade de encontrar pessoas dispostas a ser fiadoras em contratos de loca&ccedil;&atilde;o est&aacute; fazendo disparar a procura pelo seguro-f&iacute;an&ccedil;a. O crescimento anual do produto &eacute; da ordem de 100% ao ano, segundo o vice-presidente do Sindicato da Habita&ccedil;&atilde;o (Secovi- Rio), Manoel Maia:<br />
<br />
- Muita gente est&aacute; preferindo diante da falta de outra op&ccedil;&atilde;o de garantia locat&iacute;cia.<br />
<br />
Com o seguro-f&iacute;an&ccedil;a, o inquilino paga o servi&ccedil;o a uma seguradora ao longo de um ano. Caso o pagamento do aluguel atrase, ap&oacute;s um m&ecirc;s, a seguradora &eacute; acionada e o propriet&aacute;rio passa a receber por ela. O inadimplente, por sua vez, precisa fazer um acordo com a empresa, caso queira continuar morando no local. Se n&atilde;o, &eacute; movida uma a&ccedil;&atilde;o de despejo.<br />
<br />
O valor da ap&oacute;lice &eacute; o equivalente a 1,2 aluguel por ano, parcelado em at&eacute; 12 vezes.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Extra em: 08/07/2008</strong></font></strong></font></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Construção tem sotaque de paulista </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=44</link>
			<pubDate>Mon, 30 Jun 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=44</guid>
			<description><![CDATA[ Grandes construtoras paulistas desembarcam em Curitiba para disputar palmo a palmo os novos empreendimentos residenciais. &quot;Est&atilde;o todas aqui&quot;, atesta Luiz Nardelli, presidente da Redeim&oacute;veis, associa&ccedil;&atilde;o que re&uacute;ne 12 das principais imobili&aacute;rias da cidade.  
 
O aquecimento do setor de constru&ccedil;&atilde;o em todo o pa&iacute;s e a abertura de capital das empresas, com entrada de investimento estrangeiro em algumas construtoras de S&atilde;o Paulo, deram o sinal verde para que elas sa&iacute;ssem em busca de novos mercados. &quot;A oferta de cr&eacute;dito est&aacute; chegando a um p&uacute;blico novo&quot;, diz Ant&ocirc;nio Ferreira, diretor da Gafisa, que acredita que a demanda reprimida seja um pouco maior em Curitiba que em outras capitais por conta da &quot;atua&ccedil;&atilde;o de algumas incorporadoras&quot;. Traduzindo: a cidade teria sofrido mais que outras com golpes de empresas que quebraram, como a Encol.  
 
A mais antiga a desbravar essas terras, ao que consta, foi a Rossi Residencial, que lan&ccedil;ou o primeiro empreendimento no segundo semestre de 2005 e hoje j&aacute; chegou a seis e a um VGV (Valor Global de Venda) de R$ 200 milh&otilde;es. O resultado de R$ 50 milh&otilde;es em vendas em uma tradicional feira do setor, em agosto do ano passado, foi considerado excelente. Foi 50% maior que o do ano anterior.  
 
Trabalhando sempre com um parceiro local - no caso de Curitiba, com a Th&aacute; Incorporadora -, a Rossi tem planos de terminar 2009 com algo entre R$ 500 e R$ 600 milh&otilde;es a mais em VGV, com lan&ccedil;amentos em Curitiba e Regi&atilde;o Metropolitana. &quot;As construtoras paulistas j&aacute; ocupam um espa&ccedil;o importante&quot;, confirma Hugo Peretti Neto, presidente da Ademi-PR, associa&ccedil;&atilde;o que re&uacute;ne os dirigentes das empresas do setor.  
 
Em sua opini&atilde;o, as paulistas que mais ganham espa&ccedil;o s&atilde;o as que fizeram parceria com construtoras locais, uma vez que &quot;Curitiba &eacute; muito bairrista&quot;. Algumas construtoras, dizem especialistas, chegaram com &iacute;mpeto demasiado, marketing agressivo, muito diferente do que o consumidor local est&aacute; acostumado.  
 
&quot;O n&uacute;mero de constru&ccedil;&otilde;es est&aacute; bem acima da m&eacute;dia hist&oacute;rica&quot;, confirma o presidente da C&acirc;mara Setorial de Imobili&aacute;rias da Associa&ccedil;&atilde;o Comercial do Paran&aacute; (ACP), Jean Michel Galiano. Ele calcula que as vendas estejam entre 30% e 40% maiores, embora os dados sejam ainda iniciais, ressalva.  
 
As construtoras regionais n&atilde;o t&ecirc;m o mesmo poder de fogo e se ainda n&atilde;o sofreram com a chegada das paulistas, \\&quot;no m&iacute;nimo, sa&iacute;ram de uma posi&ccedil;&atilde;o confort&aacute;vel\\&quot;, avalia Galiano. &quot;Faz parte do jogo&quot;, concorda Luiz Nardelli, que n&atilde;o acredita que o grande n&uacute;mero de unidades em constru&ccedil;&atilde;o possa saturar o mercado em pouco tempo.  
 
As parcerias t&ecirc;m mesmo dado certo e est&atilde;o presentes na maioria dos neg&oacute;cios. &quot;O parceiro traduz o mercado pra gente; em Porto Alegre, por exemplo, a gente pode at&eacute; colocar a churrasqueira no meio da sala&quot;, brinca Paulo Weber, diretor de novos neg&oacute;cios da Rossi. A mesma estrat&eacute;gia &eacute; usada pela Cyrela, transformada em Goldsztein Cyrela no Rio Grande do Sul, que, por sua vez, opera com a paranaense Doria Constru&ccedil;&otilde;es Civis.  
 
Apesar de estarem apenas no segundo ano de atua&ccedil;&atilde;o no mercado curitibano, os vendedores da Gafisa j&aacute; captaram algumas singularidades locais. &quot;As vendas aqui s&atilde;o mais cadenciadas&quot;, revela Ferreira. O comprador de Curitiba &eacute; bem racional; olha muito, estuda o neg&oacute;cio e compra menos na planta do que em outras cidades, explica. O pico das vendas costuma acontecer quase no final da constru&ccedil;&atilde;o. &quot;Isso n&atilde;o &eacute; comum em outros locais em que atuamos&quot;, conta.  
 
A diretora de desenvolvimento da Fit Residencial, Daniela Ferrari, tamb&eacute;m percebe o comprador curitibano muito cauteloso e disciplinado. O tra&ccedil;o cultural deve realmente ser forte, porque a Fit, um bra&ccedil;o da Gafisa dedicado exclusivamente ao segmento econ&ocirc;mico (5 a 20 sal&aacute;rios m&iacute;nimos), fez seu primeiro lan&ccedil;amento na capital paranaense h&aacute; apenas tr&ecirc;s meses. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Valor em: 30/06/2008      
   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Miriam Karam     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Grandes construtoras paulistas desembarcam em Curitiba para disputar palmo a palmo os novos empreendimentos residenciais. &quot;Est&atilde;o todas aqui&quot;, atesta Luiz Nardelli, presidente da Redeim&oacute;veis, associa&ccedil;&atilde;o que re&uacute;ne 12 das principais imobili&aacute;rias da cidade. <br />
<br />
O aquecimento do setor de constru&ccedil;&atilde;o em todo o pa&iacute;s e a abertura de capital das empresas, com entrada de investimento estrangeiro em algumas construtoras de S&atilde;o Paulo, deram o sinal verde para que elas sa&iacute;ssem em busca de novos mercados. &quot;A oferta de cr&eacute;dito est&aacute; chegando a um p&uacute;blico novo&quot;, diz Ant&ocirc;nio Ferreira, diretor da Gafisa, que acredita que a demanda reprimida seja um pouco maior em Curitiba que em outras capitais por conta da &quot;atua&ccedil;&atilde;o de algumas incorporadoras&quot;. Traduzindo: a cidade teria sofrido mais que outras com golpes de empresas que quebraram, como a Encol. <br />
<br />
A mais antiga a desbravar essas terras, ao que consta, foi a Rossi Residencial, que lan&ccedil;ou o primeiro empreendimento no segundo semestre de 2005 e hoje j&aacute; chegou a seis e a um VGV (Valor Global de Venda) de R$ 200 milh&otilde;es. O resultado de R$ 50 milh&otilde;es em vendas em uma tradicional feira do setor, em agosto do ano passado, foi considerado excelente. Foi 50% maior que o do ano anterior. <br />
<br />
Trabalhando sempre com um parceiro local - no caso de Curitiba, com a Th&aacute; Incorporadora -, a Rossi tem planos de terminar 2009 com algo entre R$ 500 e R$ 600 milh&otilde;es a mais em VGV, com lan&ccedil;amentos em Curitiba e Regi&atilde;o Metropolitana. &quot;As construtoras paulistas j&aacute; ocupam um espa&ccedil;o importante&quot;, confirma Hugo Peretti Neto, presidente da Ademi-PR, associa&ccedil;&atilde;o que re&uacute;ne os dirigentes das empresas do setor. <br />
<br />
Em sua opini&atilde;o, as paulistas que mais ganham espa&ccedil;o s&atilde;o as que fizeram parceria com construtoras locais, uma vez que &quot;Curitiba &eacute; muito bairrista&quot;. Algumas construtoras, dizem especialistas, chegaram com &iacute;mpeto demasiado, marketing agressivo, muito diferente do que o consumidor local est&aacute; acostumado. <br />
<br />
&quot;O n&uacute;mero de constru&ccedil;&otilde;es est&aacute; bem acima da m&eacute;dia hist&oacute;rica&quot;, confirma o presidente da C&acirc;mara Setorial de Imobili&aacute;rias da Associa&ccedil;&atilde;o Comercial do Paran&aacute; (ACP), Jean Michel Galiano. Ele calcula que as vendas estejam entre 30% e 40% maiores, embora os dados sejam ainda iniciais, ressalva. <br />
<br />
As construtoras regionais n&atilde;o t&ecirc;m o mesmo poder de fogo e se ainda n&atilde;o sofreram com a chegada das paulistas, \\&quot;no m&iacute;nimo, sa&iacute;ram de uma posi&ccedil;&atilde;o confort&aacute;vel\\&quot;, avalia Galiano. &quot;Faz parte do jogo&quot;, concorda Luiz Nardelli, que n&atilde;o acredita que o grande n&uacute;mero de unidades em constru&ccedil;&atilde;o possa saturar o mercado em pouco tempo. <br />
<br />
As parcerias t&ecirc;m mesmo dado certo e est&atilde;o presentes na maioria dos neg&oacute;cios. &quot;O parceiro traduz o mercado pra gente; em Porto Alegre, por exemplo, a gente pode at&eacute; colocar a churrasqueira no meio da sala&quot;, brinca Paulo Weber, diretor de novos neg&oacute;cios da Rossi. A mesma estrat&eacute;gia &eacute; usada pela Cyrela, transformada em Goldsztein Cyrela no Rio Grande do Sul, que, por sua vez, opera com a paranaense Doria Constru&ccedil;&otilde;es Civis. <br />
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Apesar de estarem apenas no segundo ano de atua&ccedil;&atilde;o no mercado curitibano, os vendedores da Gafisa j&aacute; captaram algumas singularidades locais. &quot;As vendas aqui s&atilde;o mais cadenciadas&quot;, revela Ferreira. O comprador de Curitiba &eacute; bem racional; olha muito, estuda o neg&oacute;cio e compra menos na planta do que em outras cidades, explica. O pico das vendas costuma acontecer quase no final da constru&ccedil;&atilde;o. &quot;Isso n&atilde;o &eacute; comum em outros locais em que atuamos&quot;, conta. <br />
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A diretora de desenvolvimento da Fit Residencial, Daniela Ferrari, tamb&eacute;m percebe o comprador curitibano muito cauteloso e disciplinado. O tra&ccedil;o cultural deve realmente ser forte, porque a Fit, um bra&ccedil;o da Gafisa dedicado exclusivamente ao segmento econ&ocirc;mico (5 a 20 sal&aacute;rios m&iacute;nimos), fez seu primeiro lan&ccedil;amento na capital paranaense h&aacute; apenas tr&ecirc;s meses.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Valor em: 30/06/2008 </strong></font></strong></font></p>
<p><strong><font face=\"Verdana\" size=\"1\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\">Miriam Karam </font></font></strong></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Certificados imobiliários disparam e somam R$ 4,6 bi </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=42</link>
			<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=42</guid>
			<description><![CDATA[ A demanda aquecida no setor imobili&aacute;rio, com um grande aumento nos lan&ccedil;amentos de empreendimento e com uma baixa taxa de juros, est&aacute; fazendo com que cres&ccedil;a a emiss&atilde;o de Certificados Receb&iacute;veis Imobili&aacute;rios (CRI). Ao final do ano passado, o estoque registrado na C&acirc;mara de Cust&oacute;dia e Liquida&ccedil;&atilde;o (Cetip) era de R$ 2,281 bilh&otilde;es. At&eacute; ontem, esse volume chegou a R$ 4,601 bilh&otilde;es. A aplica&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima em CRI &eacute; de R$ 300 mil. 
 
Segundo Fernando Cruz, diretor da Brazilian Securities, empresas especializada em lan&ccedil;amentos desse tipo de papel, em outros pa&iacute;ses como Chile e Argentina, este tipo de negocia&ccedil;&atilde;o corresponde a 15% do Produto Interno Bruto (PIB). No M&eacute;xico chega a ficar acima de 50% e no Brasil corresponde a apenas 5% do PIB. \\&quot;Nosso mercado ainda &eacute; pequeno, mas tende a crescer. Desde 2004, o volume vem quase dobrando a cada ano\\&quot;, diz ele. 
 
Cruz lembra ainda que este fundo &eacute; voltado para investidores qualificados. J&aacute; existem, por&eacute;m, algumas formas de aplicar com um menor valor. Segundo ele, o CRI se torna um bom investimento para pessoa f&iacute;sica, por ser de longo prazo, de rende fixa e &eacute; atrelado ao &Iacute;ndice Geral de Pre&ccedil;os do Mercado (IGP-M) e, ainda, isento de Imposto de Renda (IR). 
 
O CRI &eacute; uma opera&ccedil;&atilde;o securitiz&aacute;vel, ou seja, tem por objetivo segregar receb&iacute;veis imobili&aacute;rios (alugu&eacute;is ou financiamentos) de uma determinada empresa ou grupo. Fazendo isso, &eacute; poss&iacute;vel segregar o risco final e oferecer garantias ao investidor. 
 
Para o professor de Finan&ccedil;as do Ibmec S&atilde;o Paulo, Ricardo Almeida, este tipo de capta&ccedil;&atilde;o &eacute; muito bom para as construtoras. \\&quot;&Eacute; uma forma saud&aacute;vel de captar dinheiro, este &eacute; um t&iacute;tulo que est&aacute; em crescimento devido ao grande n&uacute;mero de lan&ccedil;amentos alcan&ccedil;ados at&eacute; agora. O CRI ainda traz uma maior garantia &agrave; construtora\\&quot;, diz ele. 
 
O professor de Mercado Financeiro da Trevisan Escola de Neg&oacute;cios, Alcides Leite, tamb&eacute;m acredita que este &eacute; uma boa maneira de captar recursos. \\&quot;Este &eacute; um setor que est&aacute; se abrindo no Pa&iacute;s, que vem se consolidando, e a emiss&atilde;o de CRI &eacute; mais barata para a construtora do que o financiamento, por isso ela se torna uma melhor op&ccedil;&atilde;o\\&quot;, diz o professor. 
 
Segundo Almeida, o volume que est&aacute; sendo negociado na Cetip ainda &eacute; pequeno em rela&ccedil;&atilde;o ao grande n&uacute;mero de empreendimentos imobili&aacute;rios que est&atilde;o sendo lan&ccedil;ados. \\&quot;Acho que o volume de neg&oacute;cios deve aumentar bastante nos pr&oacute;ximos anos. Neste primeiro semestre j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel ver que temos uma grande quantidade de lan&ccedil;amentos. Algumas modalidades de fundo de investimento j&aacute; possuem CRI na carteira\\&quot;, acrescenta. Almeida lembra que o t&iacute;tulo &eacute; mais interessante para as construtoras do que a emiss&atilde;o de deb&ecirc;ntures, pela menor taxa de remunera&ccedil;&atilde;o. 
 
\\&quot;O volume em negocia&ccedil;&otilde;es de CRI ainda vai crescer muito, esta &eacute; uma opera&ccedil;&atilde;o nova no mercado brasileiro come&ccedil;ou em 1997, por isso n&atilde;o atrai o n&uacute;mero esperado de investidores. H&aacute; bastante capital que n&atilde;o &eacute; alocado no setor imobili&aacute;rio, e, com o crescimento do setor, passar&aacute; a aumentar a cada ano\\&quot;, afirma Almeida. 
 
Os bancos s&atilde;o esperados para entrar no mercado de securitiza&ccedil;&atilde;o. Mas ainda existem poucas opera&ccedil;&otilde;es de CRI no mercado, pelo fato de esses pap&eacute;is serem indexados &agrave; Taxa Referencial (TR) e n&atilde;o aos &iacute;ndices de infla&ccedil;&atilde;o. A TR fechou o ano passado com um &iacute;ndice de 1,4% em todo o ano, e serve tamb&eacute;m como indexador da poupan&ccedil;a. Atualmente, para atrair mais investidores, as securitizadoras j&aacute; usam &iacute;ndices de infla&ccedil;&atilde;o como indexadores da opera&ccedil;&atilde;o com esse tipo de papel. 
 
 
Alcides Leite n&atilde;o acredita que os bancos devam entrar no mercado de CRI. \\&quot;Acho que n&atilde;o &eacute; interessante para os bancos. As institui&ccedil;&otilde;es financeiras v&atilde;o continuar intermediando as negocia&ccedil;&otilde;es, como coordenadores de lan&ccedil;amentos feitos por construtoras, e n&atilde;o devem fazer parte dos neg&oacute;cios diretamente\\&quot;, afirma ele. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   DCI em: 26/06/2008      
   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Eduardo Puccioni     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>A demanda aquecida no setor imobili&aacute;rio, com um grande aumento nos lan&ccedil;amentos de empreendimento e com uma baixa taxa de juros, est&aacute; fazendo com que cres&ccedil;a a emiss&atilde;o de Certificados Receb&iacute;veis Imobili&aacute;rios (CRI). Ao final do ano passado, o estoque registrado na C&acirc;mara de Cust&oacute;dia e Liquida&ccedil;&atilde;o (Cetip) era de R$ 2,281 bilh&otilde;es. At&eacute; ontem, esse volume chegou a R$ 4,601 bilh&otilde;es. A aplica&ccedil;&atilde;o m&iacute;nima em CRI &eacute; de R$ 300 mil.<br />
<br />
Segundo Fernando Cruz, diretor da Brazilian Securities, empresas especializada em lan&ccedil;amentos desse tipo de papel, em outros pa&iacute;ses como Chile e Argentina, este tipo de negocia&ccedil;&atilde;o corresponde a 15% do Produto Interno Bruto (PIB). No M&eacute;xico chega a ficar acima de 50% e no Brasil corresponde a apenas 5% do PIB. \\&quot;Nosso mercado ainda &eacute; pequeno, mas tende a crescer. Desde 2004, o volume vem quase dobrando a cada ano\\&quot;, diz ele.<br />
<br />
Cruz lembra ainda que este fundo &eacute; voltado para investidores qualificados. J&aacute; existem, por&eacute;m, algumas formas de aplicar com um menor valor. Segundo ele, o CRI se torna um bom investimento para pessoa f&iacute;sica, por ser de longo prazo, de rende fixa e &eacute; atrelado ao &Iacute;ndice Geral de Pre&ccedil;os do Mercado (IGP-M) e, ainda, isento de Imposto de Renda (IR).<br />
<br />
O CRI &eacute; uma opera&ccedil;&atilde;o securitiz&aacute;vel, ou seja, tem por objetivo segregar receb&iacute;veis imobili&aacute;rios (alugu&eacute;is ou financiamentos) de uma determinada empresa ou grupo. Fazendo isso, &eacute; poss&iacute;vel segregar o risco final e oferecer garantias ao investidor.<br />
<br />
Para o professor de Finan&ccedil;as do Ibmec S&atilde;o Paulo, Ricardo Almeida, este tipo de capta&ccedil;&atilde;o &eacute; muito bom para as construtoras. \\&quot;&Eacute; uma forma saud&aacute;vel de captar dinheiro, este &eacute; um t&iacute;tulo que est&aacute; em crescimento devido ao grande n&uacute;mero de lan&ccedil;amentos alcan&ccedil;ados at&eacute; agora. O CRI ainda traz uma maior garantia &agrave; construtora\\&quot;, diz ele.<br />
<br />
O professor de Mercado Financeiro da Trevisan Escola de Neg&oacute;cios, Alcides Leite, tamb&eacute;m acredita que este &eacute; uma boa maneira de captar recursos. \\&quot;Este &eacute; um setor que est&aacute; se abrindo no Pa&iacute;s, que vem se consolidando, e a emiss&atilde;o de CRI &eacute; mais barata para a construtora do que o financiamento, por isso ela se torna uma melhor op&ccedil;&atilde;o\\&quot;, diz o professor.<br />
<br />
Segundo Almeida, o volume que est&aacute; sendo negociado na Cetip ainda &eacute; pequeno em rela&ccedil;&atilde;o ao grande n&uacute;mero de empreendimentos imobili&aacute;rios que est&atilde;o sendo lan&ccedil;ados. \\&quot;Acho que o volume de neg&oacute;cios deve aumentar bastante nos pr&oacute;ximos anos. Neste primeiro semestre j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel ver que temos uma grande quantidade de lan&ccedil;amentos. Algumas modalidades de fundo de investimento j&aacute; possuem CRI na carteira\\&quot;, acrescenta. Almeida lembra que o t&iacute;tulo &eacute; mais interessante para as construtoras do que a emiss&atilde;o de deb&ecirc;ntures, pela menor taxa de remunera&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
\\&quot;O volume em negocia&ccedil;&otilde;es de CRI ainda vai crescer muito, esta &eacute; uma opera&ccedil;&atilde;o nova no mercado brasileiro come&ccedil;ou em 1997, por isso n&atilde;o atrai o n&uacute;mero esperado de investidores. H&aacute; bastante capital que n&atilde;o &eacute; alocado no setor imobili&aacute;rio, e, com o crescimento do setor, passar&aacute; a aumentar a cada ano\\&quot;, afirma Almeida.<br />
<br />
Os bancos s&atilde;o esperados para entrar no mercado de securitiza&ccedil;&atilde;o. Mas ainda existem poucas opera&ccedil;&otilde;es de CRI no mercado, pelo fato de esses pap&eacute;is serem indexados &agrave; Taxa Referencial (TR) e n&atilde;o aos &iacute;ndices de infla&ccedil;&atilde;o. A TR fechou o ano passado com um &iacute;ndice de 1,4% em todo o ano, e serve tamb&eacute;m como indexador da poupan&ccedil;a. Atualmente, para atrair mais investidores, as securitizadoras j&aacute; usam &iacute;ndices de infla&ccedil;&atilde;o como indexadores da opera&ccedil;&atilde;o com esse tipo de papel.<br />
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Alcides Leite n&atilde;o acredita que os bancos devam entrar no mercado de CRI. \\&quot;Acho que n&atilde;o &eacute; interessante para os bancos. As institui&ccedil;&otilde;es financeiras v&atilde;o continuar intermediando as negocia&ccedil;&otilde;es, como coordenadores de lan&ccedil;amentos feitos por construtoras, e n&atilde;o devem fazer parte dos neg&oacute;cios diretamente\\&quot;, afirma ele.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>DCI em: 26/06/2008 </strong></font></strong></font></p>
<p><strong><font face=\"Verdana\" size=\"1\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\">Eduardo Puccioni </font></font></strong></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Caixa negocia com governo a primeira emissão de CRI </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=43</link>
			<pubDate>Thu, 26 Jun 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=43</guid>
			<description><![CDATA[ Uma das apostas dos bancos para que o financiamento imobili&aacute;rio deslanche &eacute; a securitiza&ccedil;&atilde;o das opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito. Esse modelo, baseado na emiss&atilde;o de certificados de receb&iacute;veis imobili&aacute;rios (CRI) j&aacute; est&aacute; na pauta da Caixa Econ&ocirc;mica Federal. 
 
A institui&ccedil;&atilde;o negocia com a equipe econ&ocirc;mica do governo uma forma para montar sua primeira emiss&atilde;o sem comprometer a exig&ecirc;ncia do Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN) de destina&ccedil;&atilde;o de 65% da caderneta para o financiamento de im&oacute;veis. \\&quot;A expectativa &eacute; que no segundo semestre seja encontrada uma solu&ccedil;&atilde;o. A modelagem ainda n&atilde;o est&aacute; definida, mas estamos empenhados na discuss&atilde;o\\&quot;, afirma M&aacute;rcio Percival Alves Pinto, vice-presidente da Caixa. 
 
Segundo ele, a &aacute;rea imobili&aacute;ria &eacute; um dos pilares do crescimento econ&ocirc;mico e alternativas de financiamento s&atilde;o muito bem-vindas, mas o cumprimento da meta do CMN &eacute; a grande dificuldade para a securitiza&ccedil;&atilde;o. Isso porque, em uma emiss&atilde;o de CRI, os cr&eacute;ditos que lastreiam a opera&ccedil;&atilde;o saem do balan&ccedil;o e deixam de ser computados no c&aacute;lculo. Se n&atilde;o cumprem a meta de 65%, mesmo que tenham concedidos os cr&eacute;ditos, os bancos s&atilde;o penalizados. 
 
Por outro lado, as institui&ccedil;&otilde;es entendem que esse mercado &eacute; importante para substituir os recursos da poupan&ccedil;a com fonte de recursos. Isso porque, apesar do hist&oacute;rico de estabilidade da caderneta, esse investimento tem caracter&iacute;stica de curto prazo, enquanto os empr&eacute;stimos da habita&ccedil;&atilde;o est&atilde;o cada vez mais longos e j&aacute; chegam a 30 anos. 
 
A Caixa n&atilde;o descarta o direcionamento do cr&eacute;dito, por entender que &eacute; um instrumento do governo para estimular setores estrat&eacute;gicos da economia, mas avalia que a poupan&ccedil;a seria mais compat&iacute;vel com o financiamento das construtoras, mais curtos, enquanto a emiss&atilde;o de t&iacute;tulos securitizados como o CRI serviria para financiar o cliente por prazos mais longos. 
 
Al&eacute;m disso, a poupan&ccedil;a j&aacute; come&ccedil;a a atingir o limite, segundo an&aacute;lise da Link Corretora. Em relat&oacute;rio, a corretora avalia que o crescente interesse demonstrado pelos bancos pode ficar comprometido caso n&atilde;o haja novas fontes de recursos. Com o aumento da demanda, disse a corretora, o sistema de poupan&ccedil;a come&ccedil;a a dar sinais de em menos de dois anos estar&aacute; sobrecarregado. 
 
Os bancos j&aacute; deram in&iacute;cio &agrave;s emiss&otilde;es, mas ainda de forma t&iacute;mida. No ano passado, o Banco Real fez a primeira oferta p&uacute;blica, estruturada pela Brazilian Securities, no valor de R$ 86,4 milh&otilde;es. 
 
Neste ano, em maio, a Cibrasec, empresa securitizadora controlada pelos grandes bancos, realizou duas emiss&otilde;es privadas que totalizam R$ 250 milh&otilde;es, sendo a maior parte lastreada por ativos de opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito fora do Sistema Financeiro da Habita&ccedil;&atilde;o (SFH), ou seja, que n&atilde;o utilizam recursos da poupan&ccedil;a (im&oacute;veis acima de R$ 350 mil ou compra de um segundo im&oacute;vel). 
 
Foram duas s&eacute;ries, compradas por bancos. A primeira delas, de R$ 22,529 milh&otilde;es, pagou juros de 12% ao ano mais taxa referencial (TR) e teve prazo final de 297 meses, sendo o prazo m&eacute;dio no fluxo de amortiza&ccedil;&otilde;es de 82 meses. A segunda foi de R$ 222,9 milh&otilde;es, com taxa de 10% ao ano mais TR, prazo final de 252 meses e prazo m&eacute;dio de 146 meses. 
 
O mercado de CRI est&aacute; aquecido neste come&ccedil;o de ano, mas a maior parte das emiss&otilde;es ainda &eacute; composta pelos chamados receb&iacute;veis comerciais, ou seja, de opera&ccedil;&otilde;es estruturadas (built-to-suit) ou de t&iacute;tulos lastreados em alugu&eacute;is de im&oacute;veis corporativos. O volume CRI lan&ccedil;ado neste ano atingiu R$ 2,1 bilh&atilde;o no primeiro semestre, 36% superior ao total do ano passado. 
 
A expectativa dos bancos &eacute; que mercado de t&iacute;tulos residenciais deva crescer mesmo em 2009. Em recente entrevista ao Valor, Norberto Barbedo, vice-presidente do Bradesco, afirmou que a acelera&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es deve fazer com que os empr&eacute;stimos superem as exig&ecirc;ncias de direcionamento de 65% dos recursos da caderneta de poupan&ccedil;a j&aacute; no pr&oacute;ximo ano, permitindo que os grandes iniciem a securitiza&ccedil;&atilde;o por meio de CRI. 
 
Roberto Zanr&eacute;, gerente da Cibrasec, concorda que as emiss&otilde;es devem come&ccedil;ar a aparecer no meio do pr&oacute;ximo ano. &quot;H&aacute; um grande volume de lan&ccedil;amentos imobili&aacute;rios programados para o pr&oacute;ximo ano e talvez o volume de empr&eacute;stimos possa suplantar oferta de credito imobili&aacute;rio e a diferen&ccedil;a de fluxo ser canalizada para a securitiza&ccedil;&atilde;o&quot;. 
 
Esse caminho j&aacute; come&ccedil;ou a ser seguido pelos bancos m&eacute;dios, conta Glauber Santos, diretor da RB Capital (antiga Rio Bravo Cr&eacute;dito). &quot;Tem havido uma demanda grande e crescente de pequenos bancos com carteira hipotecaria que est&atilde;o nascendo nesse mercado e n&atilde;o t&ecirc;m o funding correto&quot;. A securitizadora tem feito acordo com essas institui&ccedil;&otilde;es para adquirir os cr&eacute;ditos por taxas que variam de 8% a 10% mais a varia&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o. 
 
Outro movimento que come&ccedil;a a se intensificar no mercado &eacute; a venda de cr&eacute;ditos residenciais por parte das construtoras para estrutura&ccedil;&atilde;o de CRI. &quot;H&aacute; uma necessidade de financiamento maior no mercado imobili&aacute;rio&quot;, afirma Andr&eacute; Bergstein, diretor da Brazilian Securities. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Valor em: 26/06/2008      
   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Fernando Travaglini     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Uma das apostas dos bancos para que o financiamento imobili&aacute;rio deslanche &eacute; a securitiza&ccedil;&atilde;o das opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito. Esse modelo, baseado na emiss&atilde;o de certificados de receb&iacute;veis imobili&aacute;rios (CRI) j&aacute; est&aacute; na pauta da Caixa Econ&ocirc;mica Federal.<br />
<br />
A institui&ccedil;&atilde;o negocia com a equipe econ&ocirc;mica do governo uma forma para montar sua primeira emiss&atilde;o sem comprometer a exig&ecirc;ncia do Conselho Monet&aacute;rio Nacional (CMN) de destina&ccedil;&atilde;o de 65% da caderneta para o financiamento de im&oacute;veis. \\&quot;A expectativa &eacute; que no segundo semestre seja encontrada uma solu&ccedil;&atilde;o. A modelagem ainda n&atilde;o est&aacute; definida, mas estamos empenhados na discuss&atilde;o\\&quot;, afirma M&aacute;rcio Percival Alves Pinto, vice-presidente da Caixa.<br />
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Segundo ele, a &aacute;rea imobili&aacute;ria &eacute; um dos pilares do crescimento econ&ocirc;mico e alternativas de financiamento s&atilde;o muito bem-vindas, mas o cumprimento da meta do CMN &eacute; a grande dificuldade para a securitiza&ccedil;&atilde;o. Isso porque, em uma emiss&atilde;o de CRI, os cr&eacute;ditos que lastreiam a opera&ccedil;&atilde;o saem do balan&ccedil;o e deixam de ser computados no c&aacute;lculo. Se n&atilde;o cumprem a meta de 65%, mesmo que tenham concedidos os cr&eacute;ditos, os bancos s&atilde;o penalizados.<br />
<br />
Por outro lado, as institui&ccedil;&otilde;es entendem que esse mercado &eacute; importante para substituir os recursos da poupan&ccedil;a com fonte de recursos. Isso porque, apesar do hist&oacute;rico de estabilidade da caderneta, esse investimento tem caracter&iacute;stica de curto prazo, enquanto os empr&eacute;stimos da habita&ccedil;&atilde;o est&atilde;o cada vez mais longos e j&aacute; chegam a 30 anos.<br />
<br />
A Caixa n&atilde;o descarta o direcionamento do cr&eacute;dito, por entender que &eacute; um instrumento do governo para estimular setores estrat&eacute;gicos da economia, mas avalia que a poupan&ccedil;a seria mais compat&iacute;vel com o financiamento das construtoras, mais curtos, enquanto a emiss&atilde;o de t&iacute;tulos securitizados como o CRI serviria para financiar o cliente por prazos mais longos.<br />
<br />
Al&eacute;m disso, a poupan&ccedil;a j&aacute; come&ccedil;a a atingir o limite, segundo an&aacute;lise da Link Corretora. Em relat&oacute;rio, a corretora avalia que o crescente interesse demonstrado pelos bancos pode ficar comprometido caso n&atilde;o haja novas fontes de recursos. Com o aumento da demanda, disse a corretora, o sistema de poupan&ccedil;a come&ccedil;a a dar sinais de em menos de dois anos estar&aacute; sobrecarregado.<br />
<br />
Os bancos j&aacute; deram in&iacute;cio &agrave;s emiss&otilde;es, mas ainda de forma t&iacute;mida. No ano passado, o Banco Real fez a primeira oferta p&uacute;blica, estruturada pela Brazilian Securities, no valor de R$ 86,4 milh&otilde;es.<br />
<br />
Neste ano, em maio, a Cibrasec, empresa securitizadora controlada pelos grandes bancos, realizou duas emiss&otilde;es privadas que totalizam R$ 250 milh&otilde;es, sendo a maior parte lastreada por ativos de opera&ccedil;&otilde;es de cr&eacute;dito fora do Sistema Financeiro da Habita&ccedil;&atilde;o (SFH), ou seja, que n&atilde;o utilizam recursos da poupan&ccedil;a (im&oacute;veis acima de R$ 350 mil ou compra de um segundo im&oacute;vel).<br />
<br />
Foram duas s&eacute;ries, compradas por bancos. A primeira delas, de R$ 22,529 milh&otilde;es, pagou juros de 12% ao ano mais taxa referencial (TR) e teve prazo final de 297 meses, sendo o prazo m&eacute;dio no fluxo de amortiza&ccedil;&otilde;es de 82 meses. A segunda foi de R$ 222,9 milh&otilde;es, com taxa de 10% ao ano mais TR, prazo final de 252 meses e prazo m&eacute;dio de 146 meses.<br />
<br />
O mercado de CRI est&aacute; aquecido neste come&ccedil;o de ano, mas a maior parte das emiss&otilde;es ainda &eacute; composta pelos chamados receb&iacute;veis comerciais, ou seja, de opera&ccedil;&otilde;es estruturadas (built-to-suit) ou de t&iacute;tulos lastreados em alugu&eacute;is de im&oacute;veis corporativos. O volume CRI lan&ccedil;ado neste ano atingiu R$ 2,1 bilh&atilde;o no primeiro semestre, 36% superior ao total do ano passado.<br />
<br />
A expectativa dos bancos &eacute; que mercado de t&iacute;tulos residenciais deva crescer mesmo em 2009. Em recente entrevista ao Valor, Norberto Barbedo, vice-presidente do Bradesco, afirmou que a acelera&ccedil;&atilde;o das concess&otilde;es deve fazer com que os empr&eacute;stimos superem as exig&ecirc;ncias de direcionamento de 65% dos recursos da caderneta de poupan&ccedil;a j&aacute; no pr&oacute;ximo ano, permitindo que os grandes iniciem a securitiza&ccedil;&atilde;o por meio de CRI.<br />
<br />
Roberto Zanr&eacute;, gerente da Cibrasec, concorda que as emiss&otilde;es devem come&ccedil;ar a aparecer no meio do pr&oacute;ximo ano. &quot;H&aacute; um grande volume de lan&ccedil;amentos imobili&aacute;rios programados para o pr&oacute;ximo ano e talvez o volume de empr&eacute;stimos possa suplantar oferta de credito imobili&aacute;rio e a diferen&ccedil;a de fluxo ser canalizada para a securitiza&ccedil;&atilde;o&quot;.<br />
<br />
Esse caminho j&aacute; come&ccedil;ou a ser seguido pelos bancos m&eacute;dios, conta Glauber Santos, diretor da RB Capital (antiga Rio Bravo Cr&eacute;dito). &quot;Tem havido uma demanda grande e crescente de pequenos bancos com carteira hipotecaria que est&atilde;o nascendo nesse mercado e n&atilde;o t&ecirc;m o funding correto&quot;. A securitizadora tem feito acordo com essas institui&ccedil;&otilde;es para adquirir os cr&eacute;ditos por taxas que variam de 8% a 10% mais a varia&ccedil;&atilde;o da infla&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Outro movimento que come&ccedil;a a se intensificar no mercado &eacute; a venda de cr&eacute;ditos residenciais por parte das construtoras para estrutura&ccedil;&atilde;o de CRI. &quot;H&aacute; uma necessidade de financiamento maior no mercado imobili&aacute;rio&quot;, afirma Andr&eacute; Bergstein, diretor da Brazilian Securities.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Valor em: 26/06/2008 </strong></font></strong></font></p>
<p><strong><font face=\"Verdana\" size=\"1\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\">Fernando Travaglini </font></font></strong></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Moradia Digna </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=41</link>
			<pubDate>Mon, 16 Jun 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=41</guid>
			<description><![CDATA[ Quando milh&otilde;es de pessoas habitam de forma indigna, toda a sociedade &eacute; prejudicada. As cidades se deterioram. As fam&iacute;lias atingidas se desagregam. A baixa qualidade de vida e a aus&ecirc;ncia de saneamento abalam a sa&uacute;de. Aumentam a exclus&atilde;o social e a criminalidade.  
 
O Estado tamb&eacute;m &eacute; prejudicado. Recursos direcionados &agrave; educa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o desperdi&ccedil;ados. Doen&ccedil;as e interna&ccedil;&otilde;es oneram o sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de. Cidad&atilde;os marginalizados n&atilde;o produzem nem contribuem com a arrecada&ccedil;&atilde;o. O aparato policial e prisional exige cada vez mais recursos que poderiam ser utilizados em outras finalidades.  
 
Por mais que se esforcem, os agentes p&uacute;blicos n&atilde;o conseguem prover o direito constitucional &agrave; moradia. Programas de governo n&atilde;o disp&otilde;em de recursos suficientes para erradicar o d&eacute;ficit habitacional. Verbas do Or&ccedil;amento s&atilde;o destinadas a aumentar o superavit fiscal quando poderiam subsidiar as fam&iacute;lias pobres no acesso &agrave; casa pr&oacute;pria.  
 
Se o Estado sempre direcionasse uma pequena parte de seu Or&ccedil;amento para solucionar o problema, ele faria muito mais do que erradicar o d&eacute;ficit habitacional. Daria dignidade a milh&otilde;es de fam&iacute;lias. Diminuiria os gastos p&uacute;blicos em seguran&ccedil;a e sa&uacute;de. E nos colocaria no rumo do desenvolvimento sustentado.  
 
Com esta vis&atilde;o, ser&aacute; lan&ccedil;ada na quarta-feira, em Bras&iacute;lia, a Campanha Nacional Moradia Digna - Uma Prioridade Social. Ela uniu os quatro movimentos nacionais pela moradia Conam, MNLM, UNP e CMP; as principais centrais sindicais; o F&oacute;rum de Secret&aacute;rios Estaduais da Habita&ccedil;&atilde;o; a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Cohabs; as Frentes Parlamentares de Habita&ccedil;&atilde;o e pela Reforma Urbana, e as entidades da cadeia produtiva da constru&ccedil;&atilde;o nacional CBIC, de materiais Abramat eAnamaco, de cimento ABCE entre outras.  
 
Esta ampla mobiliza&ccedil;&atilde;o, que conta com o apoio do SindusCon-SP e das demais entidades da constru&ccedil;&atilde;o de todo o pa&iacute;s, objetiva assegurar recursos do Or&ccedil;amento para subsidiar as fam&iacute;lias de baixa renda no acesso &agrave; habita&ccedil;&atilde;o.  
 
No lan&ccedil;amento, ser&aacute; apresentada &agrave; C&acirc;mara dos Deputados a proposta de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional), visando garantir a destina&ccedil;&atilde;o de no m&iacute;nimo 2% da arrecada&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o e 1% da arrecada&ccedil;&atilde;o dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic&iacute;pios aos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais de Habita&ccedil;&atilde;o de Interesse Social.  
 
A medida vigoraria por 30 anos ou at&eacute; a erradica&ccedil;&atilde;o do d&eacute;ficit habitacional. Para novembro, planeja-se uma grande mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional, com vistas &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o da PEC.  
 
Este &eacute; o instrumento proposto para assegurar que o direito &agrave; moradia digna tenha a perenidade de uma pol&iacute;tica de Estado e n&atilde;o somente a transitoriedade que caracteriza as pol&iacute;ticas de governo. A garantia de um m&iacute;nimo de verbas or&ccedil;amentarias possibilitar&aacute; &agrave;s fam&iacute;lias de baixa renda contarem com um fluxo de recursos cont&iacute;nuo e livre de oscila&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas.  
 
Repassadas na forma de subs&iacute;dios, essas verbas permitir&atilde;o &agrave;s fam&iacute;lias carentes complementarem, com recursos pr&oacute;prios e financiamentos do mercado, o volume necess&aacute;rio para terem acesso a uma habita&ccedil;&atilde;o decente.  
 
Desta forma, os gestores p&uacute;blicos finalmente v&atilde;o dispor de um instrumento eficiente para assegurar a todos os brasileiros o exerc&iacute;cio de um direito constitucional. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Folha de S&atilde;o Paulo Janel em: 16/06/2008     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Quando milh&otilde;es de pessoas habitam de forma indigna, toda a sociedade &eacute; prejudicada. As cidades se deterioram. As fam&iacute;lias atingidas se desagregam. A baixa qualidade de vida e a aus&ecirc;ncia de saneamento abalam a sa&uacute;de. Aumentam a exclus&atilde;o social e a criminalidade. <br />
<br />
O Estado tamb&eacute;m &eacute; prejudicado. Recursos direcionados &agrave; educa&ccedil;&atilde;o s&atilde;o desperdi&ccedil;ados. Doen&ccedil;as e interna&ccedil;&otilde;es oneram o sistema p&uacute;blico de sa&uacute;de. Cidad&atilde;os marginalizados n&atilde;o produzem nem contribuem com a arrecada&ccedil;&atilde;o. O aparato policial e prisional exige cada vez mais recursos que poderiam ser utilizados em outras finalidades. <br />
<br />
Por mais que se esforcem, os agentes p&uacute;blicos n&atilde;o conseguem prover o direito constitucional &agrave; moradia. Programas de governo n&atilde;o disp&otilde;em de recursos suficientes para erradicar o d&eacute;ficit habitacional. Verbas do Or&ccedil;amento s&atilde;o destinadas a aumentar o superavit fiscal quando poderiam subsidiar as fam&iacute;lias pobres no acesso &agrave; casa pr&oacute;pria. <br />
<br />
Se o Estado sempre direcionasse uma pequena parte de seu Or&ccedil;amento para solucionar o problema, ele faria muito mais do que erradicar o d&eacute;ficit habitacional. Daria dignidade a milh&otilde;es de fam&iacute;lias. Diminuiria os gastos p&uacute;blicos em seguran&ccedil;a e sa&uacute;de. E nos colocaria no rumo do desenvolvimento sustentado. <br />
<br />
Com esta vis&atilde;o, ser&aacute; lan&ccedil;ada na quarta-feira, em Bras&iacute;lia, a Campanha Nacional Moradia Digna - Uma Prioridade Social. Ela uniu os quatro movimentos nacionais pela moradia Conam, MNLM, UNP e CMP; as principais centrais sindicais; o F&oacute;rum de Secret&aacute;rios Estaduais da Habita&ccedil;&atilde;o; a Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Cohabs; as Frentes Parlamentares de Habita&ccedil;&atilde;o e pela Reforma Urbana, e as entidades da cadeia produtiva da constru&ccedil;&atilde;o nacional CBIC, de materiais Abramat eAnamaco, de cimento ABCE entre outras. <br />
<br />
Esta ampla mobiliza&ccedil;&atilde;o, que conta com o apoio do SindusCon-SP e das demais entidades da constru&ccedil;&atilde;o de todo o pa&iacute;s, objetiva assegurar recursos do Or&ccedil;amento para subsidiar as fam&iacute;lias de baixa renda no acesso &agrave; habita&ccedil;&atilde;o. <br />
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No lan&ccedil;amento, ser&aacute; apresentada &agrave; C&acirc;mara dos Deputados a proposta de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional), visando garantir a destina&ccedil;&atilde;o de no m&iacute;nimo 2% da arrecada&ccedil;&atilde;o da Uni&atilde;o e 1% da arrecada&ccedil;&atilde;o dos Estados, do Distrito Federal e dos Munic&iacute;pios aos Fundos Nacional, Estaduais e Municipais de Habita&ccedil;&atilde;o de Interesse Social. <br />
<br />
A medida vigoraria por 30 anos ou at&eacute; a erradica&ccedil;&atilde;o do d&eacute;ficit habitacional. Para novembro, planeja-se uma grande mobiliza&ccedil;&atilde;o nacional, com vistas &agrave; aprova&ccedil;&atilde;o da PEC. <br />
<br />
Este &eacute; o instrumento proposto para assegurar que o direito &agrave; moradia digna tenha a perenidade de uma pol&iacute;tica de Estado e n&atilde;o somente a transitoriedade que caracteriza as pol&iacute;ticas de governo. A garantia de um m&iacute;nimo de verbas or&ccedil;amentarias possibilitar&aacute; &agrave;s fam&iacute;lias de baixa renda contarem com um fluxo de recursos cont&iacute;nuo e livre de oscila&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas. <br />
<br />
Repassadas na forma de subs&iacute;dios, essas verbas permitir&atilde;o &agrave;s fam&iacute;lias carentes complementarem, com recursos pr&oacute;prios e financiamentos do mercado, o volume necess&aacute;rio para terem acesso a uma habita&ccedil;&atilde;o decente. <br />
<br />
Desta forma, os gestores p&uacute;blicos finalmente v&atilde;o dispor de um instrumento eficiente para assegurar a todos os brasileiros o exerc&iacute;cio de um direito constitucional.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Folha de S&atilde;o Paulo Janel em: 16/06/2008</strong></font></strong></font></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Dicas para mobiliar a sua casa, o seu apartamento</title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=36</link>
			<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=36</guid>
			<description><![CDATA[Quem compra ou aluga um im&oacute;vel mal assina o contrato e j&aacute; come&ccedil;a a planejar a decora&ccedil;&atilde;o da casa nova. Mas em tempos econ&ocirc;micos e dif&iacute;ceis como agora, muitas vezes, a vontade de morar num espa&ccedil;o bonito e personalizado esbarra na quest&atilde;o financeira. Quando se v&ecirc;, a compra (ou loca&ccedil;&atilde;o), as despesas legais e a mudan&ccedil;a j&aacute; reduziram &mdash; e muito &mdash; o saldo da conta banc&aacute;ria. Para aqueles que se encontram exatamente nessa fase, v&atilde;o algumas dicas de como come&ccedil;ar a decorar a sua casa, o seu apartamento. 
 
Quem muda vai precisar de um kit b&aacute;sico para atender as necessidades de dormir, comer e sentar. Vai ser preciso comprar uma cama, uma mesa (para cozinha ou sala de jantar) e um sof&aacute;. N&atilde;o vale a pena comprar m&oacute;veis precipitadamente e correr o risco de gastar com pe&ccedil;as descart&aacute;veis. Tenha poucos, mas bons m&oacute;veis. Pe&ccedil;as de boa qualidade perduram no tempo e se tiverem um bom design, melhor ainda. A tend&ecirc;ncia aponta para decora&ccedil;&otilde;es simples com m&oacute;veis modernos. 
 
O quarto dever&aacute; receber uma cama confort&aacute;vel e arm&aacute;rios. A cozinha deve ser equipada e tamb&eacute;m receber bons arm&aacute;rios. No living, sof&aacute;s b&aacute;sicos com linhas simples e propor&ccedil;&otilde;es condizentes com a &aacute;rea do im&oacute;vel s&atilde;o bem-vindos. Capas de algod&atilde;o para os estofados &eacute; outra dica interessante, al&eacute;m de serem f&aacute;ceis de lavar, ajudam a diversificar a decora&ccedil;&atilde;o depois de algum tempo. 
 
Com o tempo uma mesa de centro e outra lateral, pufes e banquetas poder&atilde;o completar a decora&ccedil;&atilde;o. Um quadro ou painel fotogr&aacute;fico, uma lumin&aacute;ria e espa&ccedil;os sem muitos objetos e cortinas. Cuidado para n&atilde;o entulhar seus ambientes, est&aacute; fora de moda e, al&eacute;m disso, dificulta a limpeza das &aacute;reas. &Eacute; melhor pecar pela falta do que pelo excesso.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<img src="http://www.fenicia.net//imagens/noticias/decorar.jpg" alt="Dicas para mobiliar a sua casa, o seu apartamento" align="left" />
						Quem compra ou aluga um im&oacute;vel mal assina o contrato e j&aacute; come&ccedil;a a planejar a decora&ccedil;&atilde;o da casa nova. Mas em tempos econ&ocirc;micos e dif&iacute;ceis como agora, muitas vezes, a vontade de morar num espa&ccedil;o bonito e personalizado esbarra na quest&atilde;o financeira. Quando se v&ecirc;, a compra (ou loca&ccedil;&atilde;o), as despesas legais e a mudan&ccedil;a j&aacute; reduziram &mdash; e muito &mdash; o saldo da conta banc&aacute;ria. Para aqueles que se encontram exatamente nessa fase, v&atilde;o algumas dicas de como come&ccedil;ar a decorar a sua casa, o seu apartamento.<br />
<br />
Quem muda vai precisar de um kit b&aacute;sico para atender as necessidades de dormir, comer e sentar. Vai ser preciso comprar uma cama, uma mesa (para cozinha ou sala de jantar) e um sof&aacute;. N&atilde;o vale a pena comprar m&oacute;veis precipitadamente e correr o risco de gastar com pe&ccedil;as descart&aacute;veis. Tenha poucos, mas bons m&oacute;veis. Pe&ccedil;as de boa qualidade perduram no tempo e se tiverem um bom design, melhor ainda. A tend&ecirc;ncia aponta para decora&ccedil;&otilde;es simples com m&oacute;veis modernos.<br />
<br />
O quarto dever&aacute; receber uma cama confort&aacute;vel e arm&aacute;rios. A cozinha deve ser equipada e tamb&eacute;m receber bons arm&aacute;rios. No living, sof&aacute;s b&aacute;sicos com linhas simples e propor&ccedil;&otilde;es condizentes com a &aacute;rea do im&oacute;vel s&atilde;o bem-vindos. Capas de algod&atilde;o para os estofados &eacute; outra dica interessante, al&eacute;m de serem f&aacute;ceis de lavar, ajudam a diversificar a decora&ccedil;&atilde;o depois de algum tempo.<br />
<br />
Com o tempo uma mesa de centro e outra lateral, pufes e banquetas poder&atilde;o completar a decora&ccedil;&atilde;o. Um quadro ou painel fotogr&aacute;fico, uma lumin&aacute;ria e espa&ccedil;os sem muitos objetos e cortinas. Cuidado para n&atilde;o entulhar seus ambientes, est&aacute; fora de moda e, al&eacute;m disso, dificulta a limpeza das &aacute;reas. &Eacute; melhor pecar pela falta do que pelo excesso.
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Como decorar o quarto do bebê?</title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=37</link>
			<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=37</guid>
			<description><![CDATA[Qual m&atilde;e n&atilde;o gostaria de preparar um lindo quarto para o nen&ecirc; que chega ao mundo? Mas cuidado para n&atilde;o exagerar na extravag&acirc;ncia. O beb&ecirc; precisa sim de um ambiente aconchegante, e n&atilde;o um lugar cheio de cores.
 &ldquo;N&atilde;o enfeite demais o quarto, o excesso traz confus&atilde;o visual e ac&uacute;mulo de p&oacute;&rdquo;, analisa a arquiteta Carla Arig&oacute;n Felippi. 
 Alguns pontos devem ser observados na hora de decorar um quarto. Primordialmente, o beb&ecirc; necessita de um ambiente tranq&uuml;ilo, especialmente nos primeiros meses, para lhe assegurar prote&ccedil;&atilde;o de ru&iacute;dos e de aberturas repentinas de portas e janelas. 
 Em segundo lugar, a &aacute;rea reservada ao rec&eacute;m-nascido deve ser de f&aacute;cil acesso, para atender o beb&ecirc; com rapidez quando necessitar. Uma boa op&ccedil;&atilde;o para come&ccedil;ar a decora&ccedil;&atilde;o do quarto &eacute; planejando a distribui&ccedil;&atilde;o dos m&oacute;veis. Todos os m&oacute;veis devem ser pr&aacute;ticos e revestidos com materiais lav&aacute;veis e resistentes, independente do estilo escolhido. 
 Uma dica importante da arquiteta: &ldquo;Fa&ccedil;a uma linha reta entre a janela e a porta do quarto para descobrir o caminho da corrente de vento. Posicione a cama ou o ber&ccedil;o fora deste espa&ccedil;o. A partir da&iacute;, distribua o guarda-roupa e bancadas&rdquo;. 
 Confira algumas dicas que podem ser de bastante utilidade: 
 - Poltronas podem ser de abrir transformando-se numa cama auxiliar, muito &uacute;til no caso de quartos para beb&ecirc;s. &Eacute; importante acostum&aacute;-los em seu pr&oacute;prio quarto. Se voc&ecirc; for dormir l&aacute; nos primeiros meses ficar&aacute; mais f&aacute;cil sair do quarto da crian&ccedil;a, que estar&aacute; ambientada. Claro que isso n&atilde;o &eacute; uma regra. 
 - Encostar a cama numa das paredes laterais, libera o meio do quarto e possibilita a montagem de casinhas, cabanas e trens que podem ficar montados de um dia para o outro! 
 - Paredes livres ou portas que recebem cestas de basquete e adesivos de amarelinha no piso estimulam o gosto por brincadeiras que exercitam. 
 - Beliches com escadas divertidas, descidas com tubos e almofadas coloridas pelo ch&atilde;o s&atilde;o toques bem humorados, que ainda economizam espa&ccedil;o. 
 - Procure evitar a instala&ccedil;&atilde;o de videogames e tvs, quanto menor a exposi&ccedil;&atilde;o visual, menos a crian&ccedil;a lembra deles! Dificulte o acesso! 
 - Equipamentos de som s&atilde;o interessantes neste c&ocirc;modo, pois a m&uacute;sica pode servir para marcar a hora do banho, do sono, do passeio, isso &eacute; muito importante para as m&atilde;es se comunicarem com os beb&ecirc;s, que assim ficam sabendo a pr&oacute;xima atividade que ser&aacute; executada. 
 - Cores mais suaves que n&atilde;o agitam tanto as crian&ccedil;as, e s&atilde;o muito &uacute;teis na hora das brincadeiras tranq&uuml;ilas, que diminuem o ritmo antes de dormir. Dimers regulam a intensidade de luz, j&aacute; que luminosidade &eacute; outro item importante. 
 - Espelhos estimulam o desenvolvimento, pois a crian&ccedil;a observa sua 
movimenta&ccedil;&atilde;o, a fala e gestos; use-os colados na parede para eliminar riscos de quebra. 
 &rdquo;Tapetes de borracha antial&eacute;rgicos, cortinas remov&iacute;veis e lav&aacute;veis, m&oacute;veis sem quinas e piso revestido de vinil ou laminado pl&aacute;stico para evitar poeira completam o conjunto e oferecem seguran&ccedil;a&rdquo;, recomenda Carla.  
 
  Guia do Beb&ecirc;  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<img src="http://www.fenicia.net//imagens/noticias/organizacao_limpeza2.jpg" alt="Como decorar o quarto do bebê?" align="left" />
						Qual m&atilde;e n&atilde;o gostaria de preparar um lindo quarto para o nen&ecirc; que chega ao mundo? Mas cuidado para n&atilde;o exagerar na extravag&acirc;ncia. O beb&ecirc; precisa sim de um ambiente aconchegante, e n&atilde;o um lugar cheio de cores.
<p class=\"MsoNormal\">&ldquo;N&atilde;o enfeite demais o quarto, o excesso traz confus&atilde;o visual e ac&uacute;mulo de p&oacute;&rdquo;, analisa a arquiteta Carla Arig&oacute;n Felippi.</p>
<p class=\"MsoNormal\">Alguns pontos devem ser observados na hora de decorar um quarto. Primordialmente, o beb&ecirc; necessita de um ambiente tranq&uuml;ilo, especialmente nos primeiros meses, para lhe assegurar prote&ccedil;&atilde;o de ru&iacute;dos e de aberturas repentinas de portas e janelas.</p>
<p class=\"MsoNormal\">Em segundo lugar, a &aacute;rea reservada ao rec&eacute;m-nascido deve ser de f&aacute;cil acesso, para atender o beb&ecirc; com rapidez quando necessitar. Uma boa op&ccedil;&atilde;o para come&ccedil;ar a decora&ccedil;&atilde;o do quarto &eacute; planejando a distribui&ccedil;&atilde;o dos m&oacute;veis. Todos os m&oacute;veis devem ser pr&aacute;ticos e revestidos com materiais lav&aacute;veis e resistentes, independente do estilo escolhido.</p>
<p class=\"MsoNormal\">Uma dica importante da arquiteta: &ldquo;Fa&ccedil;a uma linha reta entre a janela e a porta do quarto para descobrir o caminho da corrente de vento. Posicione a cama ou o ber&ccedil;o fora deste espa&ccedil;o. A partir da&iacute;, distribua o guarda-roupa e bancadas&rdquo;.</p>
<p class=\"MsoNormal\" style=\"FONT-WEIGHT: bold\">Confira algumas dicas que podem ser de bastante utilidade:</p>
<p class=\"MsoNormal\">- Poltronas podem ser de abrir transformando-se numa cama auxiliar, muito &uacute;til no caso de quartos para beb&ecirc;s. &Eacute; importante acostum&aacute;-los em seu pr&oacute;prio quarto. Se voc&ecirc; for dormir l&aacute; nos primeiros meses ficar&aacute; mais f&aacute;cil sair do quarto da crian&ccedil;a, que estar&aacute; ambientada. Claro que isso n&atilde;o &eacute; uma regra.</p>
<p class=\"MsoNormal\">- Encostar a cama numa das paredes laterais, libera o meio do quarto e possibilita a montagem de casinhas, cabanas e trens que podem ficar montados de um dia para o outro!</p>
<p class=\"MsoNormal\">- Paredes livres ou portas que recebem cestas de basquete e adesivos de amarelinha no piso estimulam o gosto por brincadeiras que exercitam.</p>
<p class=\"MsoNormal\">- Beliches com escadas divertidas, descidas com tubos e almofadas coloridas pelo ch&atilde;o s&atilde;o toques bem humorados, que ainda economizam espa&ccedil;o.</p>
<p class=\"MsoNormal\">- Procure evitar a instala&ccedil;&atilde;o de videogames e tvs, quanto menor a exposi&ccedil;&atilde;o visual, menos a crian&ccedil;a lembra deles! Dificulte o acesso!</p>
<p class=\"MsoNormal\">- Equipamentos de som s&atilde;o interessantes neste c&ocirc;modo, pois a m&uacute;sica pode servir para marcar a hora do banho, do sono, do passeio, isso &eacute; muito importante para as m&atilde;es se comunicarem com os beb&ecirc;s, que assim ficam sabendo a pr&oacute;xima atividade que ser&aacute; executada.</p>
<p class=\"MsoNormal\">- Cores mais suaves que n&atilde;o agitam tanto as crian&ccedil;as, e s&atilde;o muito &uacute;teis na hora das brincadeiras tranq&uuml;ilas, que diminuem o ritmo antes de dormir. Dimers regulam a intensidade de luz, j&aacute; que luminosidade &eacute; outro item importante.</p>
<p class=\"MsoNormal\">- Espelhos estimulam o desenvolvimento, pois a crian&ccedil;a observa sua<br />
movimenta&ccedil;&atilde;o, a fala e gestos; use-os colados na parede para eliminar riscos de quebra.</p>
<p class=\"MsoNormal\">&rdquo;Tapetes de borracha antial&eacute;rgicos, cortinas remov&iacute;veis e lav&aacute;veis, m&oacute;veis sem quinas e piso revestido de vinil ou laminado pl&aacute;stico para evitar poeira completam o conjunto e oferecem seguran&ccedil;a&rdquo;, recomenda Carla.<o:p><br />
<br />
</o:p><a target=\"_blank\" href=\"http://guiadobebe.uol.com.br/decoracao/como_decorar_o_quarto_do_bebe.htm\">Guia do Beb&ecirc;</a></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Dicas para decorar a casa inteira</title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=38</link>
			<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=38</guid>
			<description><![CDATA[ Transformar sua casa em lar &eacute; uma tarefa complexa, mas que n&atilde;o necessariamente exige um profissional para ajudar. Para isso podemos dar uma for&ccedil;a. Basta usar e ousar da criatividade, transformar m&oacute;veis antigos em pe&ccedil;as que se adequam ao lar, mesclar ambientes, etc. 
 Dicas de como decorar a cozinha 
 A cozinha vai muito al&eacute;m de apenas um lugar para se cozinhar. &Eacute; um lugar que precisa ser descontra&iacute;do e agrad&aacute;vel, para que quem fa&ccedil;a a comida sinta-se bem e confort&aacute;vel, e reflita isso na comida. A higiene &eacute; ponto principal aqui: mais do que no banheiro, s&atilde;o encontradas milh&otilde;es de bact&eacute;rias devido &agrave; falha ou dificuldade na limpeza. 
 Decorar a cozinha pode ser tamb&eacute;m uma tarefa agrad&aacute;vel. Se o dinheiro estiver curto, ouse nas cores, abusando de verdes, vermelhos e roxos fortes. Mas somente em parte dos m&oacute;veis. A pintura dos m&oacute;veis da cozinha pode ser feita em casa mesmo, envolvendo familiares. Troque puxadores, deixe porcelanas &agrave; mostra, mude os m&oacute;veis de lugar, elimine alguns e mude o lugar de fog&atilde;o, geladeira e fornos. A cor do deto deve ser branca, e na pia podem ser usados ladrilhos ou azulejos pequenos e em formatos diversos. Ousadia &eacute; a palavra certa. 
 Como decorar a sala de estar e jantar? 
 Mesmo que sua sala seja dois ambientes, tenha sempre em mente de decorar completamente diferente ambos, para que haja, de fato, essa separa&ccedil;&atilde;o. Lustres, por mais de serem at&eacute; pr&oacute;ximos um do outro, podem ser totalmente diferente. A disposi&ccedil;&atilde;o dos m&oacute;veis tem que aproveitar o melhor espa&ccedil;o dispon&iacute;vel, e n&atilde;o delimitar cada sala. 
 A sala de estar pede uma ilumina&ccedil;&atilde;o mais amena e difusa, sempre indireta. Use sempre luzes amarelas, que relaxam e tornam o ambiente agrad&aacute;vel. O uso das luzes brancas e econ&ocirc;micas na sala de jantar pode ser uma boa pedida, desde que n&atilde;o sejam as fluorescentes. Para decorar a sala de estar, abuse das almofadas; o exagero aqui n&atilde;o &eacute; a falha. 
 Na sala de jantar, procure n&atilde;o exagerar no tamanho da mesa. Lembre-se que o clima pode ficar mais descontra&iacute;do caso algumas pessoas optem por comer na sala de estar, enquanto outras se adaptam melhor na mesa da sala de jantar. A decora&ccedil;&atilde;o de sala de estar e sala de jantar exigem um toque especial dos donos da casa: &eacute; onde muitos passam a maior parte do tempo, e onde recebemos parentes e amigos, permanecendo por muito tempo. 
 A cor da sala de estar e jantar deve ser a mesma, por&eacute;m escolhida com cautela: se houver alguma separa&ccedil;&atilde;o de alvenaria ou parede deslocada, dando a separa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica das salas, voc&ecirc; pode mudar as cores, desde que n&atilde;o de todas paredes. Plantas d&atilde;o um charme todo especial &agrave; ambas as salas. 
 Como decorar o quarto dos pais e quarto das crian&ccedil;as? Quais cores e m&oacute;veis usar? 
 Esse tipo de opini&atilde;o &eacute; pessoal, mas vamos come&ccedil;ar com a decora&ccedil;&atilde;o do quarto das crian&ccedil;as: evite usar m&oacute;veis de carro ou em formato de boneca, pois eles podem enjoar f&aacute;cil e dificultar a limpeza. Opte por m&oacute;veis mais s&oacute;brios e brinque com cores e desenhos nas paredes. Para facilitar, use desenhos em formato de adesivos, que podem ser facilmente removidos e substitu&iacute;dos, mudando rapidamente o estilo do quarto. Caso seja beb&ecirc;, opte por tons leves como lil&aacute;s, azul e amarelo past&eacute;is. Se j&aacute; for crian&ccedil;a, use cores mais fortes pendendo para a prefer&ecirc;ncia da crian&ccedil;a, como verde, roxo ou mostarda. 
 A decora&ccedil;&atilde;o do quarto das crian&ccedil;as, em se tratando de m&oacute;veis, n&atilde;o precisa ter nada de mais: m&oacute;veis brancos, que facilitem a limpeza e sejam bem distribu&iacute;dos pelo quarto. 
 As dicas de decora&ccedil;&atilde;o do quarto de adulto ou h&oacute;spedes s&atilde;o similares, valendo lembrar que o uso da cor forte s&oacute; deve ser feito em uma parede apenas, preferencialmente onde ficar&aacute; a cabeceira da cama. Fotos grandes podem dar um toque, principalmente em preto e branco. 
 Por  WCDonalds  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p class=\"MsoNormal\">Transformar sua casa em lar &eacute; uma tarefa complexa, mas que n&atilde;o necessariamente exige um profissional para ajudar. Para isso podemos dar uma for&ccedil;a. Basta usar e ousar da criatividade, transformar m&oacute;veis antigos em pe&ccedil;as que se adequam ao lar, mesclar ambientes, etc.</p>
<p class=\"MsoNormal\" style=\"FONT-WEIGHT: bold\">Dicas de como decorar a cozinha</p>
<p class=\"MsoNormal\">A cozinha vai muito al&eacute;m de apenas um lugar para se cozinhar. &Eacute; um lugar que precisa ser descontra&iacute;do e agrad&aacute;vel, para que quem fa&ccedil;a a comida sinta-se bem e confort&aacute;vel, e reflita isso na comida. A higiene &eacute; ponto principal aqui: mais do que no banheiro, s&atilde;o encontradas milh&otilde;es de bact&eacute;rias devido &agrave; falha ou dificuldade na limpeza.</p>
<p class=\"MsoNormal\">Decorar a cozinha pode ser tamb&eacute;m uma tarefa agrad&aacute;vel. Se o dinheiro estiver curto, ouse nas cores, abusando de verdes, vermelhos e roxos fortes. Mas somente em parte dos m&oacute;veis. A pintura dos m&oacute;veis da cozinha pode ser feita em casa mesmo, envolvendo familiares. Troque puxadores, deixe porcelanas &agrave; mostra, mude os m&oacute;veis de lugar, elimine alguns e mude o lugar de fog&atilde;o, geladeira e fornos. A cor do deto deve ser branca, e na pia podem ser usados ladrilhos ou azulejos pequenos e em formatos diversos. Ousadia &eacute; a palavra certa.</p>
<p class=\"MsoNormal\" style=\"FONT-WEIGHT: bold\">Como decorar a sala de estar e jantar?</p>
<p class=\"MsoNormal\">Mesmo que sua sala seja dois ambientes, tenha sempre em mente de decorar completamente diferente ambos, para que haja, de fato, essa separa&ccedil;&atilde;o. Lustres, por mais de serem at&eacute; pr&oacute;ximos um do outro, podem ser totalmente diferente. A disposi&ccedil;&atilde;o dos m&oacute;veis tem que aproveitar o melhor espa&ccedil;o dispon&iacute;vel, e n&atilde;o delimitar cada sala.</p>
<p class=\"MsoNormal\">A sala de estar pede uma ilumina&ccedil;&atilde;o mais amena e difusa, sempre indireta. Use sempre luzes amarelas, que relaxam e tornam o ambiente agrad&aacute;vel. O uso das luzes brancas e econ&ocirc;micas na sala de jantar pode ser uma boa pedida, desde que n&atilde;o sejam as fluorescentes. Para decorar a sala de estar, abuse das almofadas; o exagero aqui n&atilde;o &eacute; a falha.</p>
<p class=\"MsoNormal\">Na sala de jantar, procure n&atilde;o exagerar no tamanho da mesa. Lembre-se que o clima pode ficar mais descontra&iacute;do caso algumas pessoas optem por comer na sala de estar, enquanto outras se adaptam melhor na mesa da sala de jantar. A decora&ccedil;&atilde;o de sala de estar e sala de jantar exigem um toque especial dos donos da casa: &eacute; onde muitos passam a maior parte do tempo, e onde recebemos parentes e amigos, permanecendo por muito tempo.</p>
<p class=\"MsoNormal\">A cor da sala de estar e jantar deve ser a mesma, por&eacute;m escolhida com cautela: se houver alguma separa&ccedil;&atilde;o de alvenaria ou parede deslocada, dando a separa&ccedil;&atilde;o f&iacute;sica das salas, voc&ecirc; pode mudar as cores, desde que n&atilde;o de todas paredes. Plantas d&atilde;o um charme todo especial &agrave; ambas as salas.</p>
<p class=\"MsoNormal\" style=\"FONT-WEIGHT: bold\">Como decorar o quarto dos pais e quarto das crian&ccedil;as? Quais cores e m&oacute;veis usar?</p>
<p class=\"MsoNormal\">Esse tipo de opini&atilde;o &eacute; pessoal, mas vamos come&ccedil;ar com a decora&ccedil;&atilde;o do quarto das crian&ccedil;as: evite usar m&oacute;veis de carro ou em formato de boneca, pois eles podem enjoar f&aacute;cil e dificultar a limpeza. Opte por m&oacute;veis mais s&oacute;brios e brinque com cores e desenhos nas paredes. Para facilitar, use desenhos em formato de adesivos, que podem ser facilmente removidos e substitu&iacute;dos, mudando rapidamente o estilo do quarto. Caso seja beb&ecirc;, opte por tons leves como lil&aacute;s, azul e amarelo past&eacute;is. Se j&aacute; for crian&ccedil;a, use cores mais fortes pendendo para a prefer&ecirc;ncia da crian&ccedil;a, como verde, roxo ou mostarda.</p>
<p class=\"MsoNormal\">A decora&ccedil;&atilde;o do quarto das crian&ccedil;as, em se tratando de m&oacute;veis, n&atilde;o precisa ter nada de mais: m&oacute;veis brancos, que facilitem a limpeza e sejam bem distribu&iacute;dos pelo quarto.</p>
<p class=\"MsoNormal\">As dicas de decora&ccedil;&atilde;o do quarto de adulto ou h&oacute;spedes s&atilde;o similares, valendo lembrar que o uso da cor forte s&oacute; deve ser feito em uma parede apenas, preferencialmente onde ficar&aacute; a cabeceira da cama. Fotos grandes podem dar um toque, principalmente em preto e branco.</p>
<p class=\"MsoNormal\">Por <a target=\"_blank\" href=\"http://www.wcdonalds.com.br/utilidades/dicas-de-decoracao-de-casa-como-decorar-sala-quarto-cozinha-e-banheiro.html\">WCDonalds</a></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Soluções para quartos infantis</title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=40</link>
			<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=40</guid>
			<description><![CDATA[ Ao decorar e organizar o quarto de nossas crian&ccedil;as devemos nos perguntar : quais s&atilde;o seus prazeres? quais s&atilde;o suas necessidades? n&oacute;s estamos adaptando a mob&iacute;lia e a decora&ccedil;&atilde;o a seu est&aacute;gio evolutivo? Temos que considerar que o dormit&oacute;rio infantil &eacute; uma &aacute;rea de m&uacute;ltiplos prop&oacute;sitos, os quais devem satisfazer necessidades variadas e diferentes: dormir, estudar, jogar, etc. 
 
Por essa raz&atilde;o, uma boa dica &eacute; alocar os moveis de maior volume &agrave;s paredes para deixar o centro livre. Recomenda-se que a mob&iacute;lia auxiliar seja clara (pufs, cestas,&hellip;) ou m&oacute;veis (por exemplo, caixas com rodas). 
  
 Organiza&ccedil;&atilde;o 
 
Nos dormit&oacute;rios infantis, s&atilde;o muitos os objetos que temos que guardar. Muito mais que as roupas de cama, para se vestir e acess&oacute;rios pessoais, tamb&eacute;m temos que considerar os brinquedos. Gavetas sob a cama s&atilde;o uma &oacute;tima op&ccedil;&atilde;o, como recipiente de diferentes objetos. 
 As cestas e caixas coloridas constituem uma solu&ccedil;&atilde;o eficaz para organizar. Elas est&atilde;o dispon&iacute;veis em v&aacute;rias cores, formas e materiais. Podem ser usadas para guardar de tudo e acomodadas em prateleiras, arm&aacute;rios ou simplesmente empilhadas, se o modelo o permitir. Al&eacute;m de uma solu&ccedil;&atilde;o funcional,&nbsp; tamb&eacute;m &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o decorativa - podendo usar cores alegres ou motivos divertidos. 
  Algumas dicas valiosas:  
 
- Para acabar com a desordem t&iacute;pica do quarto dos seus filhos, voc&ecirc; n&atilde;o tem que necessariamente viver arrumando tudo, correndo atr&aacute;s da bagun&ccedil;a deles. O segredo &eacute; que voc&ecirc; entenda o que eles necessitam, segundo sua idade e o que torna mais f&aacute;cil a tarefa de buscar e guardar as coisas logo que as tenham usado. Existem muitas op&ccedil;&otilde;es baratas para manter seus jogos, roupas e outros &quot;pertences insepar&aacute;veis&quot; no seu lugar; 
 
- Simplifica, classifica e ordena; 
 
- Para que seu filho, como voc&ecirc;, esteja satisfeito com o seu &quot;cantinho&quot;, voc&ecirc; tem que esquecer de querer mobili&aacute;-lo e decor&aacute;-lo como para um adulto. O pequeno tem suas pr&oacute;prias necessidades. Dependendo da sua idade, por mais que voc&ecirc; se empenhe, n&atilde;o conseguir&aacute; que tenha o seu quarto organizado, se n&atilde;o facilitar a tarefa;  
 
 - Divida a &aacute;rea em quatro &aacute;reas: onde se vestir e arrumar, onde jogar/brincar, onde se descansar e onde estudar; 
 
- Aproveite os espa&ccedil;os debaixo da cama, atr&aacute;s da porta, nas paredes e nos cantos do quarto para colocar objetos ou suportes onde se possam guardar seus pertences;  
 
 - Os objetos que no momento n&atilde;o est&atilde;o sendo usados, podem ser armazenados na parte mais alta do quarto (prateleiras, arm&aacute;rios), ao alcance de um adulto; 
   
- Caixas s&atilde;o ideais para seus filhos: s&atilde;o f&aacute;ceis de acomodar em qualquer lado e para eles s&atilde;o mais acess&iacute;veis do que um m&oacute;vel fechado;  
 
 - Ganchos tamb&eacute;m s&atilde;o uma boa op&ccedil;&atilde;o. Prenda-os a uma altura acess&iacute;vel para os pequenos.  
  
 Quartos compartilhados x espa&ccedil;o 
   Problemas do espa&ccedil;o nos quartos jovens e infantis s&atilde;o uma realidade nos lares atuais. &Agrave;s vezes &eacute; um desafio procurar solu&ccedil;&otilde;es de modo que o quarto sirva n&atilde;o somente para dormir, mas tamb&eacute;m de um espa&ccedil;o para brincar e fazer tarefas, mantendo funcionalidade, conforto, aconchego e beleza. 
 
Para os quartos compartilhados, existem diferentes op&ccedil;&otilde;es para economizar espa&ccedil;o. As camas com gaveta embaixo s&atilde;o uma solu&ccedil;&atilde;o. Embora o pre&ccedil;o seja um pouco mais alto, vale a pena - voc&ecirc; ter&aacute; um espa&ccedil;o maior para a circula&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o (&eacute; necess&aacute;rio que se deixe uma dist&acirc;ncia de  90 cent&iacute;metros  &agrave; frente, para remover a gaveta inferior). 
 Em muitas ocasi&otilde;es, as crian&ccedil;as que compartilham o quarto s&atilde;o de idades diferentes, nesse caso, cada um ter&aacute; gostos e necessidades diferentes. Por isso &eacute; importante criar espa&ccedil;os independentes para cada um deles - diferentes n&iacute;veis de altura, roupas de camas diferentes podem criar esta sensa&ccedil;&atilde;o da separa&ccedil;&atilde;o da zona que corresponde a cada menino. Cada crian&ccedil;a requerer&aacute; um espa&ccedil;o adaptado para a realiza&ccedil;&atilde;o de suas tarefas di&aacute;rias, o que &eacute; bom para que n&atilde;o interfiram no trabalho do outro durante o tempo dedicado aos deveres. Os beliches s&atilde;o recomendados para quartos de tetos elevados (2.5 no m&iacute;nimo). 
 Id&eacute;ias Originais: 
 
 Imagina&ccedil;&atilde;o no projeto do mobili&aacute;rio das crian&ccedil;as pode ser muito divertido. Diversas alturas, lugares e portas escondidas, escadas e outros recursos simples d&atilde;o resultados muito especiais. 
 As coisas n&atilde;o s&atilde;o sempre que o que parecem ser. Uma porta de um arm&aacute;rio no fato pode ser a passagem para uma zona de jogos ou de estudo. Um pequeno espa&ccedil;o de fantasia, ideal para o desenvolvimento e criatividade das crian&ccedil;as. 
  Arte Plural  ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Ao decorar e organizar o quarto de nossas crian&ccedil;as devemos nos perguntar : quais s&atilde;o seus prazeres? quais s&atilde;o suas necessidades? n&oacute;s estamos adaptando a mob&iacute;lia e a decora&ccedil;&atilde;o a seu est&aacute;gio evolutivo? Temos que considerar que o dormit&oacute;rio infantil &eacute; uma &aacute;rea de m&uacute;ltiplos prop&oacute;sitos, os quais devem satisfazer necessidades variadas e diferentes: dormir, estudar, jogar, etc.<br />
<br />
Por essa raz&atilde;o, uma boa dica &eacute; alocar os moveis de maior volume &agrave;s paredes para deixar o centro livre. Recomenda-se que a mob&iacute;lia auxiliar seja clara (pufs, cestas,&hellip;) ou m&oacute;veis (por exemplo, caixas com rodas).<br />
<o:p><br />
</o:p>Organiza&ccedil;&atilde;o<br />
<br />
Nos dormit&oacute;rios infantis, s&atilde;o muitos os objetos que temos que guardar. Muito mais que as roupas de cama, para se vestir e acess&oacute;rios pessoais, tamb&eacute;m temos que considerar os brinquedos. Gavetas sob a cama s&atilde;o uma &oacute;tima op&ccedil;&atilde;o, como recipiente de diferentes objetos.</p>
<p>As cestas e caixas coloridas constituem uma solu&ccedil;&atilde;o eficaz para organizar. Elas est&atilde;o dispon&iacute;veis em v&aacute;rias cores, formas e materiais. Podem ser usadas para guardar de tudo e acomodadas em prateleiras, arm&aacute;rios ou simplesmente empilhadas, se o modelo o permitir. Al&eacute;m de uma solu&ccedil;&atilde;o funcional,&nbsp; tamb&eacute;m &eacute; uma op&ccedil;&atilde;o decorativa - podendo usar cores alegres ou motivos divertidos.</p>
<p class=\"MsoNormal\"><span style=\"FONT-WEIGHT: bold\">Algumas dicas valiosas:</span><br />
<br />
- Para acabar com a desordem t&iacute;pica do quarto dos seus filhos, voc&ecirc; n&atilde;o tem que necessariamente viver arrumando tudo, correndo atr&aacute;s da bagun&ccedil;a deles. O segredo &eacute; que voc&ecirc; entenda o que eles necessitam, segundo sua idade e o que torna mais f&aacute;cil a tarefa de buscar e guardar as coisas logo que as tenham usado. Existem muitas op&ccedil;&otilde;es baratas para manter seus jogos, roupas e outros &quot;pertences insepar&aacute;veis&quot; no seu lugar;<br />
<br />
- Simplifica, classifica e ordena;<br />
<br />
- Para que seu filho, como voc&ecirc;, esteja satisfeito com o seu &quot;cantinho&quot;, voc&ecirc; tem que esquecer de querer mobili&aacute;-lo e decor&aacute;-lo como para um adulto. O pequeno tem suas pr&oacute;prias necessidades. Dependendo da sua idade, por mais que voc&ecirc; se empenhe, n&atilde;o conseguir&aacute; que tenha o seu quarto organizado, se n&atilde;o facilitar a tarefa;<o:p><br />
<br />
</o:p>- Divida a &aacute;rea em quatro &aacute;reas: onde se vestir e arrumar, onde jogar/brincar, onde se descansar e onde estudar;<br />
<br />
- Aproveite os espa&ccedil;os debaixo da cama, atr&aacute;s da porta, nas paredes e nos cantos do quarto para colocar objetos ou suportes onde se possam guardar seus pertences;<o:p><br />
<br />
</o:p>- Os objetos que no momento n&atilde;o est&atilde;o sendo usados, podem ser armazenados na parte mais alta do quarto (prateleiras, arm&aacute;rios), ao alcance de um adulto;<br />
<o:p></o:p><br />
- Caixas s&atilde;o ideais para seus filhos: s&atilde;o f&aacute;ceis de acomodar em qualquer lado e para eles s&atilde;o mais acess&iacute;veis do que um m&oacute;vel fechado;<o:p><br />
<br />
</o:p>- Ganchos tamb&eacute;m s&atilde;o uma boa op&ccedil;&atilde;o. Prenda-os a uma altura acess&iacute;vel para os pequenos.<o:p><br />
</o:p></p>
<p class=\"MsoNormal\" style=\"FONT-WEIGHT: bold\">Quartos compartilhados x espa&ccedil;o</p>
<p class=\"MsoNormal\"><o:p></o:p>Problemas do espa&ccedil;o nos quartos jovens e infantis s&atilde;o uma realidade nos lares atuais. &Agrave;s vezes &eacute; um desafio procurar solu&ccedil;&otilde;es de modo que o quarto sirva n&atilde;o somente para dormir, mas tamb&eacute;m de um espa&ccedil;o para brincar e fazer tarefas, mantendo funcionalidade, conforto, aconchego e beleza.<br />
<br />
Para os quartos compartilhados, existem diferentes op&ccedil;&otilde;es para economizar espa&ccedil;o. As camas com gaveta embaixo s&atilde;o uma solu&ccedil;&atilde;o. Embora o pre&ccedil;o seja um pouco mais alto, vale a pena - voc&ecirc; ter&aacute; um espa&ccedil;o maior para a circula&ccedil;&atilde;o e organiza&ccedil;&atilde;o (&eacute; necess&aacute;rio que se deixe uma dist&acirc;ncia de <st1:metricconverter w:st=\"on\" productid=\"90 cent&#65517;metros\">90 cent&iacute;metros</st1:metricconverter> &agrave; frente, para remover a gaveta inferior).</p>
<p class=\"MsoNormal\">Em muitas ocasi&otilde;es, as crian&ccedil;as que compartilham o quarto s&atilde;o de idades diferentes, nesse caso, cada um ter&aacute; gostos e necessidades diferentes. Por isso &eacute; importante criar espa&ccedil;os independentes para cada um deles - diferentes n&iacute;veis de altura, roupas de camas diferentes podem criar esta sensa&ccedil;&atilde;o da separa&ccedil;&atilde;o da zona que corresponde a cada menino. Cada crian&ccedil;a requerer&aacute; um espa&ccedil;o adaptado para a realiza&ccedil;&atilde;o de suas tarefas di&aacute;rias, o que &eacute; bom para que n&atilde;o interfiram no trabalho do outro durante o tempo dedicado aos deveres. Os beliches s&atilde;o recomendados para quartos de tetos elevados (2.5 no m&iacute;nimo).</p>
<p class=\"MsoNormal\">Id&eacute;ias Originais:<br />
</p>
<p class=\"MsoNormal\">Imagina&ccedil;&atilde;o no projeto do mobili&aacute;rio das crian&ccedil;as pode ser muito divertido. Diversas alturas, lugares e portas escondidas, escadas e outros recursos simples d&atilde;o resultados muito especiais.</p>
<p class=\"MsoNormal\">As coisas n&atilde;o s&atilde;o sempre que o que parecem ser. Uma porta de um arm&aacute;rio no fato pode ser a passagem para uma zona de jogos ou de estudo. Um pequeno espa&ccedil;o de fantasia, ideal para o desenvolvimento e criatividade das crian&ccedil;as.</p>
<p class=\"MsoNormal\"><a target=\"_blank\" href=\"http://www.arteplural.com.br/index.htm?/decoracao/dicas/main.php\">Arte Plural</a></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Aposte em imóveis</title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=35</link>
			<pubDate>Fri, 30 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=35</guid>
			<description><![CDATA[ H&aacute; euforia no mercado imobili&aacute;rio do Brasil. Ante a crise enfrentada pelos Estados Unidos, a pergunta que se faz &eacute; se aqui tamb&eacute;m h&aacute; o risco de uma bolha. A resposta &eacute; n&atilde;o. O mercado brasileiro, diferentemente do americano, ainda convive com um elevad&iacute;ssimo d&eacute;ficit habitacional. Ou seja, h&aacute; muito espa&ccedil;o para a compra e venda de im&oacute;veis - sejam novos ou usados. 
 Mas na hora de comprar qual &eacute; a melhor aposta? O gestor Jos&eacute; Roberto Toledo, em artigo no  Valor Econ&ocirc;mico , diz que, no caso dos usados, uma das vantagens &eacute; a&nbsp;entrega imediata, facilidades na negocia&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o (o que &eacute; mais dif&iacute;cil quando se compra um im&oacute;vel novo) e a economia com a instala&ccedil;&atilde;o de infra-estrutura como arm&aacute;rios e pisos. J&aacute; um im&oacute;vel ainda em constru&ccedil;&atilde;o oferece, al&eacute;m das facilidades de financiamento, op&ccedil;&otilde;es tentadoras de plantas, que incluem closets ou grandes varandas. Escolha a sua. 
 &nbsp;  Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Revista da Semana&nbsp;- edi&ccedil;&atilde;o 38, pg. 35     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>H&aacute; euforia no mercado imobili&aacute;rio do Brasil. Ante a crise enfrentada pelos Estados Unidos, a pergunta que se faz &eacute; se aqui tamb&eacute;m h&aacute; o risco de uma bolha. A resposta &eacute; n&atilde;o. O mercado brasileiro, diferentemente do americano, ainda convive com um elevad&iacute;ssimo d&eacute;ficit habitacional. Ou seja, h&aacute; muito espa&ccedil;o para a compra e venda de im&oacute;veis - sejam novos ou usados.</p>
<p>Mas na hora de comprar qual &eacute; a melhor aposta? O gestor Jos&eacute; Roberto Toledo, em artigo no <em>Valor Econ&ocirc;mico</em>, diz que, no caso dos usados, uma das vantagens &eacute; a&nbsp;entrega imediata, facilidades na negocia&ccedil;&atilde;o do pre&ccedil;o (o que &eacute; mais dif&iacute;cil quando se compra um im&oacute;vel novo) e a economia com a instala&ccedil;&atilde;o de infra-estrutura como arm&aacute;rios e pisos. J&aacute; um im&oacute;vel ainda em constru&ccedil;&atilde;o oferece, al&eacute;m das facilidades de financiamento, op&ccedil;&otilde;es tentadoras de plantas, que incluem closets ou grandes varandas. Escolha a sua.</p>
<p>&nbsp;<font face=\"\\&quot;Verdana,\" size=\"\\&quot;1\\&quot;\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;<font face=\"\\&quot;Verdana,\" size=\"\\&quot;1\\&quot;\"><strong>Revista da Semana&nbsp;- edi&ccedil;&atilde;o 38, pg. 35</strong></font></strong></font></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Mercado imobiliário e sustentabilidade </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=30</link>
			<pubDate>Thu, 29 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=30</guid>
			<description><![CDATA[ A arquitetura sustent&aacute;vel se torna um aspecto cada vez mais primordial na elabora&ccedil;&atilde;o de projetos para a constru&ccedil;&atilde;o de im&oacute;veis das classes C e D, que hoje j&aacute; podem realizar o sonho da casa pr&oacute;pria.  
 Na constru&ccedil;&atilde;o civil, aproximadamente 50% dos materiais de constru&ccedil;&atilde;o s&atilde;o desperdi&ccedil;ados, sendo que 25% se transformam em res&iacute;duos e 25% s&atilde;o utilizados para a recupera&ccedil;&atilde;o da geometria do edif&iacute;cio. Os res&iacute;duos da constru&ccedil;&atilde;o, demoli&ccedil;&atilde;o e reformas representam &iacute;ndices alt&iacute;ssimos do volume total dos res&iacute;duos urbanos.  
 
Os canteiros de obras s&atilde;o os grandes respons&aacute;veis pelo aumento do volume de res&iacute;duos e pelos impactos que causam ao ambiente, principalmente por serem levados a lugares inadequados. 
 
Acredito que a utiliza&ccedil;&atilde;o de sistemas de energia mais eficientes e menos poluentes, como de coleta e tratamento de &aacute;gua e esgoto, capta&ccedil;&atilde;o de &aacute;guas pluviais, uma melhor qualidade de ar interno e conforto ambiental, coleta seletiva de lixo, redu&ccedil;&atilde;o da gera&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos, s&atilde;o aspectos m&iacute;nimos fundamentais na hora de definir um projeto. 
 
Regra  
 
O que era visto como um diferencial no mercado imobili&aacute;rio come&ccedil;a a virar regra. Uma lei aprovada em julho de 2007 obriga novas edifica&ccedil;&otilde;es a terem tubula&ccedil;&atilde;o adequada para aquecimento solar da &aacute;gua. Em lan&ccedil;amentos cujas unidades tiverem com mais de tr&ecirc;s banheiros, a instala&ccedil;&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;ria. 
 
Certamente, contemplar estes aspectos da sustentabilidade significa causar um impacto muito positivo na comunidade, bairro, cidade, estado, pa&iacute;s e conseq&uuml;entemente na melhoria de qualidade de vida das pessoas e futuras gera&ccedil;&otilde;es. 
 
&Eacute; importante que haja realmente uma preocupa&ccedil;&atilde;o de todos com o meio ambiente. A sustentabilidade tem como princ&iacute;pios b&aacute;sicos tr&ecirc;s quest&otilde;es: ambiental ideal, a social e a economicamente correta.  
 
A grande vantagem de entender e trabalhar na dire&ccedil;&atilde;o de nossos ecossistemas &eacute; que podemos desfrutar as necessidades presentes sem comprometer a habilidade das gera&ccedil;&otilde;es futuras em satisfazerem a si pr&oacute;prias.  
 
Por&eacute;m, todo esse trabalho s&oacute; ter&aacute; efeito real se houver conscientiza&ccedil;&atilde;o da sociedade em fazer com que isso aconte&ccedil;a. Esses conceitos m&iacute;nimos, feitos em grande escala, n&atilde;o somente do lado de dentro dos empreendimentos, mas tamb&eacute;m fora dos port&otilde;es far&atilde;o com que nossos ecossistemas entendam que estamos trabalhando em sua dire&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o contra eles.  
 
Todos n&oacute;s podemos incorporar em nossas vidas um padr&atilde;o de sustentabilidade inicial e perceber que, ao longo dos dias, semanas, meses e anos, esse mesmo processo j&aacute; ser&aacute; um h&aacute;bito.  
 
Abordar, portanto, o desenvolvimento sustent&aacute;vel na constru&ccedil;&atilde;o civil &eacute; tornar imprescind&iacute;vel a utiliza&ccedil;&atilde;o de aspectos m&iacute;nimos para a sobreviv&ecirc;ncia n&atilde;o somente para as empresas sob o ponto de vista do mercado, como tamb&eacute;m, do compromisso social e de toda a humanidade. 
 
Dessa forma, todos passar&atilde;o a usufruir recursos simples e urgentes, o que dar&aacute; uma nova realidade para a arquitetura e para a humanidade nos pr&oacute;ximos anos. 
 
Temos que ser protagonistas deste grande cen&aacute;rio e transformar a sustentabilidade em uma escola de vida. 
 Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ag&ecirc;ncia ZAP - Im&oacute;veis em 27/05/2008 ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p class=\"txt-red-11-b\">A arquitetura sustent&aacute;vel se torna um aspecto cada vez mais primordial na elabora&ccedil;&atilde;o de projetos para a constru&ccedil;&atilde;o de im&oacute;veis das classes C e D, que hoje j&aacute; podem realizar o sonho da casa pr&oacute;pria. </p>
<p class=\"txt-red-11-b\">Na constru&ccedil;&atilde;o civil, aproximadamente 50% dos materiais de constru&ccedil;&atilde;o s&atilde;o desperdi&ccedil;ados, sendo que 25% se transformam em res&iacute;duos e 25% s&atilde;o utilizados para a recupera&ccedil;&atilde;o da geometria do edif&iacute;cio. Os res&iacute;duos da constru&ccedil;&atilde;o, demoli&ccedil;&atilde;o e reformas representam &iacute;ndices alt&iacute;ssimos do volume total dos res&iacute;duos urbanos. <br />
<br />
Os canteiros de obras s&atilde;o os grandes respons&aacute;veis pelo aumento do volume de res&iacute;duos e pelos impactos que causam ao ambiente, principalmente por serem levados a lugares inadequados.<br />
<br />
Acredito que a utiliza&ccedil;&atilde;o de sistemas de energia mais eficientes e menos poluentes, como de coleta e tratamento de &aacute;gua e esgoto, capta&ccedil;&atilde;o de &aacute;guas pluviais, uma melhor qualidade de ar interno e conforto ambiental, coleta seletiva de lixo, redu&ccedil;&atilde;o da gera&ccedil;&atilde;o de res&iacute;duos, s&atilde;o aspectos m&iacute;nimos fundamentais na hora de definir um projeto.<br />
<br />
Regra <br />
<br />
O que era visto como um diferencial no mercado imobili&aacute;rio come&ccedil;a a virar regra. Uma lei aprovada em julho de 2007 obriga novas edifica&ccedil;&otilde;es a terem tubula&ccedil;&atilde;o adequada para aquecimento solar da &aacute;gua. Em lan&ccedil;amentos cujas unidades tiverem com mais de tr&ecirc;s banheiros, a instala&ccedil;&atilde;o &eacute; obrigat&oacute;ria.<br />
<br />
Certamente, contemplar estes aspectos da sustentabilidade significa causar um impacto muito positivo na comunidade, bairro, cidade, estado, pa&iacute;s e conseq&uuml;entemente na melhoria de qualidade de vida das pessoas e futuras gera&ccedil;&otilde;es.<br />
<br />
&Eacute; importante que haja realmente uma preocupa&ccedil;&atilde;o de todos com o meio ambiente. A sustentabilidade tem como princ&iacute;pios b&aacute;sicos tr&ecirc;s quest&otilde;es: ambiental ideal, a social e a economicamente correta. <br />
<br />
A grande vantagem de entender e trabalhar na dire&ccedil;&atilde;o de nossos ecossistemas &eacute; que podemos desfrutar as necessidades presentes sem comprometer a habilidade das gera&ccedil;&otilde;es futuras em satisfazerem a si pr&oacute;prias. <br />
<br />
Por&eacute;m, todo esse trabalho s&oacute; ter&aacute; efeito real se houver conscientiza&ccedil;&atilde;o da sociedade em fazer com que isso aconte&ccedil;a. Esses conceitos m&iacute;nimos, feitos em grande escala, n&atilde;o somente do lado de dentro dos empreendimentos, mas tamb&eacute;m fora dos port&otilde;es far&atilde;o com que nossos ecossistemas entendam que estamos trabalhando em sua dire&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o contra eles. <br />
<br />
Todos n&oacute;s podemos incorporar em nossas vidas um padr&atilde;o de sustentabilidade inicial e perceber que, ao longo dos dias, semanas, meses e anos, esse mesmo processo j&aacute; ser&aacute; um h&aacute;bito. <br />
<br />
Abordar, portanto, o desenvolvimento sustent&aacute;vel na constru&ccedil;&atilde;o civil &eacute; tornar imprescind&iacute;vel a utiliza&ccedil;&atilde;o de aspectos m&iacute;nimos para a sobreviv&ecirc;ncia n&atilde;o somente para as empresas sob o ponto de vista do mercado, como tamb&eacute;m, do compromisso social e de toda a humanidade.<br />
<br />
Dessa forma, todos passar&atilde;o a usufruir recursos simples e urgentes, o que dar&aacute; uma nova realidade para a arquitetura e para a humanidade nos pr&oacute;ximos anos.<br />
<br />
Temos que ser protagonistas deste grande cen&aacute;rio e transformar a sustentabilidade em uma escola de vida.</p>
<p class=\"txt-red-11-b\">Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Ag&ecirc;ncia ZAP - Im&oacute;veis em 27/05/2008</p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Vendas da Votorantim aquecidas</title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=31</link>
			<pubDate>Thu, 29 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=31</guid>
			<description><![CDATA[ Aquecidas pelo mercado da constru&ccedil;&atilde;o civil, as vendas da Votorantim Cimentos, maior empresa do setor no Brasil, dever&atilde;o superar este ano as 17,2 milh&otilde;es de toneladas em 2007. A empresa n&atilde;o divulgou estimativa de quanto poder&aacute; ser a expans&atilde;o, mas o desempenho desta primeira parte do ano &eacute; considerado animador na companhia, sem contar que no segundo semestre os neg&oacute;cios ficam mais aquecidos no setor de constru&ccedil;&atilde;o. 
 
A empresa preparou-se para o boom da constru&ccedil;&atilde;o com investimentos iniciados em 2007, no valor de R$ 1,7 bilh&atilde;o, para ampliar a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o em 30%, para 33 milh&otilde;es de toneladas de cimento anuais. 
 
Os recursos est&atilde;o sendo usados na implementa&ccedil;&atilde;o de 21 projetos, entre eles os de quatro f&aacute;bricas (Tocantins, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Rond&ocirc;nia) e reativa&ccedil;&atilde;o de duas outras (em Goi&aacute;s e no Rio Grande do Sul). \\&quot;Os 21 projetos est&atilde;o dentro do cronograma e alguns j&aacute; est&atilde;o entrando em opera&ccedil;&atilde;o. At&eacute; 2010, todos devem ser conclu&iacute;dos. Com isso, a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o da companhia vai saltar de 25 milh&otilde;es de toneladas por ano para 33 milh&otilde;es de toneladas por ano\\&quot;, disse o diretor comercial da Votorantim Cimentos, Marcelo Chamma. 
 
amplia&ccedil;&atilde;o. O executivo garante que a amplia&ccedil;&atilde;o pretendida ser&aacute; capaz de alimentar a demanda por cimento. 
 
\\&quot;Segundo a previs&atilde;o de crescimento da empresa, esta amplia&ccedil;&atilde;o de capacidade ser&aacute; suficiente para sustentar a demanda at&eacute; 2010, mas n&oacute;s nunca vivemos uma situa&ccedil;&atilde;o como esta. Nossos estudos apontam que o mercado ser&aacute; atendido no curto prazo, mas falta o componente certeza, j&aacute; que n&atilde;o sabemos como o mercado vai se comportar daqui para frente\\&quot;, comentou. 
 
Chamma garantiu que, at&eacute; 2010, caso haja necessidade, a Votorantim far&aacute; novos investimentos em amplia&ccedil;&atilde;o de capacidade. Segundo ele, o principal motivo seriam \\&quot;surpresas positivas\\&quot; em alguma regi&atilde;o do Pa&iacute;s, que venha a crescer mais do que a perspectiva inicial do setor. \\&quot;N&oacute;s n&atilde;o vamos ficar passivos a este crescimento e vamos investir nas f&aacute;bricas da regi&atilde;o\\&quot;, acrescentou. 
 
Os investimentos em amplia&ccedil;&atilde;o de capacidade n&atilde;o s&atilde;o exclusivos da Votorantim. De acordo com o secret&aacute;rio executivo do Sindicato Nacional da Ind&uacute;stria do Cimento (Snic), Jos&eacute; Ot&aacute;vio Carvalho, o crescimento da constru&ccedil;&atilde;o civil e as obras do Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC), do Governo Federal, incentivaram as companhias a investir no aumento da produ&ccedil;&atilde;o. 
 
Investimento. \\&quot;Todos os grupos fizeram an&uacute;ncios de investimento em amplia&ccedil;&atilde;o de capacidade recentemente. Este crescimento veio para ficar e &eacute; reflexo da atividade da constru&ccedil;&atilde;o civil, que s&oacute; tende a crescer, principalmente com o PAC\\&quot;, afirmou o secret&aacute;rio. 
 
Segundo os n&uacute;meros do Snic, o setor vive o melhor momento da sua hist&oacute;ria. As vendas para o mercado interno saltaram de 40,66 milh&otilde;es de toneladas em 2006 para 44,72 milh&otilde;es de toneladas no ano passado. A previs&atilde;o para este ano &eacute; de aumento de cerca de 11%, encerrando 2008 aproximadamente em 49,64 milh&otilde;es de toneladas vendidas. 
 
\\&quot;A demanda est&aacute; fort&iacute;ssima no Pa&iacute;s, mas est&aacute; dentro das nossas expectativas. Acreditamos que o incremento nas vendas possa chegar a 11%, at&eacute; o final do ano, com maior press&atilde;o de demanda no segundo semestre. No primeiro semestre, o crescimento deve ser de at&eacute; 15%, maior que o do segundo por causa da base de compara&ccedil;&atilde;o, pois este per&iacute;odo do ano passado n&atilde;o foi t&atilde;o forte\\&quot;, disse. 
 
Para Carvalho, ainda h&aacute; espa&ccedil;o para a produ&ccedil;&atilde;o crescer no curto prazo. De 1999 a 2006, muitas unidades foram desativadas e equipamentos foram deixados de lado. Ap&oacute;s anos de ind&uacute;stria abaixo da capacidade, ultimamente a for&ccedil;a de produ&ccedil;&atilde;o foi retomada. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Jornal do Commercio em: 29/05/2008     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Aquecidas pelo mercado da constru&ccedil;&atilde;o civil, as vendas da Votorantim Cimentos, maior empresa do setor no Brasil, dever&atilde;o superar este ano as 17,2 milh&otilde;es de toneladas em 2007. A empresa n&atilde;o divulgou estimativa de quanto poder&aacute; ser a expans&atilde;o, mas o desempenho desta primeira parte do ano &eacute; considerado animador na companhia, sem contar que no segundo semestre os neg&oacute;cios ficam mais aquecidos no setor de constru&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
A empresa preparou-se para o boom da constru&ccedil;&atilde;o com investimentos iniciados em 2007, no valor de R$ 1,7 bilh&atilde;o, para ampliar a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o em 30%, para 33 milh&otilde;es de toneladas de cimento anuais.<br />
<br />
Os recursos est&atilde;o sendo usados na implementa&ccedil;&atilde;o de 21 projetos, entre eles os de quatro f&aacute;bricas (Tocantins, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e Rond&ocirc;nia) e reativa&ccedil;&atilde;o de duas outras (em Goi&aacute;s e no Rio Grande do Sul). \\&quot;Os 21 projetos est&atilde;o dentro do cronograma e alguns j&aacute; est&atilde;o entrando em opera&ccedil;&atilde;o. At&eacute; 2010, todos devem ser conclu&iacute;dos. Com isso, a capacidade de produ&ccedil;&atilde;o da companhia vai saltar de 25 milh&otilde;es de toneladas por ano para 33 milh&otilde;es de toneladas por ano\\&quot;, disse o diretor comercial da Votorantim Cimentos, Marcelo Chamma.<br />
<br />
amplia&ccedil;&atilde;o. O executivo garante que a amplia&ccedil;&atilde;o pretendida ser&aacute; capaz de alimentar a demanda por cimento.<br />
<br />
\\&quot;Segundo a previs&atilde;o de crescimento da empresa, esta amplia&ccedil;&atilde;o de capacidade ser&aacute; suficiente para sustentar a demanda at&eacute; 2010, mas n&oacute;s nunca vivemos uma situa&ccedil;&atilde;o como esta. Nossos estudos apontam que o mercado ser&aacute; atendido no curto prazo, mas falta o componente certeza, j&aacute; que n&atilde;o sabemos como o mercado vai se comportar daqui para frente\\&quot;, comentou.<br />
<br />
Chamma garantiu que, at&eacute; 2010, caso haja necessidade, a Votorantim far&aacute; novos investimentos em amplia&ccedil;&atilde;o de capacidade. Segundo ele, o principal motivo seriam \\&quot;surpresas positivas\\&quot; em alguma regi&atilde;o do Pa&iacute;s, que venha a crescer mais do que a perspectiva inicial do setor. \\&quot;N&oacute;s n&atilde;o vamos ficar passivos a este crescimento e vamos investir nas f&aacute;bricas da regi&atilde;o\\&quot;, acrescentou.<br />
<br />
Os investimentos em amplia&ccedil;&atilde;o de capacidade n&atilde;o s&atilde;o exclusivos da Votorantim. De acordo com o secret&aacute;rio executivo do Sindicato Nacional da Ind&uacute;stria do Cimento (Snic), Jos&eacute; Ot&aacute;vio Carvalho, o crescimento da constru&ccedil;&atilde;o civil e as obras do Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC), do Governo Federal, incentivaram as companhias a investir no aumento da produ&ccedil;&atilde;o.<br />
<br />
Investimento. \\&quot;Todos os grupos fizeram an&uacute;ncios de investimento em amplia&ccedil;&atilde;o de capacidade recentemente. Este crescimento veio para ficar e &eacute; reflexo da atividade da constru&ccedil;&atilde;o civil, que s&oacute; tende a crescer, principalmente com o PAC\\&quot;, afirmou o secret&aacute;rio.<br />
<br />
Segundo os n&uacute;meros do Snic, o setor vive o melhor momento da sua hist&oacute;ria. As vendas para o mercado interno saltaram de 40,66 milh&otilde;es de toneladas em 2006 para 44,72 milh&otilde;es de toneladas no ano passado. A previs&atilde;o para este ano &eacute; de aumento de cerca de 11%, encerrando 2008 aproximadamente em 49,64 milh&otilde;es de toneladas vendidas.<br />
<br />
\\&quot;A demanda est&aacute; fort&iacute;ssima no Pa&iacute;s, mas est&aacute; dentro das nossas expectativas. Acreditamos que o incremento nas vendas possa chegar a 11%, at&eacute; o final do ano, com maior press&atilde;o de demanda no segundo semestre. No primeiro semestre, o crescimento deve ser de at&eacute; 15%, maior que o do segundo por causa da base de compara&ccedil;&atilde;o, pois este per&iacute;odo do ano passado n&atilde;o foi t&atilde;o forte\\&quot;, disse.<br />
<br />
Para Carvalho, ainda h&aacute; espa&ccedil;o para a produ&ccedil;&atilde;o crescer no curto prazo. De 1999 a 2006, muitas unidades foram desativadas e equipamentos foram deixados de lado. Ap&oacute;s anos de ind&uacute;stria abaixo da capacidade, ultimamente a for&ccedil;a de produ&ccedil;&atilde;o foi retomada.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Jornal do Commercio em: 29/05/2008</strong></font></strong></font></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Setor cria 115 mil vagas no 1º trimestre </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=27</link>
			<pubDate>Mon, 26 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=27</guid>
			<description><![CDATA[ O setor da constru&ccedil;&atilde;o civil criou no primeiro trimestre deste ano 113,8 mil vagas de emprego. O n&uacute;mero corresponde a mais da metade do total de vagas geradas em todo o ano de 2007, quando foram registrados 206,6 mil novos postos, segundo levantamento do SindusCon-SP (Sindicato da Ind&uacute;stria da Constru&ccedil;&atilde;o Civil do Estado de S&atilde;o Paulo) e da FGV Projetos. 
 
Comparado ao desempenho do mesmo per&iacute;odo do ano anterior, o crescimento &eacute; de 185,5%. Janeiro foi o m&ecirc;s que concentrou o maior n&uacute;mero de contrata&ccedil;&otilde;es: 43,6 mil, contra 30,9 mil, em fevereiro, e 39,2 mil, em mar&ccedil;o. 
 
No Estado de S&atilde;o Paulo, o aquecimento da constru&ccedil;&atilde;o civil, impulsionado principalmente pelo setor imobili&aacute;rio, proporcionou a cria&ccedil;&atilde;o de 37,3 mil vagas no primeiro trimestre de 2008, uma alta de 126,6% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2007. 
 
O Centro-Oeste foi a regi&atilde;o que apresentou a maior varia&ccedil;&atilde;o proporcional entre os desempenhos do primeiro trimestre deste ano e do ano passado. A alta chega a 665,9%, com a contrata&ccedil;&atilde;o de 11,7 mil trabalhadores, contra 1,5 mil no mesmo per&iacute;odo de 2007. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Gazeta Mercantil em: 26/05/2008     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>O setor da constru&ccedil;&atilde;o civil criou no primeiro trimestre deste ano 113,8 mil vagas de emprego. O n&uacute;mero corresponde a mais da metade do total de vagas geradas em todo o ano de 2007, quando foram registrados 206,6 mil novos postos, segundo levantamento do SindusCon-SP (Sindicato da Ind&uacute;stria da Constru&ccedil;&atilde;o Civil do Estado de S&atilde;o Paulo) e da FGV Projetos.<br />
<br />
Comparado ao desempenho do mesmo per&iacute;odo do ano anterior, o crescimento &eacute; de 185,5%. Janeiro foi o m&ecirc;s que concentrou o maior n&uacute;mero de contrata&ccedil;&otilde;es: 43,6 mil, contra 30,9 mil, em fevereiro, e 39,2 mil, em mar&ccedil;o.<br />
<br />
No Estado de S&atilde;o Paulo, o aquecimento da constru&ccedil;&atilde;o civil, impulsionado principalmente pelo setor imobili&aacute;rio, proporcionou a cria&ccedil;&atilde;o de 37,3 mil vagas no primeiro trimestre de 2008, uma alta de 126,6% em rela&ccedil;&atilde;o ao mesmo per&iacute;odo de 2007.<br />
<br />
O Centro-Oeste foi a regi&atilde;o que apresentou a maior varia&ccedil;&atilde;o proporcional entre os desempenhos do primeiro trimestre deste ano e do ano passado. A alta chega a 665,9%, com a contrata&ccedil;&atilde;o de 11,7 mil trabalhadores, contra 1,5 mil no mesmo per&iacute;odo de 2007.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Gazeta Mercantil em: 26/05/2008</strong></font></strong></font></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Mais sustentável</title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=28</link>
			<pubDate>Mon, 26 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=28</guid>
			<description><![CDATA[ A constru&ccedil;&atilde;o civil brasileira est&aacute; cada vez mais envolvida com o tema da sustentabilidade. Multiplicam-se os empreendimentos imobili&aacute;rios preocupados com aspectos ambientais como conserva&ccedil;&atilde;o de energia, redu&ccedil;&atilde;o do efeito estufa, reuso de &aacute;gua, utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais eco-eficientes e descarte correto de res&iacute;duos. 
 
Grosso modo, estima-se um encarecimento de 10% no custo destas constru&ccedil;&otilde;es, largamente compensado pelos ineg&aacute;veis benef&iacute;cios ambientais e pela economia obtida na opera&ccedil;&atilde;o do edif&iacute;cio, que pode chegar a 30% em rela&ccedil;&atilde;o aos pr&eacute;dios convencionais, ao longo de sua vida &uacute;til. 
 
A evolu&ccedil;&atilde;o da constru&ccedil;&atilde;o rumo &agrave; sustentabilidade depende de inova&ccedil;&atilde;o, pesquisa e desenvolvimento que resultem em avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos, tornando os empreendimentos cada vez mais eco-eficientes e acess&iacute;veis ao poder aquisitivo do consumidor final. 
 
Com este foco, o Comit&ecirc; de Tecnologia e Qualidade e o Comit&ecirc; de Meio Ambiente e Produtividade do SindusCon-SP realizar&atilde;o o \\&quot;5&deg; Semin&aacute;rio de Tecnologia de Sistemas Prediais: Qualidade e Inova&ccedil;&atilde;o\\&quot;, na pr&oacute;xima quarta-feira, em S&atilde;o Paulo. 
 
Um dos temas mais candentes ser&aacute; o sistema de pr&eacute;-aquecimento de &aacute;gua. por energia solar em empreendimentos imobili&aacute;rios, e os impactos da lei municipal de S&atilde;o Paulo que obriga&nbsp;a sua utiliza&ccedil;&atilde;o. Haver&aacute; apresenta&ccedil;&atilde;o dos resultados de pesquisa in&eacute;dita sobre sistemas prediais de aquecimento de &aacute;gua a g&aacute;s utilizados em outros pa&iacute;ses. 
 
Com vistas ao reuso de &aacute;gua, ser&aacute; analisado o dimensionamento e o aproveitamento dos projetos de sistemas de &aacute;gua pluviais diante do atual regime de chuvas. Solu&ccedil;&otilde;es idealizadas at&eacute; um passado recente necessitam ser repensadas, em face das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas que t&ecirc;m provocado enchentes. 
 
Engenheiros e especialistas em efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica far&atilde;o interven&ccedil;&otilde;es sobre os conhecimentos mais recentes a respeito da quest&atilde;o. Ser&aacute; mostrado um case sobre solu&ccedil;&otilde;es eco-eficientes aplicadas em um empreendimento \\&quot;Triple A\\&quot;, topo de linha dos im&oacute;veis comerciais. E haver&aacute; exposi&ccedil;&atilde;o e debate sobre os sistemas prediais de comunica&ccedil;&otilde;es e transportes verticais, com foco nas inova&ccedil;&otilde;es para a conserva&ccedil;&atilde;o de energia. 
 
O evento mostrar&aacute; a busca da constru&ccedil;&atilde;o civil por sistemas vi&aacute;veis. E h&aacute; muito o que avan&ccedil;ar, pois estas solu&ccedil;&otilde;es ainda requerem a acelera&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as iniciadas na ind&uacute;stria de materiais de constru&ccedil;&atilde;o, para a produ&ccedil;&atilde;o de insumos de baixo impacto ambiental. 
 
Tamb&eacute;m s&atilde;o necess&aacute;rios mais investimentos em inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, em cons&oacute;rcio com institutos de pesquisa e universidades, como j&aacute; ocorre intensamente nos pa&iacute;ses desenvolvidos. Ao mesmo tempo, precisamos avan&ccedil;ar no desenvolvimento de ferramentas de projeto e gest&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o de edif&iacute;cios, para que as decis&otilde;es mais eco-eficientes sejam tomadas ainda na fase de planejamento dos empreendimentos. 
 
Todas estas iniciativas j&aacute; ocorrem, mas poderiam avan&ccedil;ar celeremente se os articuladores das pol&iacute;ticas ambientais implementadas ou ainda em discuss&atilde;o atentassem para a necessidade de estimular efetivamente a inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica eco-eficiente no pa&iacute;s. Isto requer mudan&ccedil;a de atitude, melhor articula&ccedil;&atilde;o com a iniciativa privada e mais incentivos, em vez de legisla&ccedil;&otilde;es coercitivas sem o devido aprofundamento t&eacute;cnico. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Folha de S&atilde;o Paulo em: 26/05/2008     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>A constru&ccedil;&atilde;o civil brasileira est&aacute; cada vez mais envolvida com o tema da sustentabilidade. Multiplicam-se os empreendimentos imobili&aacute;rios preocupados com aspectos ambientais como conserva&ccedil;&atilde;o de energia, redu&ccedil;&atilde;o do efeito estufa, reuso de &aacute;gua, utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais eco-eficientes e descarte correto de res&iacute;duos.<br />
<br />
Grosso modo, estima-se um encarecimento de 10% no custo destas constru&ccedil;&otilde;es, largamente compensado pelos ineg&aacute;veis benef&iacute;cios ambientais e pela economia obtida na opera&ccedil;&atilde;o do edif&iacute;cio, que pode chegar a 30% em rela&ccedil;&atilde;o aos pr&eacute;dios convencionais, ao longo de sua vida &uacute;til.<br />
<br />
A evolu&ccedil;&atilde;o da constru&ccedil;&atilde;o rumo &agrave; sustentabilidade depende de inova&ccedil;&atilde;o, pesquisa e desenvolvimento que resultem em avan&ccedil;os tecnol&oacute;gicos, tornando os empreendimentos cada vez mais eco-eficientes e acess&iacute;veis ao poder aquisitivo do consumidor final.<br />
<br />
Com este foco, o Comit&ecirc; de Tecnologia e Qualidade e o Comit&ecirc; de Meio Ambiente e Produtividade do SindusCon-SP realizar&atilde;o o \\&quot;5&deg; Semin&aacute;rio de Tecnologia de Sistemas Prediais: Qualidade e Inova&ccedil;&atilde;o\\&quot;, na pr&oacute;xima quarta-feira, em S&atilde;o Paulo.<br />
<br />
Um dos temas mais candentes ser&aacute; o sistema de pr&eacute;-aquecimento de &aacute;gua. por energia solar em empreendimentos imobili&aacute;rios, e os impactos da lei municipal de S&atilde;o Paulo que obriga&nbsp;a sua utiliza&ccedil;&atilde;o. Haver&aacute; apresenta&ccedil;&atilde;o dos resultados de pesquisa in&eacute;dita sobre sistemas prediais de aquecimento de &aacute;gua a g&aacute;s utilizados em outros pa&iacute;ses.<br />
<br />
Com vistas ao reuso de &aacute;gua, ser&aacute; analisado o dimensionamento e o aproveitamento dos projetos de sistemas de &aacute;gua pluviais diante do atual regime de chuvas. Solu&ccedil;&otilde;es idealizadas at&eacute; um passado recente necessitam ser repensadas, em face das mudan&ccedil;as clim&aacute;ticas que t&ecirc;m provocado enchentes.<br />
<br />
Engenheiros e especialistas em efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica far&atilde;o interven&ccedil;&otilde;es sobre os conhecimentos mais recentes a respeito da quest&atilde;o. Ser&aacute; mostrado um case sobre solu&ccedil;&otilde;es eco-eficientes aplicadas em um empreendimento \\&quot;Triple A\\&quot;, topo de linha dos im&oacute;veis comerciais. E haver&aacute; exposi&ccedil;&atilde;o e debate sobre os sistemas prediais de comunica&ccedil;&otilde;es e transportes verticais, com foco nas inova&ccedil;&otilde;es para a conserva&ccedil;&atilde;o de energia.<br />
<br />
O evento mostrar&aacute; a busca da constru&ccedil;&atilde;o civil por sistemas vi&aacute;veis. E h&aacute; muito o que avan&ccedil;ar, pois estas solu&ccedil;&otilde;es ainda requerem a acelera&ccedil;&atilde;o de mudan&ccedil;as iniciadas na ind&uacute;stria de materiais de constru&ccedil;&atilde;o, para a produ&ccedil;&atilde;o de insumos de baixo impacto ambiental.<br />
<br />
Tamb&eacute;m s&atilde;o necess&aacute;rios mais investimentos em inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica, em cons&oacute;rcio com institutos de pesquisa e universidades, como j&aacute; ocorre intensamente nos pa&iacute;ses desenvolvidos. Ao mesmo tempo, precisamos avan&ccedil;ar no desenvolvimento de ferramentas de projeto e gest&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o de edif&iacute;cios, para que as decis&otilde;es mais eco-eficientes sejam tomadas ainda na fase de planejamento dos empreendimentos.<br />
<br />
Todas estas iniciativas j&aacute; ocorrem, mas poderiam avan&ccedil;ar celeremente se os articuladores das pol&iacute;ticas ambientais implementadas ou ainda em discuss&atilde;o atentassem para a necessidade de estimular efetivamente a inova&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica eco-eficiente no pa&iacute;s. Isto requer mudan&ccedil;a de atitude, melhor articula&ccedil;&atilde;o com a iniciativa privada e mais incentivos, em vez de legisla&ccedil;&otilde;es coercitivas sem o devido aprofundamento t&eacute;cnico.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Folha de S&atilde;o Paulo em: 26/05/2008</strong></font></strong></font></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Caixa convoca devedor </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=29</link>
			<pubDate>Mon, 26 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=29</guid>
			<description><![CDATA[ Por carta, alerta &eacute; para evitar que presta&ccedil;&atilde;o se torne impag&aacute;vel para 27 mil mutu&aacute;rios do banco 
 
A Emgea (Empresa Gestora de Ativos), criada para sanear os contratos habitacionais em desequil&iacute;brio da Caixa Econ&ocirc;mica Federal, est&aacute; concedendo descontos de at&eacute; 90% para a quita&ccedil;&atilde;o da casa pr&oacute;pria por 27 mil mutu&aacute;rios sem cobertura do FCVS (Fundo de Compensa&ccedil;&atilde;o das Varia&ccedil;&otilde;es Salariais) - seguro pago a mais nas presta&ccedil;&otilde;es do im&oacute;vel para n&atilde;o haver saldo devedor no fim do financiamento. 
 
Os mutu&aacute;rios est&atilde;o sendo avisados dos descontos por correspond&ecirc;ncias enviadas pela Caixa. A iniciativa da empresa visa orientar os milhares de mutu&aacute;rios que ter&atilde;o contratos refinanciados automaticamente, por causa do saldo devedor no fim do financiamento. A conseq&uuml;&ecirc;ncia disso ser&aacute; uma presta&ccedil;&atilde;o quase que impag&aacute;vel. 
 
Segundo o diretor-presidente da Emgea, Valter Correia da Silva, &eacute; important&iacute;ssimo que os mutu&aacute;rios atendam a esse convite porque, se n&atilde;o houver uma reestrutura&ccedil;&atilde;o pactuada dos financiamentos, nos termos dos contratos em vigor, o res&iacute;duo, como &eacute; conhecido o saldo devedor ao fim do prazo, ser&aacute; automaticamente refinanciado pela metade do prazo original, ou seja, em somente 10 anos. 
 
Um dos exemplos &eacute; o contrato que tem presta&ccedil;&atilde;o de R$ 538,79 e ter&aacute; um salto para R$ 2.630,97 (sem seguros) pela tabela Price (sistema de amortiza&ccedil;&atilde;o que come&ccedil;a com a presta&ccedil;&atilde;o baixa e vai subindo ao longo do contrato) e juros de 10% mais TR (Taxa Referencial). 
 
Segundo o diretor de Recupera&ccedil;&atilde;o de Cr&eacute;dito da Emgea, Eugen Smarandescu Filho, se o mutu&aacute;rio se antecipar e renegociar, ter&aacute; perd&atilde;o do saldo devedor atual e a empresa levar&aacute; em considera&ccedil;&atilde;o o valor de avalia&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel. Outra vantagem &eacute; que a taxa de juros ser&aacute; menor, 8% ao ano mais TR pelo Sacre (Sistema de Amortiza&ccedil;&atilde;o Crescente), ou seja, a presta&ccedil;&atilde;o vai diminuindo ao longo do contrato. 
 
\\&quot;Para dar mais tranq&uuml;ilidade ao mutu&aacute;rio na hora da reestrutura&ccedil;&atilde;o, existe uma cl&aacute;usula no contrato que garante que n&atilde;o haver&aacute; mais saldo devedor no fim do financiamento. Se houver, o res&iacute;duo ser&aacute; pago pela Emgea\\&quot;, garante Filho. Ele lembra que esses contratos foram assinados nos 80 e 90 sem cobertura pelo FCVS e apresentaram desequil&iacute;brio porque a presta&ccedil;&atilde;o era corrigida pelo Plano de Equival&ecirc;ncia Salarial (PES) e o saldo devedor pelos juros do contrato, que, em m&eacute;dia, eram de 10,5% ao ano mais TR, no prazo de 20 anos. Al&eacute;m disso, passaram por v&aacute;rios planos econ&ocirc;micos. 
 
O PASSO-A-PASSO DA REESTRUTURA&Ccedil;&Atilde;O 
 
ACERTO DE CONTAS 
 
A Emgea informou que h&aacute; 30 mil contratos sem cobertura do FCVS no Pa&iacute;s, mas 3 mil j&aacute; quitaram o financiamento. Por m&ecirc;s, mil s&atilde;o reestruturados ou quitados. 
 
JUSTI&Ccedil;A 
 
O mutu&aacute;rio que est&aacute; na Justi&ccedil;a pode procurar a Emgea para reestruturar o contrato.H&aacute; ainda a possibilidade de negocia&ccedil;&atilde;o nas audi&ecirc;ncias de concilia&ccedil;&atilde;o da Justi&ccedil;a Federal. No Pa&iacute;s, j&aacute; foram realizadas 50 mil audi&ecirc;ncias. No Rio, os interessados podem ligar para o telefone (21) 2524-8713. Outras op&ccedil;&otilde;es s&atilde;o o site www.emgea.gov.br ou as ag&ecirc;ncias da Caixa. 
 
VALOR DE AVALIA&Ccedil;&Atilde;O 
 
A nova negocia&ccedil;&atilde;o permite que o saldo devedor n&atilde;o seja levado em considera&ccedil;&atilde;o, mas, sim, o valor atual de avalia&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel. Nesse caso, a despesa do mutu&aacute;rio &eacute; de R$ 400. Em seguida, a Emgea analisar&aacute; o percentual financiado e o que j&aacute; foi pago para a reestrutura&ccedil;&atilde;o. 
 
HIPOTECA 
 
A garantia continua sendo a hipoteca, para evitar mais despesa para o mutu&aacute;rio. Nesse caso, o refinanciamento ser&aacute; de mais 1O anos para n&atilde;o estourar o limite da hipoteca, que &eacute; de 30 anos. 
 
INADIMPLENTES 
 
O mutu&aacute;rio que est&aacute; com presta&ccedil;&atilde;o em atraso tamb&eacute;m pode se beneficiar dos descontos. A recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; procurar a Emgea para fazer o acerto de contas. A empresa informa que os adimplentes pagar&atilde;o menos que os que est&atilde;o em atraso. 
 
RENEGOCIA&Ccedil;&Atilde;O 
 
Para um contrato assinado em 1989, com prazo de 240 meses (20 anos), presta&ccedil;&atilde;o atual de R$ 538,79 e 23 presta&ccedil;&otilde;es para o t&eacute;rmino, com o saldo devedor ainda em R$ 186.876,59, o valor de avalia&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel est&aacute; em R$ 137.482,05. A proposta da Emgea seria: o mutu&aacute;rio poderia liquidar pagando &agrave; vista R$ 82.010 (desconto de 56,11%). E o FGTS poder&aacute; ser usado. Caso n&atilde;o fa&ccedil;a essa escolha, o valor passa a R$ 91.800 (desconto de 50,87%). Dessa forma, &eacute; preciso pagar R$ 9.180 &agrave; vista, e o restante em 108 meses (nove anos) em parcelas iniciais de R$ 1.430,16 e juros de 8% ao ano mais TR. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   O Dia em: 26/05/2008     
   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Cristiane Campos     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Por carta, alerta &eacute; para evitar que presta&ccedil;&atilde;o se torne impag&aacute;vel para 27 mil mutu&aacute;rios do banco<br />
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A Emgea (Empresa Gestora de Ativos), criada para sanear os contratos habitacionais em desequil&iacute;brio da Caixa Econ&ocirc;mica Federal, est&aacute; concedendo descontos de at&eacute; 90% para a quita&ccedil;&atilde;o da casa pr&oacute;pria por 27 mil mutu&aacute;rios sem cobertura do FCVS (Fundo de Compensa&ccedil;&atilde;o das Varia&ccedil;&otilde;es Salariais) - seguro pago a mais nas presta&ccedil;&otilde;es do im&oacute;vel para n&atilde;o haver saldo devedor no fim do financiamento.<br />
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Os mutu&aacute;rios est&atilde;o sendo avisados dos descontos por correspond&ecirc;ncias enviadas pela Caixa. A iniciativa da empresa visa orientar os milhares de mutu&aacute;rios que ter&atilde;o contratos refinanciados automaticamente, por causa do saldo devedor no fim do financiamento. A conseq&uuml;&ecirc;ncia disso ser&aacute; uma presta&ccedil;&atilde;o quase que impag&aacute;vel.<br />
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Segundo o diretor-presidente da Emgea, Valter Correia da Silva, &eacute; important&iacute;ssimo que os mutu&aacute;rios atendam a esse convite porque, se n&atilde;o houver uma reestrutura&ccedil;&atilde;o pactuada dos financiamentos, nos termos dos contratos em vigor, o res&iacute;duo, como &eacute; conhecido o saldo devedor ao fim do prazo, ser&aacute; automaticamente refinanciado pela metade do prazo original, ou seja, em somente 10 anos.<br />
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Um dos exemplos &eacute; o contrato que tem presta&ccedil;&atilde;o de R$ 538,79 e ter&aacute; um salto para R$ 2.630,97 (sem seguros) pela tabela Price (sistema de amortiza&ccedil;&atilde;o que come&ccedil;a com a presta&ccedil;&atilde;o baixa e vai subindo ao longo do contrato) e juros de 10% mais TR (Taxa Referencial).<br />
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Segundo o diretor de Recupera&ccedil;&atilde;o de Cr&eacute;dito da Emgea, Eugen Smarandescu Filho, se o mutu&aacute;rio se antecipar e renegociar, ter&aacute; perd&atilde;o do saldo devedor atual e a empresa levar&aacute; em considera&ccedil;&atilde;o o valor de avalia&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel. Outra vantagem &eacute; que a taxa de juros ser&aacute; menor, 8% ao ano mais TR pelo Sacre (Sistema de Amortiza&ccedil;&atilde;o Crescente), ou seja, a presta&ccedil;&atilde;o vai diminuindo ao longo do contrato.<br />
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\\&quot;Para dar mais tranq&uuml;ilidade ao mutu&aacute;rio na hora da reestrutura&ccedil;&atilde;o, existe uma cl&aacute;usula no contrato que garante que n&atilde;o haver&aacute; mais saldo devedor no fim do financiamento. Se houver, o res&iacute;duo ser&aacute; pago pela Emgea\\&quot;, garante Filho. Ele lembra que esses contratos foram assinados nos 80 e 90 sem cobertura pelo FCVS e apresentaram desequil&iacute;brio porque a presta&ccedil;&atilde;o era corrigida pelo Plano de Equival&ecirc;ncia Salarial (PES) e o saldo devedor pelos juros do contrato, que, em m&eacute;dia, eram de 10,5% ao ano mais TR, no prazo de 20 anos. Al&eacute;m disso, passaram por v&aacute;rios planos econ&ocirc;micos.<br />
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O PASSO-A-PASSO DA REESTRUTURA&Ccedil;&Atilde;O<br />
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ACERTO DE CONTAS<br />
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A Emgea informou que h&aacute; 30 mil contratos sem cobertura do FCVS no Pa&iacute;s, mas 3 mil j&aacute; quitaram o financiamento. Por m&ecirc;s, mil s&atilde;o reestruturados ou quitados.<br />
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JUSTI&Ccedil;A<br />
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O mutu&aacute;rio que est&aacute; na Justi&ccedil;a pode procurar a Emgea para reestruturar o contrato.H&aacute; ainda a possibilidade de negocia&ccedil;&atilde;o nas audi&ecirc;ncias de concilia&ccedil;&atilde;o da Justi&ccedil;a Federal. No Pa&iacute;s, j&aacute; foram realizadas 50 mil audi&ecirc;ncias. No Rio, os interessados podem ligar para o telefone (21) 2524-8713. Outras op&ccedil;&otilde;es s&atilde;o o site www.emgea.gov.br ou as ag&ecirc;ncias da Caixa.<br />
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VALOR DE AVALIA&Ccedil;&Atilde;O<br />
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A nova negocia&ccedil;&atilde;o permite que o saldo devedor n&atilde;o seja levado em considera&ccedil;&atilde;o, mas, sim, o valor atual de avalia&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel. Nesse caso, a despesa do mutu&aacute;rio &eacute; de R$ 400. Em seguida, a Emgea analisar&aacute; o percentual financiado e o que j&aacute; foi pago para a reestrutura&ccedil;&atilde;o.<br />
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HIPOTECA<br />
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A garantia continua sendo a hipoteca, para evitar mais despesa para o mutu&aacute;rio. Nesse caso, o refinanciamento ser&aacute; de mais 1O anos para n&atilde;o estourar o limite da hipoteca, que &eacute; de 30 anos.<br />
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INADIMPLENTES<br />
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O mutu&aacute;rio que est&aacute; com presta&ccedil;&atilde;o em atraso tamb&eacute;m pode se beneficiar dos descontos. A recomenda&ccedil;&atilde;o &eacute; procurar a Emgea para fazer o acerto de contas. A empresa informa que os adimplentes pagar&atilde;o menos que os que est&atilde;o em atraso.<br />
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RENEGOCIA&Ccedil;&Atilde;O<br />
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Para um contrato assinado em 1989, com prazo de 240 meses (20 anos), presta&ccedil;&atilde;o atual de R$ 538,79 e 23 presta&ccedil;&otilde;es para o t&eacute;rmino, com o saldo devedor ainda em R$ 186.876,59, o valor de avalia&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel est&aacute; em R$ 137.482,05. A proposta da Emgea seria: o mutu&aacute;rio poderia liquidar pagando &agrave; vista R$ 82.010 (desconto de 56,11%). E o FGTS poder&aacute; ser usado. Caso n&atilde;o fa&ccedil;a essa escolha, o valor passa a R$ 91.800 (desconto de 50,87%). Dessa forma, &eacute; preciso pagar R$ 9.180 &agrave; vista, e o restante em 108 meses (nove anos) em parcelas iniciais de R$ 1.430,16 e juros de 8% ao ano mais TR.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>O Dia em: 26/05/2008</strong></font></strong></font></p>
<p><strong><font face=\"Verdana\" size=\"1\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\">Cristiane Campos </font></font></strong></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Déficit habitacional </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=26</link>
			<pubDate>Wed, 21 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=26</guid>
			<description><![CDATA[ A Abecip lan&ccedil;ou o II Pr&ecirc;mio de Monografia em Cr&eacute;dito Imobili&aacute;rio e Poupan&ccedil;a. O tema &eacute; \\&quot;Alternativas e solu&ccedil;&otilde;es para o financiamento de im&oacute;veis de interesse social\\&quot;. A premia&ccedil;&atilde;o, no valor total de R$38 mil, ser&aacute; concedida &agrave;s tr&ecirc;s melhores monografias de cada categoria (graduados e graduandos). As inscri&ccedil;&otilde;es podem ser feitas at&eacute; 30 de junho. Informa&ccedil;&otilde;es pelo telefone (11) 3286-4859. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   O Globo em: 19/05/2008     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>A Abecip lan&ccedil;ou o II Pr&ecirc;mio de Monografia em Cr&eacute;dito Imobili&aacute;rio e Poupan&ccedil;a. O tema &eacute; \\&quot;Alternativas e solu&ccedil;&otilde;es para o financiamento de im&oacute;veis de interesse social\\&quot;. A premia&ccedil;&atilde;o, no valor total de R$38 mil, ser&aacute; concedida &agrave;s tr&ecirc;s melhores monografias de cada categoria (graduados e graduandos). As inscri&ccedil;&otilde;es podem ser feitas at&eacute; 30 de junho. Informa&ccedil;&otilde;es pelo telefone (11) 3286-4859.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>O Globo em: 19/05/2008</strong></font></strong></font></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Aposta firme no imóvel popular </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=23</link>
			<pubDate>Tue, 20 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=23</guid>
			<description><![CDATA[ Produto econ&ocirc;mico puxa as vendas das incorporadoras, que projetam manter o ritmo para atender &agrave; demanda reprimida por 20 anos 
 
Segmento econ&ocirc;mico, popular, de baixa renda ou primeiro im&oacute;vel. N&atilde;o importa como as incorporadoras classificam os seus produtos residenciais destinados a quem ganha at&eacute; cinco sal&aacute;rios m&iacute;nimos. Esse &eacute; um mercado cada vez mais promissor e j&aacute; se transformou na menina-dos-olhos de muitas empresas do setor que ampliaram o seu leque de atua&ccedil;&atilde;o nos dois &uacute;ltimos anos justamente para atender a essa demanda. Com a estrat&eacute;gia de levantar recursos atrav&eacute;s de IPOs (sigla em ingl&ecirc;s para oferta p&uacute;blica de a&ccedil;&otilde;es), realizar joint ventures e tamb&eacute;m adquirir empresas especializadas nesse segmento, as incorporadoras revigoraram. Tanto que, al&eacute;m do sucesso alcan&ccedil;ado em 2007, elas j&aacute; projetam crescimento de 50% a 60% em 2008 e de 30% a 40% nos pr&oacute;ximos dois anos. O foco de atua&ccedil;&atilde;o s&atilde;o as regi&otilde;es metropolitanas, onde h&aacute; mais demanda por moradias, como as de S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Vit&oacute;ria, Salvador, Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre. 
 
Segundo Roberto Senna, presidente da Bairro Novo, uma joint venture da Gafisa com a Odebrecht, o cen&aacute;rio atual n&atilde;o tem volta. \\&quot;As condi&ccedil;&otilde;es macroecon&ocirc;micas s&atilde;o favor&aacute;veis, a infla&ccedil;&atilde;o est&aacute; sobcontrole, as taxas de juros decresceram em 2007, melhorou a renda da popula&ccedil;&atilde;o e a cultura do cr&eacute;dito chegou ao setor imobili&aacute;rio.\\&quot; 
 
Foi esse o ciclo virtuoso que levou as empresas a despertar para esse segmento, totalmente esquecido nos &uacute;ltimos 20 anos. \\&quot;Em 2007, o Brasil construiu cerca de 465 mil unidades destinadas a todas as faixas de renda e apenas 50 mil foram para o segmento popular\\&quot;, informa Senna, apostando que essa equa&ccedil;&atilde;o t&atilde;o desequilibrada pode ser mudada a partir de agora. 
 
Na vis&atilde;o dele, isso ocorrer&aacute; n&atilde;o apenas porque as empresas se prepararam e desenvolveram produtos para atender a essa demanda reprimida, mas tamb&eacute;m porque vivemos um momento importante at&eacute; do ponto de vista educacional. \\&quot;Existem pesquisas que mostram mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos no p&uacute;blico de baixa renda, como n&atilde;o atrasar o pagamento da conta de luz\\&quot;, aponta. Ou seja, n&atilde;o h&aacute; inadimpl&ecirc;ncia nos itens que o p&uacute;blico valoriza. \\&quot;No caso da Bairro Novo, buscamos nos diferenciar com um modelo de atacado, com projetos de bairros planejados e criados para quem ganha entre tr&ecirc;s e cinco sal&aacute;rios m&iacute;nimos.\\&quot; E oferece escolas, creches, padarias, farm&aacute;cias e centros comunit&aacute;rios. 
 
Para viabilizar seus projetos, a empresa trabalha com produtos financeiros arrojados. H&aacute;, por exemplo, um com o banco ABN Amro Real que financia 90% do valor do im&oacute;vel em 25 anos, o que permite atender fam&iacute;lias com renda m&iacute;nima de R$ 1.350,00. \\&quot;Projetos como o da Bairro Novo se assemelham muito aos que foram desenvolvidos no M&eacute;xico e no Chile, pa&iacute;ses com processos semelhantes de estabilidade econ&ocirc;mica\\&quot;, conta Senna. 
 
O otimismo &eacute; partilhado por dirigentes como Jo&atilde;o Cl&aacute;udio Robusti, presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria da Constru&ccedil;&atilde;o Civil do Estado de S&atilde;o Paulo (SindusCon-SP). \\&quot;As empresas est&atilde;o capitalizadas depois dos IPOs e o ano de 2008 ser&aacute; muito bom, at&eacute; porque est&aacute; tudo contratado e &eacute; s&oacute; construir.\\&quot; 
 
Para Jo&atilde;o Batista Crestana, presidente do Secovi-SP (o maior sindicato do setor na Am&eacute;rica Latina), o mercado imobili&aacute;rio est&aacute; crescendo como um todo no Brasil. Ele acredita que ainda em 2008 a participa&ccedil;&atilde;o do setor no produto interno bruto (PIB), que hoje &eacute; inferior a 3%, passe para uma faixa de 10%. Afinal, a classe m&eacute;dia baixa voltou a ter acesso ao cr&eacute;dito para a casa pr&oacute;pria. Mas ele acha que o segmento de renda mais baixa preocupa. Faltam 8 milh&otilde;es de moradias no Brasil, grande parte das pessoas mora em favelas ou corti&ccedil;os e o d&eacute;ficit aumenta em cerca de 400 mil unidades por ano. \\&quot;Sem d&uacute;vida, esse &eacute; um grande mercado para as construtoras, mas precisa de subs&iacute;dio do governo.\\&quot; 
 
A sugest&atilde;o de Crestana &eacute; que o governo d&ecirc; subven&ccedil;&atilde;o de R$ 10 mil por unidade. Seria um empr&eacute;stimo a fundo perdido que auxiliaria na concretiza&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio. Para ele, se o governo implementasse essa pol&iacute;tica, seria poss&iacute;vel acabar com o d&eacute;ficit habitacional no prazo de 15 anos. 
 
Como o mercado reage rapidamente &agrave;s novas oportunidades de neg&oacute;cios, muitas empresas passaram a criar marcas espec&iacute;ficas para a faixa popular (im&oacute;veis com valor entre R$ 60 mil e R$ 80 mil). Caso tamb&eacute;m da Gafisa, que, al&eacute;m da Bairro Novo, criou a Fit Residencial; da InPar, com a marca Viver Econ&ocirc;mico; da PDG Realty, que adquiriu a maioria das a&ccedil;&otilde;es da Goldfarb; da Cyrela, com a marca Living; da Queiroz Galv&atilde;o, que lan&ccedil;ou a linha Queiroz Galv&atilde;o Slim e da CDDI, incorporadora do grupo Camargo Corr&ecirc;a, que comprou a HM, construtora de moradias populares de Bauru (SP). 
 
Mas h&aacute; tamb&eacute;m os que est&atilde;o nesse mercado h&aacute; mais tempo, como a Tenda, de origem mineira - 38 anos no setor -, que h&aacute; 12 focou de forma pioneira seus neg&oacute;cios nos im&oacute;veis de baixa renda. Segundo o diretor Andr&eacute; Vieira, a mudan&ccedil;a no perfil da construtora orientou-se pelo desejo de crescimento. \\&quot;E quem quer crescer num pa&iacute;s como o Brasil tem que desenvolver produtos simplificados e padronizados para a classe onde h&aacute; maior n&uacute;mero de pessoas.\\&quot; 
 
Com a simplifica&ccedil;&atilde;o do processo produtivo, a Tenda concentrou-se nos tipos de habita&ccedil;&atilde;o que permitem escala: casas com um ou dois pavimentos, pr&eacute;dios de dois, quatro e cinco andares, sem elevador, e de oito, com elevador. Segundo Vieira, as vendas foram viabilizadas atrav&eacute;s de parceria com a Caixa Econ&ocirc;mica Federal (CEF). \\&quot;Como a demanda &eacute; t&atilde;o maior do que a oferta, cliente n&atilde;o &eacute; problema para n&oacute;s.\\&quot; 
 
Vieira admite, por&eacute;m, que o perfil desse consumidor mudou. \\&quot;O nosso cliente tem cerca de 30 anos, &eacute; rec&eacute;m-casado, divide a responsabilidade da aquisi&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel com a noiva e apresenta novos h&aacute;bitos de consumo: tem celular, acesso &agrave; Internet e frequenta shopping centers. Com esses valores, ele n&atilde;o quer mais morar em conjuntos habitacionais tipo CDHU.\\&quot; 
 
Pelas suas contas, esse propriet&aacute;rio potencial tem renda familiar em torno de R$ 2 mil e busca casa ou apartamento com visual moderno. Para acompanhar a tend&ecirc;ncia, a Tenda foi buscar um profissional no M&eacute;xico/no in&iacute;cio de 2007. \\&quot;Ele ficou conosco por um ano e deu uma cara nova aos produtos da Tenda: &aacute;reas de lazer como piscinas e playground, al&eacute;m de espa&ccedil;os gourmet e zen.\\&quot; O M&eacute;xico ergueu 800 mil unidades habitacionais em 2007. atividade que corresponde a 11% do PIB daquele pa&iacute;s. O pr&oacute;ximo passo da Tenda - que prev&ecirc; lan&ccedil;ar um total de 30 mil unidades em 2008, 26,3% acima do ano passado - &eacute; consolidar a sua regionaliza&ccedil;&atilde;o. Desde 2007, ela est&aacute; presente em S&atilde;o Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Goi&acirc;nia, Bras&iacute;lia, Salvador, Recife, Porto Alegre e Vit&oacute;ria. 
 
Enquanto a Tenda aposta na regionaliza&ccedil;&atilde;o, outras definem a&ccedil;&otilde;es para se diferenciarem num segmento t&atilde;o competitivo que j&aacute; atrai o interesse da Homex, umas das maiores construtoras de resid&ecirc;ncias do M&eacute;xico, especializada em im&oacute;veis abaixo de US$ 30 mil. No caso da Cyrela, a estrat&eacute;gia foi adotar a mesma pol&iacute;tica que vem sendo empregada no alto padr&atilde;o: localiza&ccedil;&atilde;o, cuidado no desenvolvimento do empreendimento e inclus&atilde;o de &aacute;reas de lazer. 
 
Com a abertura de capital, em 2005, ela captou recursos tamb&eacute;m para investir na compra de terrenos. Segundo Ant&oacute;nio Guedes, diretor de novas opera&ccedil;&otilde;es e expans&atilde;o, cerca de 30% dos lan&ccedil;amentos da companhia est&atilde;o hoje no segmento de baixa renda e 70% no m&eacute;dio e alto padr&atilde;o. \\&quot;Estamos nos posicionando entre as tr&ecirc;s incorporadoras que lideram esse nicho do mercado.\\&quot; 
 
A Fit Residencial, marca da Gafisa para o segmento econ&ocirc;mico, por seu lado, j&aacute; traz em seu curr&iacute;culo - com apenas um ano de exist&ecirc;ncia - a assinatura do primeiro conv&ecirc;nio nacional para a produ&ccedil;&atilde;o e o financiamento de im&oacute;veis aos clientes finais, dentro do Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC). O acordo foi firmado em mar&ccedil;o de 2008 e a CEF vai financiar at&eacute; 6 mil unidades, em v&aacute;rios estados. 
 
Segundo Daniela Ferrari, diretora de neg&oacute;cios da Fit Residencial, em 2007 a incorporadora lan&ccedil;ou 2.459 unidades - 1.800 apenas no quarto trimestre -, com uma m&eacute;dia de 300 unidades por lan&ccedil;amento. \\&quot;Em 2008 pretendemos centrar esfor&ccedil;os na expans&atilde;o regional atrav&eacute;s de parcerias com empresas locais.\\&quot; Ela acrescenta que a Fit leva know-how e conhecimento do produto para regi&otilde;es onde h&aacute; potencial de desenvolvimento urbano. 
 
Para Marcelo Figueiredo, diretor-superintendente da CDDI, incorporadora do grupo Camargo Corr&ecirc;a - que adquiriu a HM para atender a popula&ccedil;&atilde;o de baixa renda -, uma prova da import&acirc;ncia que a empresa d&aacute; a esse segmento s&atilde;o os tr&ecirc;s lan&ccedil;amentos feitos nos &uacute;ltimos meses (Inova, em Osasco; Interclubes, em Salvador; e Ecos, em Tabo&atilde;o), que somam cerca de 2 mil unidades. \\&quot;A quantidade &eacute; fundamental para diminuir os custos e os pre&ccedil;os dos im&oacute;veis.\\&quot; 
 
Milton Goldfarb, por seu lado, acha que esse segmento de mercado ainda n&atilde;o est&aacute; t&atilde;o competitivo assim. Para ele - que &eacute; diretor-presidente da Goldfarb -, h&aacute; muito falat&oacute;rio e pouca produ&ccedil;&atilde;o. \\&quot;&Eacute; como carro popular. Precisa ter pre&ccedil;o e financiamento. A&iacute;, sim, o consumidor que tiver uma renda m&eacute;dia a partir de R$ 2.500 vai poder comprar um im&oacute;vel de cerca de R$ 80 mil\\&quot;, diz. A construtora projeta construir entre 12 mil e 25 mil habita&ccedil;&otilde;es em 2008 - 6 mil delas s&oacute; em S&atilde;o Paulo. 
 
J&aacute; a InPar, que pretende lan&ccedil;ar em 2008 empreendimentos no valor de R$ 2,5 bilh&otilde;es, em todas as faixas de mercado, tamb&eacute;m est&aacute; otimista em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; faixa mais popular comercializada com a marca Viver. Segundo o vice-presidente, Marco Ant&oacute;nio Parizotto, a empresa se preparou para o boom comprando estoques de terrenos em v&aacute;rias regi&otilde;es do pa&iacute;s. \\&quot;Temos planos bastante agressivos para esse segmento e devemos construir 19 mil unidades nos pr&oacute;ximos dois anos, sendo 10 mil em 2008 e 9 mil para 2009.\\&quot; 
 
Embora a InPar tenha projetos em todo o Brasil e esteja investindo em 16 estados, sua estrat&eacute;gia &eacute; ampliar o foco no eixo Rio-S&atilde;o Paulo. Na faixa popular, o trabalho maior &eacute; com a padroniza&ccedil;&atilde;o do produto em escala superecon&ocirc;mica (na faixa de R$ 60 mil a R$ 80 mil a unidade) ou econ&ocirc;mica (de R$ 80 mil a R$ 150 mil). \\&quot;A id&eacute;ia &eacute; repetir os bons resultados alcan&ccedil;ados na cidade paraense de Ananundeua, localizada na divisa com a capital, Bel&eacute;m, onde foram lan&ccedil;adas 900 unidades, sendo 50% vendidas no primeiro m&ecirc;s.\\&quot; 
 
Para Carlos Coimbra, diretor da Queiroz Galv&atilde;o, o lan&ccedil;amento da marca Slim seguiu a tend&ecirc;ncia do setor e trouxe produtos mais enxutos para &aacute;reas em franco desenvolvimento. A construtora come&ccedil;ou com produtos dirigidos para a classe A e ainda trabalha nesse segmento. Mas desde 2007 acompanha a tend&ecirc;ncia do mercado e faz lan&ccedil;amentos no valor de R$ 60 mil a R$ 100 mil. \\&quot;Estamos planejando diversos empreendimentos nessa faixa para os pr&oacute;ximos dez anos na regi&atilde;o metropolitana do Recife\\&quot;, diz. Para isso, trabalha em parceria com uma empresa local, a ACLS, que tinha um grande banco de terrenos. \\&quot;Em dez anos teremos uma nova cidade.\\&quot; 
 
A atual retomada foi acompanhada de perto pela Eug&ecirc;nio Marketing, empresa especializada em marketing imobili&aacute;rio, com atua&ccedil;&atilde;o em todo o Brasil. \\&quot;Esse segmento colocou 100 mil unidades em 2007, mas para come&ccedil;ar a equilibrar o d&eacute;ficit habitacional do pa&iacute;s deveria ter lan&ccedil;ado 1 milh&atilde;o\\&quot;, afirma seu presidente, Maur&iacute;cio Eug&ecirc;nio. Para ele, o processo s&oacute; come&ccedil;ou h&aacute; dois ou tr&ecirc;s anos, \\&quot;mas j&aacute; garante uma atividade agressiva para os pr&oacute;ximos dez anos\\&quot;. E, como repetem os empres&aacute;rios do setor: h&aacute; cr&eacute;dito, condi&ccedil;&otilde;es boas de financiamento, economia est&aacute;vel e vontade cada vez maior da popula&ccedil;&atilde;o de baixa renda de - finalmente - inserir-se no mundo dos que possuem casa pr&oacute;pria. 
 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Valor em: 20/05/2008      
   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Rita Cirne    ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Produto econ&ocirc;mico puxa as vendas das incorporadoras, que projetam manter o ritmo para atender &agrave; demanda reprimida por 20 anos<br />
<br />
Segmento econ&ocirc;mico, popular, de baixa renda ou primeiro im&oacute;vel. N&atilde;o importa como as incorporadoras classificam os seus produtos residenciais destinados a quem ganha at&eacute; cinco sal&aacute;rios m&iacute;nimos. Esse &eacute; um mercado cada vez mais promissor e j&aacute; se transformou na menina-dos-olhos de muitas empresas do setor que ampliaram o seu leque de atua&ccedil;&atilde;o nos dois &uacute;ltimos anos justamente para atender a essa demanda. Com a estrat&eacute;gia de levantar recursos atrav&eacute;s de IPOs (sigla em ingl&ecirc;s para oferta p&uacute;blica de a&ccedil;&otilde;es), realizar joint ventures e tamb&eacute;m adquirir empresas especializadas nesse segmento, as incorporadoras revigoraram. Tanto que, al&eacute;m do sucesso alcan&ccedil;ado em 2007, elas j&aacute; projetam crescimento de 50% a 60% em 2008 e de 30% a 40% nos pr&oacute;ximos dois anos. O foco de atua&ccedil;&atilde;o s&atilde;o as regi&otilde;es metropolitanas, onde h&aacute; mais demanda por moradias, como as de S&atilde;o Paulo, Rio de Janeiro, Vit&oacute;ria, Salvador, Curitiba, Belo Horizonte e Porto Alegre.<br />
<br />
Segundo Roberto Senna, presidente da Bairro Novo, uma joint venture da Gafisa com a Odebrecht, o cen&aacute;rio atual n&atilde;o tem volta. \\&quot;As condi&ccedil;&otilde;es macroecon&ocirc;micas s&atilde;o favor&aacute;veis, a infla&ccedil;&atilde;o est&aacute; sobcontrole, as taxas de juros decresceram em 2007, melhorou a renda da popula&ccedil;&atilde;o e a cultura do cr&eacute;dito chegou ao setor imobili&aacute;rio.\\&quot;<br />
<br />
Foi esse o ciclo virtuoso que levou as empresas a despertar para esse segmento, totalmente esquecido nos &uacute;ltimos 20 anos. \\&quot;Em 2007, o Brasil construiu cerca de 465 mil unidades destinadas a todas as faixas de renda e apenas 50 mil foram para o segmento popular\\&quot;, informa Senna, apostando que essa equa&ccedil;&atilde;o t&atilde;o desequilibrada pode ser mudada a partir de agora.<br />
<br />
Na vis&atilde;o dele, isso ocorrer&aacute; n&atilde;o apenas porque as empresas se prepararam e desenvolveram produtos para atender a essa demanda reprimida, mas tamb&eacute;m porque vivemos um momento importante at&eacute; do ponto de vista educacional. \\&quot;Existem pesquisas que mostram mudan&ccedil;a de h&aacute;bitos no p&uacute;blico de baixa renda, como n&atilde;o atrasar o pagamento da conta de luz\\&quot;, aponta. Ou seja, n&atilde;o h&aacute; inadimpl&ecirc;ncia nos itens que o p&uacute;blico valoriza. \\&quot;No caso da Bairro Novo, buscamos nos diferenciar com um modelo de atacado, com projetos de bairros planejados e criados para quem ganha entre tr&ecirc;s e cinco sal&aacute;rios m&iacute;nimos.\\&quot; E oferece escolas, creches, padarias, farm&aacute;cias e centros comunit&aacute;rios.<br />
<br />
Para viabilizar seus projetos, a empresa trabalha com produtos financeiros arrojados. H&aacute;, por exemplo, um com o banco ABN Amro Real que financia 90% do valor do im&oacute;vel em 25 anos, o que permite atender fam&iacute;lias com renda m&iacute;nima de R$ 1.350,00. \\&quot;Projetos como o da Bairro Novo se assemelham muito aos que foram desenvolvidos no M&eacute;xico e no Chile, pa&iacute;ses com processos semelhantes de estabilidade econ&ocirc;mica\\&quot;, conta Senna.<br />
<br />
O otimismo &eacute; partilhado por dirigentes como Jo&atilde;o Cl&aacute;udio Robusti, presidente do Sindicato da Ind&uacute;stria da Constru&ccedil;&atilde;o Civil do Estado de S&atilde;o Paulo (SindusCon-SP). \\&quot;As empresas est&atilde;o capitalizadas depois dos IPOs e o ano de 2008 ser&aacute; muito bom, at&eacute; porque est&aacute; tudo contratado e &eacute; s&oacute; construir.\\&quot;<br />
<br />
Para Jo&atilde;o Batista Crestana, presidente do Secovi-SP (o maior sindicato do setor na Am&eacute;rica Latina), o mercado imobili&aacute;rio est&aacute; crescendo como um todo no Brasil. Ele acredita que ainda em 2008 a participa&ccedil;&atilde;o do setor no produto interno bruto (PIB), que hoje &eacute; inferior a 3%, passe para uma faixa de 10%. Afinal, a classe m&eacute;dia baixa voltou a ter acesso ao cr&eacute;dito para a casa pr&oacute;pria. Mas ele acha que o segmento de renda mais baixa preocupa. Faltam 8 milh&otilde;es de moradias no Brasil, grande parte das pessoas mora em favelas ou corti&ccedil;os e o d&eacute;ficit aumenta em cerca de 400 mil unidades por ano. \\&quot;Sem d&uacute;vida, esse &eacute; um grande mercado para as construtoras, mas precisa de subs&iacute;dio do governo.\\&quot;<br />
<br />
A sugest&atilde;o de Crestana &eacute; que o governo d&ecirc; subven&ccedil;&atilde;o de R$ 10 mil por unidade. Seria um empr&eacute;stimo a fundo perdido que auxiliaria na concretiza&ccedil;&atilde;o do neg&oacute;cio. Para ele, se o governo implementasse essa pol&iacute;tica, seria poss&iacute;vel acabar com o d&eacute;ficit habitacional no prazo de 15 anos.<br />
<br />
Como o mercado reage rapidamente &agrave;s novas oportunidades de neg&oacute;cios, muitas empresas passaram a criar marcas espec&iacute;ficas para a faixa popular (im&oacute;veis com valor entre R$ 60 mil e R$ 80 mil). Caso tamb&eacute;m da Gafisa, que, al&eacute;m da Bairro Novo, criou a Fit Residencial; da InPar, com a marca Viver Econ&ocirc;mico; da PDG Realty, que adquiriu a maioria das a&ccedil;&otilde;es da Goldfarb; da Cyrela, com a marca Living; da Queiroz Galv&atilde;o, que lan&ccedil;ou a linha Queiroz Galv&atilde;o Slim e da CDDI, incorporadora do grupo Camargo Corr&ecirc;a, que comprou a HM, construtora de moradias populares de Bauru (SP).<br />
<br />
Mas h&aacute; tamb&eacute;m os que est&atilde;o nesse mercado h&aacute; mais tempo, como a Tenda, de origem mineira - 38 anos no setor -, que h&aacute; 12 focou de forma pioneira seus neg&oacute;cios nos im&oacute;veis de baixa renda. Segundo o diretor Andr&eacute; Vieira, a mudan&ccedil;a no perfil da construtora orientou-se pelo desejo de crescimento. \\&quot;E quem quer crescer num pa&iacute;s como o Brasil tem que desenvolver produtos simplificados e padronizados para a classe onde h&aacute; maior n&uacute;mero de pessoas.\\&quot;<br />
<br />
Com a simplifica&ccedil;&atilde;o do processo produtivo, a Tenda concentrou-se nos tipos de habita&ccedil;&atilde;o que permitem escala: casas com um ou dois pavimentos, pr&eacute;dios de dois, quatro e cinco andares, sem elevador, e de oito, com elevador. Segundo Vieira, as vendas foram viabilizadas atrav&eacute;s de parceria com a Caixa Econ&ocirc;mica Federal (CEF). \\&quot;Como a demanda &eacute; t&atilde;o maior do que a oferta, cliente n&atilde;o &eacute; problema para n&oacute;s.\\&quot;<br />
<br />
Vieira admite, por&eacute;m, que o perfil desse consumidor mudou. \\&quot;O nosso cliente tem cerca de 30 anos, &eacute; rec&eacute;m-casado, divide a responsabilidade da aquisi&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel com a noiva e apresenta novos h&aacute;bitos de consumo: tem celular, acesso &agrave; Internet e frequenta shopping centers. Com esses valores, ele n&atilde;o quer mais morar em conjuntos habitacionais tipo CDHU.\\&quot;<br />
<br />
Pelas suas contas, esse propriet&aacute;rio potencial tem renda familiar em torno de R$ 2 mil e busca casa ou apartamento com visual moderno. Para acompanhar a tend&ecirc;ncia, a Tenda foi buscar um profissional no M&eacute;xico/no in&iacute;cio de 2007. \\&quot;Ele ficou conosco por um ano e deu uma cara nova aos produtos da Tenda: &aacute;reas de lazer como piscinas e playground, al&eacute;m de espa&ccedil;os gourmet e zen.\\&quot; O M&eacute;xico ergueu 800 mil unidades habitacionais em 2007. atividade que corresponde a 11% do PIB daquele pa&iacute;s. O pr&oacute;ximo passo da Tenda - que prev&ecirc; lan&ccedil;ar um total de 30 mil unidades em 2008, 26,3% acima do ano passado - &eacute; consolidar a sua regionaliza&ccedil;&atilde;o. Desde 2007, ela est&aacute; presente em S&atilde;o Paulo, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Goi&acirc;nia, Bras&iacute;lia, Salvador, Recife, Porto Alegre e Vit&oacute;ria.<br />
<br />
Enquanto a Tenda aposta na regionaliza&ccedil;&atilde;o, outras definem a&ccedil;&otilde;es para se diferenciarem num segmento t&atilde;o competitivo que j&aacute; atrai o interesse da Homex, umas das maiores construtoras de resid&ecirc;ncias do M&eacute;xico, especializada em im&oacute;veis abaixo de US$ 30 mil. No caso da Cyrela, a estrat&eacute;gia foi adotar a mesma pol&iacute;tica que vem sendo empregada no alto padr&atilde;o: localiza&ccedil;&atilde;o, cuidado no desenvolvimento do empreendimento e inclus&atilde;o de &aacute;reas de lazer.<br />
<br />
Com a abertura de capital, em 2005, ela captou recursos tamb&eacute;m para investir na compra de terrenos. Segundo Ant&oacute;nio Guedes, diretor de novas opera&ccedil;&otilde;es e expans&atilde;o, cerca de 30% dos lan&ccedil;amentos da companhia est&atilde;o hoje no segmento de baixa renda e 70% no m&eacute;dio e alto padr&atilde;o. \\&quot;Estamos nos posicionando entre as tr&ecirc;s incorporadoras que lideram esse nicho do mercado.\\&quot;<br />
<br />
A Fit Residencial, marca da Gafisa para o segmento econ&ocirc;mico, por seu lado, j&aacute; traz em seu curr&iacute;culo - com apenas um ano de exist&ecirc;ncia - a assinatura do primeiro conv&ecirc;nio nacional para a produ&ccedil;&atilde;o e o financiamento de im&oacute;veis aos clientes finais, dentro do Programa de Acelera&ccedil;&atilde;o do Crescimento (PAC). O acordo foi firmado em mar&ccedil;o de 2008 e a CEF vai financiar at&eacute; 6 mil unidades, em v&aacute;rios estados.<br />
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Segundo Daniela Ferrari, diretora de neg&oacute;cios da Fit Residencial, em 2007 a incorporadora lan&ccedil;ou 2.459 unidades - 1.800 apenas no quarto trimestre -, com uma m&eacute;dia de 300 unidades por lan&ccedil;amento. \\&quot;Em 2008 pretendemos centrar esfor&ccedil;os na expans&atilde;o regional atrav&eacute;s de parcerias com empresas locais.\\&quot; Ela acrescenta que a Fit leva know-how e conhecimento do produto para regi&otilde;es onde h&aacute; potencial de desenvolvimento urbano.<br />
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Para Marcelo Figueiredo, diretor-superintendente da CDDI, incorporadora do grupo Camargo Corr&ecirc;a - que adquiriu a HM para atender a popula&ccedil;&atilde;o de baixa renda -, uma prova da import&acirc;ncia que a empresa d&aacute; a esse segmento s&atilde;o os tr&ecirc;s lan&ccedil;amentos feitos nos &uacute;ltimos meses (Inova, em Osasco; Interclubes, em Salvador; e Ecos, em Tabo&atilde;o), que somam cerca de 2 mil unidades. \\&quot;A quantidade &eacute; fundamental para diminuir os custos e os pre&ccedil;os dos im&oacute;veis.\\&quot;<br />
<br />
Milton Goldfarb, por seu lado, acha que esse segmento de mercado ainda n&atilde;o est&aacute; t&atilde;o competitivo assim. Para ele - que &eacute; diretor-presidente da Goldfarb -, h&aacute; muito falat&oacute;rio e pouca produ&ccedil;&atilde;o. \\&quot;&Eacute; como carro popular. Precisa ter pre&ccedil;o e financiamento. A&iacute;, sim, o consumidor que tiver uma renda m&eacute;dia a partir de R$ 2.500 vai poder comprar um im&oacute;vel de cerca de R$ 80 mil\\&quot;, diz. A construtora projeta construir entre 12 mil e 25 mil habita&ccedil;&otilde;es em 2008 - 6 mil delas s&oacute; em S&atilde;o Paulo.<br />
<br />
J&aacute; a InPar, que pretende lan&ccedil;ar em 2008 empreendimentos no valor de R$ 2,5 bilh&otilde;es, em todas as faixas de mercado, tamb&eacute;m est&aacute; otimista em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; faixa mais popular comercializada com a marca Viver. Segundo o vice-presidente, Marco Ant&oacute;nio Parizotto, a empresa se preparou para o boom comprando estoques de terrenos em v&aacute;rias regi&otilde;es do pa&iacute;s. \\&quot;Temos planos bastante agressivos para esse segmento e devemos construir 19 mil unidades nos pr&oacute;ximos dois anos, sendo 10 mil em 2008 e 9 mil para 2009.\\&quot;<br />
<br />
Embora a InPar tenha projetos em todo o Brasil e esteja investindo em 16 estados, sua estrat&eacute;gia &eacute; ampliar o foco no eixo Rio-S&atilde;o Paulo. Na faixa popular, o trabalho maior &eacute; com a padroniza&ccedil;&atilde;o do produto em escala superecon&ocirc;mica (na faixa de R$ 60 mil a R$ 80 mil a unidade) ou econ&ocirc;mica (de R$ 80 mil a R$ 150 mil). \\&quot;A id&eacute;ia &eacute; repetir os bons resultados alcan&ccedil;ados na cidade paraense de Ananundeua, localizada na divisa com a capital, Bel&eacute;m, onde foram lan&ccedil;adas 900 unidades, sendo 50% vendidas no primeiro m&ecirc;s.\\&quot;<br />
<br />
Para Carlos Coimbra, diretor da Queiroz Galv&atilde;o, o lan&ccedil;amento da marca Slim seguiu a tend&ecirc;ncia do setor e trouxe produtos mais enxutos para &aacute;reas em franco desenvolvimento. A construtora come&ccedil;ou com produtos dirigidos para a classe A e ainda trabalha nesse segmento. Mas desde 2007 acompanha a tend&ecirc;ncia do mercado e faz lan&ccedil;amentos no valor de R$ 60 mil a R$ 100 mil. \\&quot;Estamos planejando diversos empreendimentos nessa faixa para os pr&oacute;ximos dez anos na regi&atilde;o metropolitana do Recife\\&quot;, diz. Para isso, trabalha em parceria com uma empresa local, a ACLS, que tinha um grande banco de terrenos. \\&quot;Em dez anos teremos uma nova cidade.\\&quot;<br />
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A atual retomada foi acompanhada de perto pela Eug&ecirc;nio Marketing, empresa especializada em marketing imobili&aacute;rio, com atua&ccedil;&atilde;o em todo o Brasil. \\&quot;Esse segmento colocou 100 mil unidades em 2007, mas para come&ccedil;ar a equilibrar o d&eacute;ficit habitacional do pa&iacute;s deveria ter lan&ccedil;ado 1 milh&atilde;o\\&quot;, afirma seu presidente, Maur&iacute;cio Eug&ecirc;nio. Para ele, o processo s&oacute; come&ccedil;ou h&aacute; dois ou tr&ecirc;s anos, \\&quot;mas j&aacute; garante uma atividade agressiva para os pr&oacute;ximos dez anos\\&quot;. E, como repetem os empres&aacute;rios do setor: h&aacute; cr&eacute;dito, condi&ccedil;&otilde;es boas de financiamento, economia est&aacute;vel e vontade cada vez maior da popula&ccedil;&atilde;o de baixa renda de - finalmente - inserir-se no mundo dos que possuem casa pr&oacute;pria.<br />
</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Valor em: 20/05/2008 </strong></font></strong></font></p>
<p><strong><font face=\"Verdana\" size=\"1\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\">Rita Cirne</font></font></strong></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Recorde na construção </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=24</link>
			<pubDate>Tue, 20 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=24</guid>
			<description><![CDATA[ N&uacute;meros robustos ilustram esta edi&ccedil;&atilde;o do Valor Setorial sobre o mercado imobili&aacute;rio, que deve repetir em 2008 o invej&aacute;vel desempenho registrado no ano passado, quando bateu sucessivos recordes. H&aacute; d&eacute;cadas n&atilde;o se constru&iacute;a tanto principalmente no segmento residencial, mas com expans&atilde;o significativa tamb&eacute;m em pr&eacute;dios corporativos, im&oacute;veis comerciais e galp&otilde;es industriais 
 
O setor foi irrigado por recursos captados no mercado de capitais hoje j&aacute; s&atilde;o 25 empresas com a&ccedil;&otilde;es na Bolsa de Valores de S&atilde;o Paulo (Bovespa). Somente em 2007, R$ 11,2 bilh&otilde;es foram levantados por 19 empresas do setor de constru&ccedil;&atilde;o civil. Parte do capital veio do exterior: os estrangeiros investiram cerca de R$ 14 bilh&otilde;es no segmento, somados os recursos que entraram via bolsa e os que foram aplicados diretamente em compra de empresas e de participa&ccedil;&otilde;es. Essa liquidez criou efeito cascata positivo: o setor &eacute; o que mais emprega m&atilde;o-de-obra; a ind&uacute;stria de materiais de constru&ccedil;&atilde;o est&aacute; operando a plena carga; redes varejistas de materiais de constru&ccedil;&atilde;o, m&oacute;veis e artigos de decora&ccedil;&atilde;o multiplicam suas lojas. 
 
A riqueza gerada pelo setor tamb&eacute;m tem se alastrado por todo o territ&oacute;rio brasileiro em escala geom&eacute;trica. Com os recursos captados em bolsa em 2007, as incorporadoras est&atilde;o colocando no mercado, juntas, im&oacute;veis para habita&ccedil;&atilde;o com valor total de vendas estimado em R$ 26,5 bilh&otilde;es. Esse &eacute; o segmento que mais se expandiu, com destaque para as unidades populares, alimentado por cr&eacute;dito farto: em 2007, as opera&ccedil;&otilde;es de financiamento imobili&aacute;rio somaram R$ 18,3 bilh&otilde;es, expressivos 95,8% acima do total registrado em 2006. 
 
Os primeiros n&uacute;meros contabilizados no in&iacute;cio de 2008 confirmam a expectativa de continuidade no processo de expans&atilde;o nos pr&oacute;ximos anos. O volume de empr&eacute;stimo no primeiro trimestre cresceu 88,5% acima do mesmo per&iacute;odo de 2007. Com balan&ccedil;os animadores, marcados por crescimento dos neg&oacute;cios superior a tr&ecirc;s d&iacute;gitos, construtoras, incorporadoras e imobili&aacute;rias acentuam o ritmo de fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es. No primeiro trimestre, foram fechados 14 neg&oacute;cios, o dobro dos primeiros tr&ecirc;s meses de 2007. Est&aacute; formado o ambiente favor&aacute;vel para que a constru&ccedil;&atilde;o civil fortale&ccedil;a ainda mais sua participa&ccedil;&atilde;o no Produto Interno Bruto. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Valor em: 20/05/2008     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>N&uacute;meros robustos ilustram esta edi&ccedil;&atilde;o do Valor Setorial sobre o mercado imobili&aacute;rio, que deve repetir em 2008 o invej&aacute;vel desempenho registrado no ano passado, quando bateu sucessivos recordes. H&aacute; d&eacute;cadas n&atilde;o se constru&iacute;a tanto principalmente no segmento residencial, mas com expans&atilde;o significativa tamb&eacute;m em pr&eacute;dios corporativos, im&oacute;veis comerciais e galp&otilde;es industriais<br />
<br />
O setor foi irrigado por recursos captados no mercado de capitais hoje j&aacute; s&atilde;o 25 empresas com a&ccedil;&otilde;es na Bolsa de Valores de S&atilde;o Paulo (Bovespa). Somente em 2007, R$ 11,2 bilh&otilde;es foram levantados por 19 empresas do setor de constru&ccedil;&atilde;o civil. Parte do capital veio do exterior: os estrangeiros investiram cerca de R$ 14 bilh&otilde;es no segmento, somados os recursos que entraram via bolsa e os que foram aplicados diretamente em compra de empresas e de participa&ccedil;&otilde;es. Essa liquidez criou efeito cascata positivo: o setor &eacute; o que mais emprega m&atilde;o-de-obra; a ind&uacute;stria de materiais de constru&ccedil;&atilde;o est&aacute; operando a plena carga; redes varejistas de materiais de constru&ccedil;&atilde;o, m&oacute;veis e artigos de decora&ccedil;&atilde;o multiplicam suas lojas.<br />
<br />
A riqueza gerada pelo setor tamb&eacute;m tem se alastrado por todo o territ&oacute;rio brasileiro em escala geom&eacute;trica. Com os recursos captados em bolsa em 2007, as incorporadoras est&atilde;o colocando no mercado, juntas, im&oacute;veis para habita&ccedil;&atilde;o com valor total de vendas estimado em R$ 26,5 bilh&otilde;es. Esse &eacute; o segmento que mais se expandiu, com destaque para as unidades populares, alimentado por cr&eacute;dito farto: em 2007, as opera&ccedil;&otilde;es de financiamento imobili&aacute;rio somaram R$ 18,3 bilh&otilde;es, expressivos 95,8% acima do total registrado em 2006.<br />
<br />
Os primeiros n&uacute;meros contabilizados no in&iacute;cio de 2008 confirmam a expectativa de continuidade no processo de expans&atilde;o nos pr&oacute;ximos anos. O volume de empr&eacute;stimo no primeiro trimestre cresceu 88,5% acima do mesmo per&iacute;odo de 2007. Com balan&ccedil;os animadores, marcados por crescimento dos neg&oacute;cios superior a tr&ecirc;s d&iacute;gitos, construtoras, incorporadoras e imobili&aacute;rias acentuam o ritmo de fus&otilde;es e aquisi&ccedil;&otilde;es. No primeiro trimestre, foram fechados 14 neg&oacute;cios, o dobro dos primeiros tr&ecirc;s meses de 2007. Est&aacute; formado o ambiente favor&aacute;vel para que a constru&ccedil;&atilde;o civil fortale&ccedil;a ainda mais sua participa&ccedil;&atilde;o no Produto Interno Bruto.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Valor em: 20/05/2008</strong></font></strong></font></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Caixa amplia prazo de pagamento e financia até 100% de imóvel usado </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=13</link>
			<pubDate>Thu, 15 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=13</guid>
			<description><![CDATA[ Novas regras valem para linha de cr&eacute;dito a fam&iacute;lias com renda de at&eacute; R$ 4.900 
 
A Caixa Econ&ocirc;mica Federal (CEF) anunciou ontem, no primeiro dia do Feir&atilde;o da Casa Pr&oacute;pria em S&atilde;o Paulo, mudan&ccedil;as no financiamento com recursos do FGTS, direcionado a fam&iacute;lias com renda at&eacute; R$ 4.900: j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel financiar 100% - e n&atilde;o apenas 80% - do valor do im&oacute;vel usado de at&eacute; R$ 130 mil. Al&eacute;m disso, o prazo foi ampliado de 25 para at&eacute; 30 anos (o teto s&oacute; vale para financiar 80%). O setor comemora a amplia&ccedil;&atilde;o da fatia a ser emprestada e do tempo para se pagar ao banco. No entanto, especialistas prev&ecirc;em aumento de at&eacute; 5% no pre&ccedil;o dos im&oacute;veis devido ao aumento da demanda. 
 
N&atilde;o houve mudan&ccedil;as nas taxas de juros - que variam de 6% a 8,16% ao ano, mais Taxa Referencial de Juros (TR). Os juros s&atilde;o reduzidos em 0,5% para os trabalhadores com mais tr&ecirc;s anos de dep&oacute;sitos no FGTS. 
 
No pagamento em at&eacute; 240 meses, o cliente pode financiar o valor total do im&oacute;vel. At&eacute; 300 meses, 90%. De 301 a 360 meses, at&eacute; 80% da quantia. 
 
De acordo com Maria Fernanda Ramos Coelho, presidente da Caixa, o perfil de quem faz o financiamento da casa pr&oacute;pria vem mudando nos &uacute;ltimos anos: 
 
- Jovens s&atilde;o os principais compradores e eles financiam o im&oacute;vel que cabe no bolso. 
 
Pesquisa divulgada ontem aponta que pessoas de 26 a 35 anos representam 45% dos compradores. Em segundo lugar, quem tem de 36 a 45 anos (26%), e, em terceiro, quem tem at&eacute; 25 anos (14%). Do total, 69% s&atilde;o homens e 31%, mulheres. 
 
Na avalia&ccedil;&atilde;o de Jo&atilde;o Teodoro, presidente do Conselho Federal de Corretores de Im&oacute;veis (Cocefi), as mudan&ccedil;as no financiamento da Caixa devem provocar altera&ccedil;&otilde;es nos programas dos demais bancos. 
 
- Os consumidores devem ficar atentos ao que os outros bancos oferecem. E n&atilde;o deixar de comparar taxas e prazos - disse Teodoro, para quem a demanda pode elevar os pre&ccedil;os em torno de 3%. 
 
Para Casimiro Vale, presidente do Conselho Regional de Corretores de Im&oacute;veis do Rio (Creci-RJ), a amplia&ccedil;&atilde;o do prazo de financiamento desonera o consumidor, que, muitas vezes, financiava parte da casa na Caixa e outra parte num outro banco. Al&eacute;m disso, dar&aacute; mais acesso ao primeiro im&oacute;vel: 
 
- Por outro lado, pode haver um pequeno aumento nos pre&ccedil;os. De at&eacute; 5%. 
 
Institui&ccedil;&atilde;o faz conv&ecirc;nios para descontar presta&ccedil;&atilde;o em folha 
 
A Caixa est&aacute; fechando conv&ecirc;nios com empresas para oferecer o financiamento aos funcion&aacute;rios com desconto na folha de pagamento. Como vantagem, os empregados poder&atilde;o contratar cr&eacute;dito com juros mais baixos que as linhas oferecidas pelo banco. At&eacute; o momento, a CEF formalizou o conv&ecirc;nio com os fundos de pens&atilde;o Funcef (dos empregados da Caixa), Petros (da Petrobras) e Previ (do Banco do Brasil). Para o setor privado, foram assinados acordos com as centrais For&ccedil;a Sindical e CUT. Os sindicatos das categorias devem formalizar o acordo com as centrais sindicais, para depois oferecer aos trabalhadores. 
 
O Conselho Curador do FGTS decidiu neste m&ecirc;s aumentar o subs&iacute;dio na compra da casa pr&oacute;pria para quem tem renda familiar de at&eacute; R$ 1.875. O benef&iacute;cio agora &eacute; v&aacute;lido na compra de im&oacute;veis novos ou em constru&ccedil;&atilde;o. 
 
- Antes, o subs&iacute;dio era dado apenas para renda de at&eacute; R$ 1.125, mas foi ampliado - afirma Maria Henriqueta, assessora t&eacute;cnica do conselho. 
 
Quem adquirir im&oacute;veis usados e tiver renda entre R$ l. 125 e R$ 1.875 n&atilde;o ter&aacute; direito ao subs&iacute;dio. Neste caso, ter&aacute; taxa de juros reduzida, para 6%, como j&aacute; ocorre. Quem ganha acima desse valor, at&eacute; R$ 4.900, paga juros de 8,16%. O subs&iacute;dio m&aacute;ximo &eacute; de R$ 14 mil. Quanto menor a renda, maior o subs&iacute;dio. 
 
O maior d&eacute;ficit habitacional est&aacute; concentrado na faixa de quem recebe at&eacute; cinco sal&aacute;rios m&iacute;nimos, segundo o Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego. 
 
As condi&ccedil;&otilde;es do empr&eacute;stimo 
 
&bull; QUEM PODE PEDIR O CR&Eacute;DITO: Fam&iacute;lias com renda de at&eacute; R$ 4.900 por m&ecirc;s. 
 
&bull; VALOR M&Aacute;XIMO DO IM&Oacute;VEL: At&eacute; R$ 130 mil para munic&iacute;pios das &aacute;reas metropolitanas do Rio, de S&atilde;o Paulo e de Bras&iacute;lia. Em cidades com popula&ccedil;&atilde;o igual ou superior a 500 mil habitantes, munic&iacute;pios do entorno de Bras&iacute;lia, demais capitais estaduais e regi&otilde;es metropolitanas, limite de R$ 100 mil. Nas outras cidades, de R$ 80 mil. 
 
&bull; LIMITE FINANCIADO: Para pagamento em at&eacute; 240 meses, o cliente pode financiar at&eacute; 100% do valor do im&oacute;vel. Em at&eacute; 300 meses, a parcela financiada pode ser de at&eacute; 90%. De 301 a 360 meses, de 80%. 
 
&bull; JUROS: Em caso de renda familiar bruta de R$ 380 at&eacute; R$ l.875, taxa de 6% ao ano. De R$1.875,01 a R$4.900, 8,16% ao ano. Em todos os casos, tamb&eacute;m h&aacute; cobran&ccedil;a de TR. 
 
&bull; RECURSOS: A linha usa recursos do FGTS para financiar os im&oacute;veis. N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter dep&oacute;sitos na conta do FGTS para contratar o servi&ccedil;o. 
 
&bull; DOCUMENTA&Ccedil;&Atilde;O: &Eacute; preciso entregar &agrave; Caixa documenta&ccedil;&atilde;o pessoal, como identidade, CPF, certid&atilde;o de casamento, declara&ccedil;&atilde;o de Imposto de Renda. O banco far&aacute; Pesquisa Cadastral e a An&aacute;lise da Capacidade de Pagamento. Com a Carta de Cr&eacute;dito, &eacute; preciso pegar a documenta&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel para que sejam providenciadas as avalia&ccedil;&otilde;es do im&oacute;vel e de risco da opera&ccedil;&atilde;o. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   O Globo em: 15/05/2008      
   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Fabiana Ribeiro e Mariana Sallowicz     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Novas regras valem para linha de cr&eacute;dito a fam&iacute;lias com renda de at&eacute; R$ 4.900<br />
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A Caixa Econ&ocirc;mica Federal (CEF) anunciou ontem, no primeiro dia do Feir&atilde;o da Casa Pr&oacute;pria em S&atilde;o Paulo, mudan&ccedil;as no financiamento com recursos do FGTS, direcionado a fam&iacute;lias com renda at&eacute; R$ 4.900: j&aacute; &eacute; poss&iacute;vel financiar 100% - e n&atilde;o apenas 80% - do valor do im&oacute;vel usado de at&eacute; R$ 130 mil. Al&eacute;m disso, o prazo foi ampliado de 25 para at&eacute; 30 anos (o teto s&oacute; vale para financiar 80%). O setor comemora a amplia&ccedil;&atilde;o da fatia a ser emprestada e do tempo para se pagar ao banco. No entanto, especialistas prev&ecirc;em aumento de at&eacute; 5% no pre&ccedil;o dos im&oacute;veis devido ao aumento da demanda.<br />
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N&atilde;o houve mudan&ccedil;as nas taxas de juros - que variam de 6% a 8,16% ao ano, mais Taxa Referencial de Juros (TR). Os juros s&atilde;o reduzidos em 0,5% para os trabalhadores com mais tr&ecirc;s anos de dep&oacute;sitos no FGTS.<br />
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No pagamento em at&eacute; 240 meses, o cliente pode financiar o valor total do im&oacute;vel. At&eacute; 300 meses, 90%. De 301 a 360 meses, at&eacute; 80% da quantia.<br />
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De acordo com Maria Fernanda Ramos Coelho, presidente da Caixa, o perfil de quem faz o financiamento da casa pr&oacute;pria vem mudando nos &uacute;ltimos anos:<br />
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- Jovens s&atilde;o os principais compradores e eles financiam o im&oacute;vel que cabe no bolso.<br />
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Pesquisa divulgada ontem aponta que pessoas de 26 a 35 anos representam 45% dos compradores. Em segundo lugar, quem tem de 36 a 45 anos (26%), e, em terceiro, quem tem at&eacute; 25 anos (14%). Do total, 69% s&atilde;o homens e 31%, mulheres.<br />
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Na avalia&ccedil;&atilde;o de Jo&atilde;o Teodoro, presidente do Conselho Federal de Corretores de Im&oacute;veis (Cocefi), as mudan&ccedil;as no financiamento da Caixa devem provocar altera&ccedil;&otilde;es nos programas dos demais bancos.<br />
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- Os consumidores devem ficar atentos ao que os outros bancos oferecem. E n&atilde;o deixar de comparar taxas e prazos - disse Teodoro, para quem a demanda pode elevar os pre&ccedil;os em torno de 3%.<br />
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Para Casimiro Vale, presidente do Conselho Regional de Corretores de Im&oacute;veis do Rio (Creci-RJ), a amplia&ccedil;&atilde;o do prazo de financiamento desonera o consumidor, que, muitas vezes, financiava parte da casa na Caixa e outra parte num outro banco. Al&eacute;m disso, dar&aacute; mais acesso ao primeiro im&oacute;vel:<br />
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- Por outro lado, pode haver um pequeno aumento nos pre&ccedil;os. De at&eacute; 5%.<br />
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Institui&ccedil;&atilde;o faz conv&ecirc;nios para descontar presta&ccedil;&atilde;o em folha<br />
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A Caixa est&aacute; fechando conv&ecirc;nios com empresas para oferecer o financiamento aos funcion&aacute;rios com desconto na folha de pagamento. Como vantagem, os empregados poder&atilde;o contratar cr&eacute;dito com juros mais baixos que as linhas oferecidas pelo banco. At&eacute; o momento, a CEF formalizou o conv&ecirc;nio com os fundos de pens&atilde;o Funcef (dos empregados da Caixa), Petros (da Petrobras) e Previ (do Banco do Brasil). Para o setor privado, foram assinados acordos com as centrais For&ccedil;a Sindical e CUT. Os sindicatos das categorias devem formalizar o acordo com as centrais sindicais, para depois oferecer aos trabalhadores.<br />
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O Conselho Curador do FGTS decidiu neste m&ecirc;s aumentar o subs&iacute;dio na compra da casa pr&oacute;pria para quem tem renda familiar de at&eacute; R$ 1.875. O benef&iacute;cio agora &eacute; v&aacute;lido na compra de im&oacute;veis novos ou em constru&ccedil;&atilde;o.<br />
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- Antes, o subs&iacute;dio era dado apenas para renda de at&eacute; R$ 1.125, mas foi ampliado - afirma Maria Henriqueta, assessora t&eacute;cnica do conselho.<br />
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Quem adquirir im&oacute;veis usados e tiver renda entre R$ l. 125 e R$ 1.875 n&atilde;o ter&aacute; direito ao subs&iacute;dio. Neste caso, ter&aacute; taxa de juros reduzida, para 6%, como j&aacute; ocorre. Quem ganha acima desse valor, at&eacute; R$ 4.900, paga juros de 8,16%. O subs&iacute;dio m&aacute;ximo &eacute; de R$ 14 mil. Quanto menor a renda, maior o subs&iacute;dio.<br />
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O maior d&eacute;ficit habitacional est&aacute; concentrado na faixa de quem recebe at&eacute; cinco sal&aacute;rios m&iacute;nimos, segundo o Minist&eacute;rio do Trabalho e Emprego.<br />
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As condi&ccedil;&otilde;es do empr&eacute;stimo<br />
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&bull; QUEM PODE PEDIR O CR&Eacute;DITO: Fam&iacute;lias com renda de at&eacute; R$ 4.900 por m&ecirc;s.<br />
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&bull; VALOR M&Aacute;XIMO DO IM&Oacute;VEL: At&eacute; R$ 130 mil para munic&iacute;pios das &aacute;reas metropolitanas do Rio, de S&atilde;o Paulo e de Bras&iacute;lia. Em cidades com popula&ccedil;&atilde;o igual ou superior a 500 mil habitantes, munic&iacute;pios do entorno de Bras&iacute;lia, demais capitais estaduais e regi&otilde;es metropolitanas, limite de R$ 100 mil. Nas outras cidades, de R$ 80 mil.<br />
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&bull; LIMITE FINANCIADO: Para pagamento em at&eacute; 240 meses, o cliente pode financiar at&eacute; 100% do valor do im&oacute;vel. Em at&eacute; 300 meses, a parcela financiada pode ser de at&eacute; 90%. De 301 a 360 meses, de 80%.<br />
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&bull; JUROS: Em caso de renda familiar bruta de R$ 380 at&eacute; R$ l.875, taxa de 6% ao ano. De R$1.875,01 a R$4.900, 8,16% ao ano. Em todos os casos, tamb&eacute;m h&aacute; cobran&ccedil;a de TR.<br />
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&bull; RECURSOS: A linha usa recursos do FGTS para financiar os im&oacute;veis. N&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio ter dep&oacute;sitos na conta do FGTS para contratar o servi&ccedil;o.<br />
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&bull; DOCUMENTA&Ccedil;&Atilde;O: &Eacute; preciso entregar &agrave; Caixa documenta&ccedil;&atilde;o pessoal, como identidade, CPF, certid&atilde;o de casamento, declara&ccedil;&atilde;o de Imposto de Renda. O banco far&aacute; Pesquisa Cadastral e a An&aacute;lise da Capacidade de Pagamento. Com a Carta de Cr&eacute;dito, &eacute; preciso pegar a documenta&ccedil;&atilde;o do im&oacute;vel para que sejam providenciadas as avalia&ccedil;&otilde;es do im&oacute;vel e de risco da opera&ccedil;&atilde;o.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>O Globo em: 15/05/2008 </strong></font></strong></font></p>
<p><strong><font face=\"Verdana\" size=\"1\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\">Fabiana Ribeiro e Mariana Sallowicz </font></font></strong></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Sustentabilidade: uma questão de vida </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=18</link>
			<pubDate>Thu, 15 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=18</guid>
			<description><![CDATA[ Para ser sustent&aacute;vel um empreendimento deve levar em conta o local onde est&aacute; sendo constru&iacute;do, utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais ecol&oacute;gicos ou recicl&aacute;veis, utiliza&ccedil;&atilde;o do m&aacute;ximo de recursos naturais em ilumina&ccedil;&atilde;o, ventila&ccedil;&atilde;o e, principalmente, economia de &aacute;gua e energia el&eacute;trica. Estes cuidados j&aacute; devem ser tomados na planta e serem seguidos em todas as etapas. 
 
Durante a constru&ccedil;&atilde;o pode ser utilizado cimento que emite at&eacute; 70% menos C02, madeira certificada e reciclar todo o entulho da obra, entre outros. Na fase dos acabamentos pode-se optar por tintas a base de &aacute;gua e de cores claras que n&atilde;o absorvem tanto calor, utiliza&ccedil;&atilde;o do telhado verde que ajudam a refrescar o ambiente, fios que n&atilde;o provocam fuma&ccedil;a, privadas e chuveiros inteligentes. O mercado disponibiliza diversas solu&ccedil;&otilde;es para quem est&aacute; preocupado com o meio ambiente. 
 
Um empreendimento sustent&aacute;vel &eacute; aquele que segue diversas normas e para garantir que a constru&ccedil;&atilde;o leva em considera&ccedil;&atilde;o os crit&eacute;rios ambientais, j&aacute; existe um certificado criado pelo Conselho Norte-Americano de Constru&ccedil;&atilde;o Verde. O selo LEED (Lea-dership in Energyand Environmental Design, em Portugu&ecirc;s Lideran&ccedil;a em Design Ambiental e Energ&eacute;tico) &eacute; reconhecido internacionalmente. 
 
No pa&iacute;s a constru&ccedil;&atilde;o verde ou o green building &eacute; certificada pela Sustentax. A empresa existe desde 1996, mas foi apenas em 2005 que o Grupo focou suas atividades para o setor de constru&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s da Sustentax Engenharia de Sustentabilidade. Em 2006 criou os crit&eacute;rios para obten&ccedil;&atilde;o do Selo Sustentax de Sustentabilidade e em 2007 pr&eacute;-certificou o primeiro empreendimento residencial da Am&eacute;rica do Sul, o Ecolife Independ&ecirc;ncia, em S&atilde;o Paulo. E, n&atilde;o p&aacute;ra por a&iacute;: no momento 40 produtos est&atilde;o sendo analisados para receber o Selo Sustentax. 
 
A Sustentax tamb&eacute;m foi a primeira empresa da Am&eacute;rica Latina a receber o selo LEED por uma edifica&ccedil;&atilde;o. A ag&ecirc;ncia Granja Viana do Banco Real, em S&atilde;o Paulo, respeitou todas as normas, entre elas: 25% do terreno s&atilde;o de &aacute;reas verdes; h&aacute; vaga preferencial para transporte solid&aacute;rio e para ve&iacute;culos com consumo eficiente; 100% da &aacute;gua para irriga&ccedil;&atilde;o prov&eacute;m de reaproveitamento e tratamento; o consumo de &aacute;gua pot&aacute;vel da ag&ecirc;ncia foi reduzido em 85% em fun&ccedil;&atilde;o das medidas de racionaliza&ccedil;&atilde;o, reaproveitamento e capta&ccedil;&atilde;o de &aacute;guas de chuva; o proje-r to combinou &aacute;reas sombreadas com materiais de alta reflet&acirc;ncia solar, resultando em uma efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica 15% superior; sensores de presen&ccedil;a que desligam a ilumina&ccedil;&atilde;o;redu&ccedil;&atilde;o das necessidades de ilumina&ccedil;&atilde;o artificial devido &agrave; ilumina&ccedil;&atilde;onatural. Al&eacute;m de minimizar res&iacute;duos durante a obra, realizar a coleta seletiva desde a fase de constru&ccedil;&atilde;o, utilizar madeira certificada e materiais de renova&ccedil;&atilde;o na natureza. 
 
A arquitetura sustent&aacute;vel est&aacute; mais presente em empreendimentos comerciais e o Rio j&aacute; conta com dois deles. O Bangu Shopping, desenvolvido pela Jo&atilde;o Fortes Engenharia, tem a sua pr&oacute;pria esta&ccedil;&atilde;o de tratamento de esgoto e reutiliza&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua. O projeto priorizou dois pontos, o tombamento dos pr&eacute;dios da f&aacute;brica de tecidos e o cuidado ambiental, para este &uacute;ltimo &eacute; utilizado a co-gera&ccedil;&atilde;o a g&aacute;s natural, com a transfer&ecirc;ncia do calor advindo do gerador para o chiller de absor&ccedil;&atilde;o, este o transforma em &aacute;gua gelada para uso no ar-condicionado. 
 
Tamb&eacute;m foi criada coberturas com utiliza&ccedil;&atilde;o de policarbonato que deixa entrar luz e passa menos calor e a manuten&ccedil;&atilde;o dos sheds, conceito criado na constru&ccedil;&atilde;o da f&aacute;brica em 1904, que permitem a ilumina&ccedil;&atilde;o natural. Al&eacute;m de diminuir o impacto ambiental gera uma economia de R$ 1 milh&atilde;o por ano. 
 
A CHL e a Carmo &amp; Cal&ccedil;ada lan&ccedil;aram em mar&ccedil;o o 02 Corporate &amp; Offi-ces, com quase 70 mil m2 de terreno e apenas 28% de &aacute;rea constru&iacute;da. 
 
Nele h&aacute; madeiras de refloresta mento, &aacute;rvores nativas como o Pau Brasil e o Jequitib&aacute;, &aacute;reas de estar e red&aacute;-rios em meio a natureza, cal&ccedil;adas ecol&oacute;gicas e piso elevado que permitir&aacute; a drenagem das &aacute;guas pluviais e alimentar&aacute; o len&ccedil;ol fre&aacute;tico. A melhor defini&ccedil;&atilde;o do empreendimento &eacute; dada pelo presidente da CHL, Rog&eacute;rio Chor: \\&quot;Imagine um executivo, com seu laptop, acompanhando as cota&ccedil;&otilde;es das bolsas em pleno red&aacute;-rio. Este tipo de cena inusitada ilustra perfeitamente o que queremos proporcionar com o 02.\\&quot; 
 
Nos empreendimentos residenciais um dos destaques &eacute; o Cidade Jardim, que contar&aacute; com sete mil &aacute;rvores, o dobro do n&uacute;mero necess&aacute;rio para zerar a emiss&atilde;o de carbono do projeto. O novo bairro, como tem sido chamado, foi concebido pelas empresas Carvalho Hosken e RJZ Cyrela e tem 512 mil m&sup2; integrados em uma &aacute;rea de quatro milh&otilde;es de m&sup2;. O Cidade Jardim fica entre a Avenida Abelardo Bueno e a Estrada dos Bandeirantes, nele o foco da responsabilidade ambiental est&aacute; na preserva&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais. Para isso ser&atilde;o usados materiais recicl&aacute;veis e madeira de refloresta mento na constru&ccedil;&atilde;o, t&eacute;cnicas alternativas para evita r a Itera&ccedil;&otilde;es da composi&ccedil;&atilde;o do solo e emiss&atilde;o de g&aacute;s carb&ocirc;nico e reciclagem dos res&iacute;duos de materiais  
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Aqui Im&oacute;vel em: 15/05/2008      ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Para ser sustent&aacute;vel um empreendimento deve levar em conta o local onde est&aacute; sendo constru&iacute;do, utiliza&ccedil;&atilde;o de materiais ecol&oacute;gicos ou recicl&aacute;veis, utiliza&ccedil;&atilde;o do m&aacute;ximo de recursos naturais em ilumina&ccedil;&atilde;o, ventila&ccedil;&atilde;o e, principalmente, economia de &aacute;gua e energia el&eacute;trica. Estes cuidados j&aacute; devem ser tomados na planta e serem seguidos em todas as etapas.<br />
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Durante a constru&ccedil;&atilde;o pode ser utilizado cimento que emite at&eacute; 70% menos C02, madeira certificada e reciclar todo o entulho da obra, entre outros. Na fase dos acabamentos pode-se optar por tintas a base de &aacute;gua e de cores claras que n&atilde;o absorvem tanto calor, utiliza&ccedil;&atilde;o do telhado verde que ajudam a refrescar o ambiente, fios que n&atilde;o provocam fuma&ccedil;a, privadas e chuveiros inteligentes. O mercado disponibiliza diversas solu&ccedil;&otilde;es para quem est&aacute; preocupado com o meio ambiente.<br />
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Um empreendimento sustent&aacute;vel &eacute; aquele que segue diversas normas e para garantir que a constru&ccedil;&atilde;o leva em considera&ccedil;&atilde;o os crit&eacute;rios ambientais, j&aacute; existe um certificado criado pelo Conselho Norte-Americano de Constru&ccedil;&atilde;o Verde. O selo LEED (Lea-dership in Energyand Environmental Design, em Portugu&ecirc;s Lideran&ccedil;a em Design Ambiental e Energ&eacute;tico) &eacute; reconhecido internacionalmente.<br />
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No pa&iacute;s a constru&ccedil;&atilde;o verde ou o green building &eacute; certificada pela Sustentax. A empresa existe desde 1996, mas foi apenas em 2005 que o Grupo focou suas atividades para o setor de constru&ccedil;&otilde;es atrav&eacute;s da Sustentax Engenharia de Sustentabilidade. Em 2006 criou os crit&eacute;rios para obten&ccedil;&atilde;o do Selo Sustentax de Sustentabilidade e em 2007 pr&eacute;-certificou o primeiro empreendimento residencial da Am&eacute;rica do Sul, o Ecolife Independ&ecirc;ncia, em S&atilde;o Paulo. E, n&atilde;o p&aacute;ra por a&iacute;: no momento 40 produtos est&atilde;o sendo analisados para receber o Selo Sustentax.<br />
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A Sustentax tamb&eacute;m foi a primeira empresa da Am&eacute;rica Latina a receber o selo LEED por uma edifica&ccedil;&atilde;o. A ag&ecirc;ncia Granja Viana do Banco Real, em S&atilde;o Paulo, respeitou todas as normas, entre elas: 25% do terreno s&atilde;o de &aacute;reas verdes; h&aacute; vaga preferencial para transporte solid&aacute;rio e para ve&iacute;culos com consumo eficiente; 100% da &aacute;gua para irriga&ccedil;&atilde;o prov&eacute;m de reaproveitamento e tratamento; o consumo de &aacute;gua pot&aacute;vel da ag&ecirc;ncia foi reduzido em 85% em fun&ccedil;&atilde;o das medidas de racionaliza&ccedil;&atilde;o, reaproveitamento e capta&ccedil;&atilde;o de &aacute;guas de chuva; o proje-r to combinou &aacute;reas sombreadas com materiais de alta reflet&acirc;ncia solar, resultando em uma efici&ecirc;ncia energ&eacute;tica 15% superior; sensores de presen&ccedil;a que desligam a ilumina&ccedil;&atilde;o;redu&ccedil;&atilde;o das necessidades de ilumina&ccedil;&atilde;o artificial devido &agrave; ilumina&ccedil;&atilde;onatural. Al&eacute;m de minimizar res&iacute;duos durante a obra, realizar a coleta seletiva desde a fase de constru&ccedil;&atilde;o, utilizar madeira certificada e materiais de renova&ccedil;&atilde;o na natureza.<br />
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A arquitetura sustent&aacute;vel est&aacute; mais presente em empreendimentos comerciais e o Rio j&aacute; conta com dois deles. O Bangu Shopping, desenvolvido pela Jo&atilde;o Fortes Engenharia, tem a sua pr&oacute;pria esta&ccedil;&atilde;o de tratamento de esgoto e reutiliza&ccedil;&atilde;o de &aacute;gua. O projeto priorizou dois pontos, o tombamento dos pr&eacute;dios da f&aacute;brica de tecidos e o cuidado ambiental, para este &uacute;ltimo &eacute; utilizado a co-gera&ccedil;&atilde;o a g&aacute;s natural, com a transfer&ecirc;ncia do calor advindo do gerador para o chiller de absor&ccedil;&atilde;o, este o transforma em &aacute;gua gelada para uso no ar-condicionado.<br />
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Tamb&eacute;m foi criada coberturas com utiliza&ccedil;&atilde;o de policarbonato que deixa entrar luz e passa menos calor e a manuten&ccedil;&atilde;o dos sheds, conceito criado na constru&ccedil;&atilde;o da f&aacute;brica em 1904, que permitem a ilumina&ccedil;&atilde;o natural. Al&eacute;m de diminuir o impacto ambiental gera uma economia de R$ 1 milh&atilde;o por ano.<br />
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A CHL e a Carmo &amp; Cal&ccedil;ada lan&ccedil;aram em mar&ccedil;o o 02 Corporate &amp; Offi-ces, com quase 70 mil m2 de terreno e apenas 28% de &aacute;rea constru&iacute;da.<br />
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Nele h&aacute; madeiras de refloresta mento, &aacute;rvores nativas como o Pau Brasil e o Jequitib&aacute;, &aacute;reas de estar e red&aacute;-rios em meio a natureza, cal&ccedil;adas ecol&oacute;gicas e piso elevado que permitir&aacute; a drenagem das &aacute;guas pluviais e alimentar&aacute; o len&ccedil;ol fre&aacute;tico. A melhor defini&ccedil;&atilde;o do empreendimento &eacute; dada pelo presidente da CHL, Rog&eacute;rio Chor: \\&quot;Imagine um executivo, com seu laptop, acompanhando as cota&ccedil;&otilde;es das bolsas em pleno red&aacute;-rio. Este tipo de cena inusitada ilustra perfeitamente o que queremos proporcionar com o 02.\\&quot;<br />
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Nos empreendimentos residenciais um dos destaques &eacute; o Cidade Jardim, que contar&aacute; com sete mil &aacute;rvores, o dobro do n&uacute;mero necess&aacute;rio para zerar a emiss&atilde;o de carbono do projeto. O novo bairro, como tem sido chamado, foi concebido pelas empresas Carvalho Hosken e RJZ Cyrela e tem 512 mil m&sup2; integrados em uma &aacute;rea de quatro milh&otilde;es de m&sup2;. O Cidade Jardim fica entre a Avenida Abelardo Bueno e a Estrada dos Bandeirantes, nele o foco da responsabilidade ambiental est&aacute; na preserva&ccedil;&atilde;o dos recursos naturais. Para isso ser&atilde;o usados materiais recicl&aacute;veis e madeira de refloresta mento na constru&ccedil;&atilde;o, t&eacute;cnicas alternativas para evita r a Itera&ccedil;&otilde;es da composi&ccedil;&atilde;o do solo e emiss&atilde;o de g&aacute;s carb&ocirc;nico e reciclagem dos res&iacute;duos de materiais </p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Aqui Im&oacute;vel em: 15/05/2008 </strong></font></strong></font></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>FGTS: 100% na casa </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=19</link>
			<pubDate>Thu, 15 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=19</guid>
			<description><![CDATA[ Caixa Econ&ocirc;mica Federal passou a financiar 100% do im&oacute;vel usado na linha de cr&eacute;dito que utiliza recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Servi&ccedil;o). Antes, o empr&eacute;stimo habitacional era de at&eacute; 80% do valor do usado e de 100% para as unidades na planta ou novas, com at&eacute; 180 dias de obra. 
 
A amplia&ccedil;&atilde;o da quota do empr&eacute;stimo j&aacute; est&aacute; em vigor nas ag&ecirc;ncias da Caixa e tamb&eacute;m estar&aacute; dispon&iacute;vel na quarta edi&ccedil;&atilde;o do Feir&atilde;o da Casa Pr&oacute;pria, entre os dias 5 e 8 de junho, no Riocentro. 
 
SAC OU PRICE 
 
Outra novidade &eacute; que o prazo de pagamento poder&aacute; chegar a 30 anos, mas vai depender do sistema de amortiza&ccedil;&atilde;o a ser escolhido. No SAC (Sistema de Amortiza&ccedil;&atilde;o Constante), a presta&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a mais alta e vai dimuindo ao longo do contrato - o mais recomendado por especialistas. No sistema Price, a parcela &eacute; menor no in&iacute;cio e vai aumentando. 
 
Agora, para o pagamento em at&eacute; 240 meses (20 anos), o mutu&aacute;rio poder&aacute; financiar at&eacute; 100% do im&oacute;vel. At&eacute; 300 meses (25 anos), financia at&eacute; 90%. De 301 a 360 meses (30 anos), o limite &eacute; de 80%. O m&aacute;ximo vai variar, segundo a regi&atilde;o. Para os munic&iacute;pios das &aacute;reas metropolitanas de S&atilde;o Paulo e Rio de Janeiro, o valor chega a R$ 130 mil. 
 
CARTA DE CR&Eacute;DITO 
 
Na carta de cr&eacute;dito com recursos do FGTS, os juros variam de 6% a 8,16% ao ano mais TR (Taxa Referencial). Os trabalhadores com saldo em conta vinculada h&aacute; pelo menos tr&ecirc;s anos t&ecirc;m desconto de 0,5% nos juros. Nesse caso, a renda bruta &eacute; de at&eacute; R$ 4.900. 
 
Acima desse valor, a taxa &eacute; de 8,66% ao ano mais TR pela Pro-Cotista, em vigor no in&iacute;cio do ano, com percentual acess&iacute;vel &agrave; classe m&eacute;dia. Dessa forma, o empr&eacute;stimo &eacute; de at&eacute; 80% para im&oacute;veis usados e de at&eacute; 85% para im&oacute;veis novos ou em constru&ccedil;&atilde;o. A linha de financiamento do FGTS n&atilde;o exige que o cliente tenha dep&oacute;sito no fundo. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   O Dia em: 15/05/2008      
   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Cristiane Campos    ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>Caixa Econ&ocirc;mica Federal passou a financiar 100% do im&oacute;vel usado na linha de cr&eacute;dito que utiliza recursos do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Servi&ccedil;o). Antes, o empr&eacute;stimo habitacional era de at&eacute; 80% do valor do usado e de 100% para as unidades na planta ou novas, com at&eacute; 180 dias de obra.<br />
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A amplia&ccedil;&atilde;o da quota do empr&eacute;stimo j&aacute; est&aacute; em vigor nas ag&ecirc;ncias da Caixa e tamb&eacute;m estar&aacute; dispon&iacute;vel na quarta edi&ccedil;&atilde;o do Feir&atilde;o da Casa Pr&oacute;pria, entre os dias 5 e 8 de junho, no Riocentro.<br />
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SAC OU PRICE<br />
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Outra novidade &eacute; que o prazo de pagamento poder&aacute; chegar a 30 anos, mas vai depender do sistema de amortiza&ccedil;&atilde;o a ser escolhido. No SAC (Sistema de Amortiza&ccedil;&atilde;o Constante), a presta&ccedil;&atilde;o come&ccedil;a mais alta e vai dimuindo ao longo do contrato - o mais recomendado por especialistas. No sistema Price, a parcela &eacute; menor no in&iacute;cio e vai aumentando.<br />
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Agora, para o pagamento em at&eacute; 240 meses (20 anos), o mutu&aacute;rio poder&aacute; financiar at&eacute; 100% do im&oacute;vel. At&eacute; 300 meses (25 anos), financia at&eacute; 90%. De 301 a 360 meses (30 anos), o limite &eacute; de 80%. O m&aacute;ximo vai variar, segundo a regi&atilde;o. Para os munic&iacute;pios das &aacute;reas metropolitanas de S&atilde;o Paulo e Rio de Janeiro, o valor chega a R$ 130 mil.<br />
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CARTA DE CR&Eacute;DITO<br />
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Na carta de cr&eacute;dito com recursos do FGTS, os juros variam de 6% a 8,16% ao ano mais TR (Taxa Referencial). Os trabalhadores com saldo em conta vinculada h&aacute; pelo menos tr&ecirc;s anos t&ecirc;m desconto de 0,5% nos juros. Nesse caso, a renda bruta &eacute; de at&eacute; R$ 4.900.<br />
<br />
Acima desse valor, a taxa &eacute; de 8,66% ao ano mais TR pela Pro-Cotista, em vigor no in&iacute;cio do ano, com percentual acess&iacute;vel &agrave; classe m&eacute;dia. Dessa forma, o empr&eacute;stimo &eacute; de at&eacute; 80% para im&oacute;veis usados e de at&eacute; 85% para im&oacute;veis novos ou em constru&ccedil;&atilde;o. A linha de financiamento do FGTS n&atilde;o exige que o cliente tenha dep&oacute;sito no fundo.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>O Dia em: 15/05/2008 </strong></font></strong></font></p>
<p><strong><font face=\"Verdana\" size=\"1\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\">Cristiane Campos</font></font></strong></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Financiamento </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=14</link>
			<pubDate>Wed, 14 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=14</guid>
			<description><![CDATA[ A Caixa Econ&ocirc;mica Federal passa a financiar im&oacute;veis usados com regras iguais ao do financiamento de unidades novas. O an&uacute;ncio ser&aacute; feito hoje pela presidente do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho, no \\&quot;Feir&atilde;o Caixa da Casa Pr&oacute;pria\\&quot;. Com a medida, haver&aacute; amplia&ccedil;&atilde;o da quota de financiamento e do prazo de amortiza&ccedil;&atilde;o, que, em alguns casos, podem chegar a at&eacute; 100% e 30 anos, respectivamente. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Folha de S&atilde;o Paulo em: 14/05/2008      
   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Guilherme Barros    ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>A Caixa Econ&ocirc;mica Federal passa a financiar im&oacute;veis usados com regras iguais ao do financiamento de unidades novas. O an&uacute;ncio ser&aacute; feito hoje pela presidente do banco, Maria Fernanda Ramos Coelho, no \\&quot;Feir&atilde;o Caixa da Casa Pr&oacute;pria\\&quot;. Com a medida, haver&aacute; amplia&ccedil;&atilde;o da quota de financiamento e do prazo de amortiza&ccedil;&atilde;o, que, em alguns casos, podem chegar a at&eacute; 100% e 30 anos, respectivamente.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Folha de S&atilde;o Paulo em: 14/05/2008 </strong></font></strong></font></p>
<p><strong><font face=\"Verdana\" size=\"1\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\">Guilherme Barros</font></font></strong></p>
					
			]]></content:encoded>
	
		</item>
			<item>
			<title>Casa própria facilitada </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=15</link>
			<pubDate>Wed, 14 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=15</guid>
			<description><![CDATA[ O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo do Servi&ccedil;o) poder&aacute; ser usado para pagar presta&ccedil;&otilde;es e dar mais de um lance no cons&oacute;rcio imobili&aacute;rio. A medida faz parte do projeto de lei que regulamenta a atividade. Outra novidade &eacute; que o mutu&aacute;rio com financiamento habitacional poder&aacute; usar a cota de cons&oacute;rcio, quando contemplado, para quitar o empr&eacute;stimo banc&aacute;rio, que &eacute; mais caro. 
 
Atualmente, h&aacute; 480 mil pessoas com carta de cons&oacute;rcio imobili&aacute;rio, segundo dados da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Administradoras de Cons&oacute;rcios (Abac). No sistema, n&atilde;o h&aacute; a cobran&ccedil;a de juros, mas, apenas, corre&ccedil;&atilde;o anual das parcelas e do valor da carta pelo INCC (&Iacute;ndice Nacional da Constru&ccedil;&atilde;o Civil). Consorciados pagam taxa de administra&ccedil;&atilde;o, fundo de reserva e seguro. A carta sai por sorteio ou lance. O prazo de pagamento, na maioria das vezes, &eacute; de 10 anos. Mas h&aacute; administradoras e bancos que operam com 15 anos. 
 
Na compara&ccedil;&atilde;o entre cons&oacute;rcio e um financiamento de R$ 100 mil, o valor da presta&ccedil;&atilde;o pelo banco &eacute; de R$ 2.299,39. Nesse caso, a taxa de juros &eacute; de 12,5% ao ano mais TR (Taxa Referencial). No fim, o mutu&aacute;rio ter&aacute; desembolsado R$ 275.926,78 em 10 anos. 
 
No cons&oacute;rcio, a parcela ser&aacute; de R$ 1.071,94 e o valor pago ao longo do contrato, R$ 128.633,60. A economia &eacute; de R$ 147.294,18, ou R$ 1.227,45 por m&ecirc;s. 
 
O projeto de lei que disp&otilde;e sobre o sistema de cons&oacute;rcios tem por objetivo disciplinar a atividade no Pa&iacute;s. O presidente nacional da Abac, Rodolfo Montosa, destacou o mecanismo de prote&ccedil;&atilde;o ao consorciado, que ser&aacute; administrado por entidade privada. \\&quot;O texto do projeto, aprovado no Senado e agora na C&acirc;mara, fortalece os diversos setores do sistema. Ele possibilita uma evolu&ccedil;&atilde;o nos cons&oacute;rcios, hoje, um dos principais mecanismos para aquisi&ccedil;&atilde;o parcelada, sem juros, de um bem ou de um servi&ccedil;o\\&quot;, ressaltou Montosa. 
 
De autoria do ex-senador e atual deputado Aelton Freitas (PR-MG), a mat&eacute;ria foi aprovada em car&aacute;ter conclusivo e n&atilde;o precisa passar pelo Plen&aacute;rio da C&acirc;mara. O projeto volta agora para uma nova an&aacute;lise, no Senado, de onde &eacute; origin&aacute;rio, e depois vai seguir para san&ccedil;&atilde;o do presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva. 
 
A professora Camila Freire Henriques Santos, 29 anos, comemora as novas medidas e comenta que j&aacute; usou os recursos do FGTS como lance para adquirir mais r&aacute;pido o im&oacute;vel. \\&quot;Precisava dar um lance inicial para agilizar a carta de cr&eacute;dito e comprar um apartamento d&uacute;plex no Recreio dos Bandeirantes. Procurei a administradora de cons&oacute;rcio e fui informada de que poderia recorrer ao dinheiro da conta vinculada\\&quot;, conta. A professora diz que, quando a medida entrar em vigor, pretende o usar o fundo para pagar as parcelas do cons&oacute;rcio. 
 
Devolu&ccedil;&atilde;o de cotas tem novo modelo 
 
O sistema de cons&oacute;rcio, criado h&aacute; mais de 45 anos, conta com cerca de 3,5 milh&otilde;es de participantes ativos no Pa&iacute;s. No projeto de lei, est&aacute; inclu&iacute;do novo modelo para devolu&ccedil;&atilde;o de valores a consorciados que pagam algumas parcelas e depois desistem da carta. O crit&eacute;rio prev&ecirc; a devolu&ccedil;&atilde;o pelos sorteios mensais, desde que o consorciado tenha pago seis ou mais parcelas. 
 
Ao ser sorteado, o exclu&iacute;do receber&aacute; o reembolso da import&acirc;ncia investida a que tem direito, conforme a lei. Atualmente, quem desiste s&oacute; recebe a import&acirc;ncia ao fim do prazo. 
 
Amanh&atilde;, a Comiss&atilde;o de Legisla&ccedil;&atilde;o Participativa da C&acirc;mara dos Deputados discutir&aacute;, no semin&aacute;rio \\\'FGTS 41 anos - Justi&ccedil;a para o Trabalhador\\\', perdas de R$ 63 bilh&otilde;es geradas pela TR (Taxa Referencial) no FGTS, melhorias no rendimento e elimina&ccedil;&atilde;o de fraudes. O encontro debater&aacute; mudan&ccedil;as na Lei do FGTS propostas pelo projeto de lei do Instituto FGTS F&aacute;cil (IFF) e da Central Sindical Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores (UGT). 
 
Atualmente, o patrim&ocirc;nio do FGTS &eacute; de R$ 190 bilh&otilde;es, que pertencem a mais de 65 milh&otilde;es de trabalhadores. Entre as propostas, est&atilde;o a substitui&ccedil;&atilde;o da TR, &iacute;ndice de corre&ccedil;&atilde;o do saldo das contas, para o INPC (&Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;o ao Consumidor) e repasse do lucro obtido com financiamentos e saneamento b&aacute;sico. 
 
O QUE VAI MUDAR COM A NOVA LEI 
 
PRESTA&Ccedil;&Otilde;ES 
 
O saldo do FGTS servir&aacute; para pagar presta&ccedil;&otilde;es no cons&oacute;rcio . Hoje s&oacute; &eacute; permitido usar o fundo complementar o pagamento do im&oacute;vel. 
 
TROCA DA D&Iacute;VIDA 
 
Quem j&aacute; &eacute; mutu&aacute;rio com financiamento habitacional tradicional poder&aacute; usar a cota de cons&oacute;rcio para quitar o empr&eacute;stimo. Assim, vai reduzir suas despesas na compra da casa pr&oacute;pria porque o cons&oacute;rcio &eacute; mais barato. 
 
SEM JUROS 
 
A nova lei n&atilde;o mexe com algumas das atuais regras dos cons&oacute;rcios imobili&aacute;rios, como a inexist&ecirc;ncia da cobran&ccedil;a de juros. Fica valendo a corre&ccedil;&atilde;o anual das parcelas e do valor da carta pelo INCC (&Iacute;ndice Nacional da Constru&ccedil;&atilde;o Civil). 
 
DESPESAS 
 
Consorciados v&atilde;o continuar pagando taxa de administra&ccedil;&atilde;o, fundo de reserva e seguro pela opera&ccedil;&atilde;o. 
 
DEVOLU&Ccedil;&Atilde;O 
 
Nova lei prev&ecirc; devolu&ccedil;&atilde;o antecipada de valores a consorciados que pagam parcelas e desistem da carta. Ser&aacute; por sorteios mensais, desde que o consorciado tenha pago seis ou mais parcelas. Ao ser sorteado, vai receber de volta a import&acirc;ncia investida. Hoje quem desiste s&oacute; recebe ao fim do prazo. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   O Dia em: 14/05/2008      
   &nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;  Cristiane Campos     ]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
			
						<p>O FGTS (Fundo de Garantia do Tempo do Servi&ccedil;o) poder&aacute; ser usado para pagar presta&ccedil;&otilde;es e dar mais de um lance no cons&oacute;rcio imobili&aacute;rio. A medida faz parte do projeto de lei que regulamenta a atividade. Outra novidade &eacute; que o mutu&aacute;rio com financiamento habitacional poder&aacute; usar a cota de cons&oacute;rcio, quando contemplado, para quitar o empr&eacute;stimo banc&aacute;rio, que &eacute; mais caro.<br />
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Atualmente, h&aacute; 480 mil pessoas com carta de cons&oacute;rcio imobili&aacute;rio, segundo dados da Associa&ccedil;&atilde;o Brasileira de Administradoras de Cons&oacute;rcios (Abac). No sistema, n&atilde;o h&aacute; a cobran&ccedil;a de juros, mas, apenas, corre&ccedil;&atilde;o anual das parcelas e do valor da carta pelo INCC (&Iacute;ndice Nacional da Constru&ccedil;&atilde;o Civil). Consorciados pagam taxa de administra&ccedil;&atilde;o, fundo de reserva e seguro. A carta sai por sorteio ou lance. O prazo de pagamento, na maioria das vezes, &eacute; de 10 anos. Mas h&aacute; administradoras e bancos que operam com 15 anos.<br />
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Na compara&ccedil;&atilde;o entre cons&oacute;rcio e um financiamento de R$ 100 mil, o valor da presta&ccedil;&atilde;o pelo banco &eacute; de R$ 2.299,39. Nesse caso, a taxa de juros &eacute; de 12,5% ao ano mais TR (Taxa Referencial). No fim, o mutu&aacute;rio ter&aacute; desembolsado R$ 275.926,78 em 10 anos.<br />
<br />
No cons&oacute;rcio, a parcela ser&aacute; de R$ 1.071,94 e o valor pago ao longo do contrato, R$ 128.633,60. A economia &eacute; de R$ 147.294,18, ou R$ 1.227,45 por m&ecirc;s.<br />
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O projeto de lei que disp&otilde;e sobre o sistema de cons&oacute;rcios tem por objetivo disciplinar a atividade no Pa&iacute;s. O presidente nacional da Abac, Rodolfo Montosa, destacou o mecanismo de prote&ccedil;&atilde;o ao consorciado, que ser&aacute; administrado por entidade privada. \\&quot;O texto do projeto, aprovado no Senado e agora na C&acirc;mara, fortalece os diversos setores do sistema. Ele possibilita uma evolu&ccedil;&atilde;o nos cons&oacute;rcios, hoje, um dos principais mecanismos para aquisi&ccedil;&atilde;o parcelada, sem juros, de um bem ou de um servi&ccedil;o\\&quot;, ressaltou Montosa.<br />
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De autoria do ex-senador e atual deputado Aelton Freitas (PR-MG), a mat&eacute;ria foi aprovada em car&aacute;ter conclusivo e n&atilde;o precisa passar pelo Plen&aacute;rio da C&acirc;mara. O projeto volta agora para uma nova an&aacute;lise, no Senado, de onde &eacute; origin&aacute;rio, e depois vai seguir para san&ccedil;&atilde;o do presidente Luiz In&aacute;cio Lula da Silva.<br />
<br />
A professora Camila Freire Henriques Santos, 29 anos, comemora as novas medidas e comenta que j&aacute; usou os recursos do FGTS como lance para adquirir mais r&aacute;pido o im&oacute;vel. \\&quot;Precisava dar um lance inicial para agilizar a carta de cr&eacute;dito e comprar um apartamento d&uacute;plex no Recreio dos Bandeirantes. Procurei a administradora de cons&oacute;rcio e fui informada de que poderia recorrer ao dinheiro da conta vinculada\\&quot;, conta. A professora diz que, quando a medida entrar em vigor, pretende o usar o fundo para pagar as parcelas do cons&oacute;rcio.<br />
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Devolu&ccedil;&atilde;o de cotas tem novo modelo<br />
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O sistema de cons&oacute;rcio, criado h&aacute; mais de 45 anos, conta com cerca de 3,5 milh&otilde;es de participantes ativos no Pa&iacute;s. No projeto de lei, est&aacute; inclu&iacute;do novo modelo para devolu&ccedil;&atilde;o de valores a consorciados que pagam algumas parcelas e depois desistem da carta. O crit&eacute;rio prev&ecirc; a devolu&ccedil;&atilde;o pelos sorteios mensais, desde que o consorciado tenha pago seis ou mais parcelas.<br />
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Ao ser sorteado, o exclu&iacute;do receber&aacute; o reembolso da import&acirc;ncia investida a que tem direito, conforme a lei. Atualmente, quem desiste s&oacute; recebe a import&acirc;ncia ao fim do prazo.<br />
<br />
Amanh&atilde;, a Comiss&atilde;o de Legisla&ccedil;&atilde;o Participativa da C&acirc;mara dos Deputados discutir&aacute;, no semin&aacute;rio \\\'FGTS 41 anos - Justi&ccedil;a para o Trabalhador\\\', perdas de R$ 63 bilh&otilde;es geradas pela TR (Taxa Referencial) no FGTS, melhorias no rendimento e elimina&ccedil;&atilde;o de fraudes. O encontro debater&aacute; mudan&ccedil;as na Lei do FGTS propostas pelo projeto de lei do Instituto FGTS F&aacute;cil (IFF) e da Central Sindical Uni&atilde;o Geral dos Trabalhadores (UGT).<br />
<br />
Atualmente, o patrim&ocirc;nio do FGTS &eacute; de R$ 190 bilh&otilde;es, que pertencem a mais de 65 milh&otilde;es de trabalhadores. Entre as propostas, est&atilde;o a substitui&ccedil;&atilde;o da TR, &iacute;ndice de corre&ccedil;&atilde;o do saldo das contas, para o INPC (&Iacute;ndice Nacional de Pre&ccedil;o ao Consumidor) e repasse do lucro obtido com financiamentos e saneamento b&aacute;sico.<br />
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O QUE VAI MUDAR COM A NOVA LEI<br />
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PRESTA&Ccedil;&Otilde;ES<br />
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O saldo do FGTS servir&aacute; para pagar presta&ccedil;&otilde;es no cons&oacute;rcio . Hoje s&oacute; &eacute; permitido usar o fundo complementar o pagamento do im&oacute;vel.<br />
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TROCA DA D&Iacute;VIDA<br />
<br />
Quem j&aacute; &eacute; mutu&aacute;rio com financiamento habitacional tradicional poder&aacute; usar a cota de cons&oacute;rcio para quitar o empr&eacute;stimo. Assim, vai reduzir suas despesas na compra da casa pr&oacute;pria porque o cons&oacute;rcio &eacute; mais barato.<br />
<br />
SEM JUROS<br />
<br />
A nova lei n&atilde;o mexe com algumas das atuais regras dos cons&oacute;rcios imobili&aacute;rios, como a inexist&ecirc;ncia da cobran&ccedil;a de juros. Fica valendo a corre&ccedil;&atilde;o anual das parcelas e do valor da carta pelo INCC (&Iacute;ndice Nacional da Constru&ccedil;&atilde;o Civil).<br />
<br />
DESPESAS<br />
<br />
Consorciados v&atilde;o continuar pagando taxa de administra&ccedil;&atilde;o, fundo de reserva e seguro pela opera&ccedil;&atilde;o.<br />
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DEVOLU&Ccedil;&Atilde;O<br />
<br />
Nova lei prev&ecirc; devolu&ccedil;&atilde;o antecipada de valores a consorciados que pagam parcelas e desistem da carta. Ser&aacute; por sorteios mensais, desde que o consorciado tenha pago seis ou mais parcelas. Ao ser sorteado, vai receber de volta a import&acirc;ncia investida. Hoje quem desiste s&oacute; recebe ao fim do prazo.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>O Dia em: 14/05/2008 </strong></font></strong></font></p>
<p><strong><font face=\"Verdana\" size=\"1\">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\">Cristiane Campos </font></font></strong></p>
					
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		</item>
			<item>
			<title>Casa própria para trabalhadores </title>
			<link>http://www.fenicia.net//noticias.ler.php?id=16</link>
			<pubDate>Tue, 13 May 2008 00:00:00 +0000</pubDate>
			<dc:creator>Fenicia Imóveis</dc:creator>
			
			<guid isPermaLink="false">http://www.fenicia.net//noticia.ler.php?id=16</guid>
			<description><![CDATA[ Conselho Curador pode liberar FGTS para empresas financiarem seus funcion&aacute;rios 
 
O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Servi&ccedil;o (FGTS) decidir&aacute; na pr&oacute;xima reuni&atilde;o, em junho, sobre a proposta do governo federal de liberar recursos do fundo para financiamento de empresas na constru&ccedil;&atilde;o da casa pr&oacute;pria para os funcion&aacute;rios. 
 
A tend&ecirc;ncia &eacute; que o conselho aprove a medida, que deve remanejar at&eacute; R$ 2 bilh&otilde;es. A decis&atilde;o sobre o valor do cr&eacute;dito habitacional ainda depende de avalia&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicos do Minist&eacute;rio do Trabalho e da Caixa Econ&ocirc;mica Federal. 
 
A linha de financiamento estar&aacute; dispon&iacute;vel a juros de 8,16% ao ano mais a Taxa Referencial (TR), os mesmos das opera&ccedil;&otilde;es do FGTS. 
 
Demanda em alta 
 
O governo explica que a proposta vai beneficiar empregadores e trabalhadores. Os primeiros, porque atender&aacute; a uma demanda crescente do setor empresarial, especialmente do que tem se deslocado para outros estados e busca recursos do FGTS para financiamento em unidades da Caixa. Os segundo, porque ter&atilde;o o direito de reivindicar o benef&iacute;cio nas negocia&ccedil;&otilde;es com os empregadores. 
 
O Minist&eacute;rio do Trabalho afirmou que as empresas interessadas nessa modalidade de empr&eacute;stimo, caso aprovada pelo Conselho, ser&atilde;o alertadas de que se trata de um benef&iacute;cio para promo&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica de recursos humanos e n&atilde;o permitir&aacute; qualquer tentativa de especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria. 
 
N&atilde;o haver&aacute; restri&ccedil;&atilde;o por parte do governo sobre o tipo de benef&iacute;cio concedido aos empregados, podendo as empresas vender, emprestar ou arrendar os im&oacute;veis que constru&iacute;ram aos seus funcion&aacute;rios. 
   Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;   Extra em: 13/05/2008      ]]></description>
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						<p>Conselho Curador pode liberar FGTS para empresas financiarem seus funcion&aacute;rios<br />
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O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Servi&ccedil;o (FGTS) decidir&aacute; na pr&oacute;xima reuni&atilde;o, em junho, sobre a proposta do governo federal de liberar recursos do fundo para financiamento de empresas na constru&ccedil;&atilde;o da casa pr&oacute;pria para os funcion&aacute;rios.<br />
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A tend&ecirc;ncia &eacute; que o conselho aprove a medida, que deve remanejar at&eacute; R$ 2 bilh&otilde;es. A decis&atilde;o sobre o valor do cr&eacute;dito habitacional ainda depende de avalia&ccedil;&atilde;o de t&eacute;cnicos do Minist&eacute;rio do Trabalho e da Caixa Econ&ocirc;mica Federal.<br />
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A linha de financiamento estar&aacute; dispon&iacute;vel a juros de 8,16% ao ano mais a Taxa Referencial (TR), os mesmos das opera&ccedil;&otilde;es do FGTS.<br />
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Demanda em alta<br />
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O governo explica que a proposta vai beneficiar empregadores e trabalhadores. Os primeiros, porque atender&aacute; a uma demanda crescente do setor empresarial, especialmente do que tem se deslocado para outros estados e busca recursos do FGTS para financiamento em unidades da Caixa. Os segundo, porque ter&atilde;o o direito de reivindicar o benef&iacute;cio nas negocia&ccedil;&otilde;es com os empregadores.<br />
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O Minist&eacute;rio do Trabalho afirmou que as empresas interessadas nessa modalidade de empr&eacute;stimo, caso aprovada pelo Conselho, ser&atilde;o alertadas de que se trata de um benef&iacute;cio para promo&ccedil;&atilde;o da pol&iacute;tica de recursos humanos e n&atilde;o permitir&aacute; qualquer tentativa de especula&ccedil;&atilde;o imobili&aacute;ria.<br />
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N&atilde;o haver&aacute; restri&ccedil;&atilde;o por parte do governo sobre o tipo de benef&iacute;cio concedido aos empregados, podendo as empresas vender, emprestar ou arrendar os im&oacute;veis que constru&iacute;ram aos seus funcion&aacute;rios.</p>
<p><font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Publicado por:&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <font face=\"Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif\" size=\"1\"><strong>Extra em: 13/05/2008 </strong></font></strong></font></p>
					
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